31/01/2014

Voce esta doente?

Nos últimos 50 anos, a tecnologia tem revolucionado a maneira pela qual vivemos, comemos e trabalhamos. Então, como é possível que, com tudo isso, sejamos provavelmente a geração mais enferma que já existiu? De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares ocupam o primeiro lugar na lista de doenças não transmissíveis que mais matam no mundo. Câncer, diabetes e doenças pulmonares crônicas não estão muito atrás no ranking.1

Como podemos reverter essa tendência? As palavras de 1 Coríntios 9:25 nos encorajam a ser temperantes em todas as coisas.
"O cristão governado pelo amor ao Salvador não permite que seus apetites e paixões o controlem, mas em todas as coisas aceita o conselho que Deus tem dado para sua vida mental, física e espiritual. Os apetites do corpo precisam estar sujeitos ao mais alto poder da mente, que a si mesma se submete à guia do Espírito Santo. [...]

"Como pode alguém que recuse abandonar hábitos antigos de indulgência errônea, seja qual for a forma que eles tenham, esperar ser abençoado por Deus e receber as boas-vindas no reino de Sua glória?"2

Se, como cristãos, estamos vivendo como o restante do mundo e sofrendo dos mesmos problemas que poderiam ser controlados com melhores hábitos alimentares e exercício, então como podemos esperar ser discípulos de Deus e testemunhas vivas para outros? Paulo diz em 1 Coríntios 3:16: "Vocês não sabem que são santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vocês?" Em Mateus 6, Cristo diz que não temos necessidade de nos sobrecarregar com os cuidados desta vida e que, se Ele pode alimentar os pássaros que voam no céu e vestir os lírios do campo com tamanho esplendor, quanto mais cuidará de nós a quem criou com Suas próprias mãos?

Há uma obra a ser feita, mas ela começa quando se vive os princípios de saúde da melhor maneira possível, de modo que as pessoas vejam a diferença em nossa maneira de viver e desejem seguir o mesmo caminho.

http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/jovens/2014/lj512014.html

29/01/2014

A ressurreição e a vida

Neste mundo em que a morte sempre tem a palavra final, pelo menos por enquanto, que grande esperança é 
encontrada nos versos a seguir? Lc 7:11-17; Mc 5:21-43; Jo 11:37-44

Políticos, artistas e atletas devem, necessariamente, oferecer algo para obter seguidores. Os políticos utilizam retórica hipnótica e promessas incríveis. Artistas usam suas habilidades para gerar emoção e criar identificação com o público. Atletas surpreendem multidões com suas habilidades físicas. Espectadores invejosos os seguem, desejando possuir tal capacidade.

O que Jesus oferece? Diminuição do desemprego? Salários mais gordos? Incríveis habilidades esportivas? Maior extensão vocal? Performances emocionantes? Em vez de tudo isso, Jesus oferece algo que ninguém pode dar: vida eterna em um mundo novo. O que mais poderíamos desejar?

Enquanto os canais de vendas da televisão insultam nossa inteligência com suas ofertas "boas demais para ser verdade", Jesus aparentemente excede esses excessos ao nos oferecer o maior de todos os negócios: vida eterna de graça, sem custos de envio e de processamento! Os céticos sem dúvida zombariam de tal oferta sem precedentes. O inimigo fabricaria uma imitação barata (o conceito satânico da alma imortal). Os potenciais compradores cautelosamente investigariam as alegações. Então, Jesus proveu três manifestações conhecidas para combater os incrédulos, expor as imitações e satisfazer os genuínos seguidores. A filha de Jairo, o filho da viúva da cidade de Naim e, finalmente, Lázaro, provaram que essa oferta "boa demais para ser verdade" era autêntica. Doenças e acidentes inicialmente poderiam prevalecer, mas a vida eterna acabaria predominando. A cura não aconteceria cada vez que fosse solicitada, mas a vida eterna foi garantida a todos os que fizessem de Jesus seu Salvador.

O mesmo ocorre conosco. Muitas vezes, a cura desejada simplesmente não acontece da maneira que imaginamos. As pessoas padecem durante anos de doenças debilitantes e dolorosas que, longe de serem curadas, às vezes pioram. Outros morrem de doenças, mesmo tendo recebido unção e oração. Não sabemos por que a cura acontece imediatamente em alguns casos e em outros não.

O que temos, no entanto, é algo muito melhor do que uma cura miraculosa: a promessa da ressurreição para a vida eterna no fim dos tempos, na vinda de Jesus, quando "os santos do Altíssimo [receberem] o reino e o [possuírem] para todo o sempre, de eternidade em eternidade" (Dn 7:18).

Por que a promessa da vida eterna é tão crucial para nós? Sem ela, onde estaríamos? Sem ela, você teria alguma esperança?
https://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/adultos/2014/li512014.html#quarta

24/01/2014

A melhor tradução da Biblia

A melhor tradução da Bíblia


Já aconteceu de você dizer alguma coisa perto de uma criança pequena e ela começar a repetir aquilo sem parar? Quando meu primo tinha dois anos, ele repetia tudo que escutava. Não sabia o significado das palavras que estava falando, mas seu cérebro era como uma esponja, absorvendo cada partícula de informação assim como a ouvia. Bastava ele escutar a palavra uma única vez. E como as palavras eram ditas, geralmente, por pessoas conhecidas, ele acreditava que o que estavam falando fosse algo bom. Foi somente quando usou algumas palavras e foi censurado, que ele começou a perceber que algumas delas eram más.

As crianças aprendem mais rapidamente durante os três primeiros anos de vida. Durante esse tempo, o aprendizado delas, embora básico, é "fundamental na formação da sua arquitetura cerebral".* Mais impressionante ainda é ver que Deus, como Criador, sempre soube disso. "Instrua a criança segundo os objetivos que você tem para ela, e mesmo com o passar dos anos não se desviará deles" (Pv 22:6).

Mas como educar as crianças para o reino do Céu? Deus nos deu instruções sobre isso! "Que todas estas palavras que hoje lhe ordeno estejam em seu coração. Ensine-­as com persistência a seus filhos. Converse sobre elas quando estiver sentado em casa, quando estiver andando pelo caminho, quando se deitar e quando se levantar" (Dt 6:6 e 7).

Embora os pais sejam o exemplo principal para seus filhos, cada um de nós deve ser um exemplo vivo aos pequeninos em nossas igrejas.

"Digo-lhes a verdade: Quem não receber o Reino de Deus como uma criança, nunca entrará nele" (Mc 10:15).
* United Nations, Facts for Life, http://factsforlifeglobal.org/03/ (acessado
em 28 de novembro de 2012).

Pense Nisto

- Como sua igreja pode atender melhor as necessidades das crianças?

- Algumas pessoas acreditam que disciplinar crianças seja prejudicial. Qual é sua opinião a respeito disso? (Confira Pv 13:24; Hb 12:6.)

17/01/2014

Um propósito mais alto

A oração é uma forma de construirmos um relacionamento sólido com nosso Criador, para que Ele possa moldar nosso coração e mente de acordo com Seu amor e justiça. Um relacionamento próximo com Ele também nos ajuda a ter entusiasmo em compartilhá-Lo com os outros. Jesus gastou muito tempo orando a Seu Pai. Ele sabia que, quanto mais forte fosse o relacionamento com Ele, mais força teria para refletir o amor e a glória do Pai e preparar-Se para a cruz. O discipulado não é nada sem a oração.

A oração é como o alimento. Não comemos somente quando precisamos realizar atividades físicas, pois nosso corpo necessita de energia para todas as outras atividades que precisamos executar. De idêntica maneira, precisamos de comida espiritual constante para que sejamos sempre capazes de comunicar as verdades de Deus. A oração, portanto, forma discípulos fortes. E uma vez que tenhamos construído uma forte conexão com Deus, nosso exemplo testemunhará de modo natural a muitas vidas que se encontram perdidas.

Discipulado é muito mais do que trazer pessoas para a igreja. É o privilégio de sermos guiados por Deus para alcançar pessoas de uma forma amigável e pessoal. É o privilégio de testemunhar da glória do Senhor e de Seu poder transformador.

Que maravilhoso presente Deus tem nos dado por meio da oração!

Pense Nisto

- Você acha que ora o suficiente? Acha que sua igreja ora o bastante? O que podemos fazer para fortalecer nosso hábito de orar?

- Se você orasse mais, como isso poderia afetar sua vida, bem como a de outros ao seu redor?


Mãos à obra

- Decore um espaço para oração em sua igreja ou casa. Um lugar decorado de maneira que conduza seus pensamentos a Deus pode melhorar sua vida de oração.

- Organize uma caminhada de oração. Ande com um amigo em sua vizinhança e, no caminho, orem um pelo outro e por aqueles que moram nas casas pelas quais vocês passarem.

14/01/2014

Quando a provação chega e não é compreendida

Jó sabia que era justo perante Deus. Imaginava por que tinha sido afligido e se o Senhor se preocupava com ele.

A maioria de nós tende a ter esse pensamento de que, uma vez que Deus é soberano, supõe-se que faça tudo funcionar perfeitamente. Nada deveria nos incomodar, enquanto caminhássemos com Ele.

Este é o verdadeiro problema que leva muitos cristãos ao desespero quando passam por dificuldades. Não conseguem imaginar como Deus pode deixar que alguma coisa ruim lhes aconteça. Transformam a Sua soberania em um gênio mágico que deve empurrar todos os problemas, dificuldades, provações e irritações no momento em que disserem: “Agora!” Como resultado, de repente nos encontramos em meio a terríveis circunstâncias, despedaçamo-nos, culpamos a Deus e o acusamos de não se preocupar, de não ser justo, de não agir amorosamente e de não levar em consideração os nossos interesses.

Devemos retornar para a verdade de que, embora Deus esteja no controle absoluto de toda a vida, não é a causa de todos os infortúnios da vida. Ao contrário, o Seu plano os permite com o grande propósito de fazer com que muitos de nós tornemo-nos conforme a imagem de Cristo (Romanos 8:29).

A provação de Jó expôs este importante mal-entendido por parte deste patriarca. Ele não podia compreender como Deus permitiria que essas coisas continuassem – para não dizer acontecessem…

Todos podemos nos identificar com Jó… A razão porque vemos as coisas dessa forma é que não entendemos como Deus pensa: não compreendemos a natureza de Sua sabedoria. “Os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos” (Isaías 55:8). Quando somos novos na fé, temos a tendência de pensar que Deus sempre quer o que é melhor para nós. Realmente, o Senhor deseja. Mas o que nós achamos que é melhor, e o que Deus considera melhor são coisas tão diferentes quanto o chantilly e o concreto. Achamos que o Senhor sempre nos fará felizes. Na verdade, prevemos esses sentimentos calorosos e indistintos. Mas Deus planeja nos tornar santos. Isto frequentemente requer uma boa dose de sofrimento…
O problema de Jó era exatamente igual ao nosso. Temos um plano, e Deus possui outro. Mas o projeto do Senhor é aquele que será posto em marcha. E quando esse objetivo se transformar em circunstâncias da vida real, poderemos chegar a sentir como se tivéssemos sido esticados, esquartejados e jogados como alimento para as multidões.

Mas é ganhando a perspectiva de Deus que começamos a enxergar a verdadeira sabedoria. Isto era o que o Senhor desejava que Jó entendesse. (Mark R. Littleton)

É fácil questionar a Deus em tempos de dificuldade. Quando se sentir aflito com relação a Deus, não se afaste dEle. Busque na Palavra dEle o auxílio, a coragem, a certeza de que você não está sozinho.

13/01/2014

Oração intercessora no discipulado

 Orar como Daniel orou (Dn 9:1-19). Por meio da oração de intercessão, podemos ser veículos das bênçãos de Deus na vida daqueles a quem queremos alcançar. Note estes quatro pontos na oração de Daniel:

1. Ele orou com estudo das Escrituras, jejum e usando panos de saco e cinzas (símbolos de sua contrição). Daniel estava levando a sério a situação!

2. Ele reafirmou a posição de Deus diante dos israelitas como "grande", "temível", que guarda o concerto e que é cheio de amor e bondade.

3. Ele confessou todos os pecados deles.

4. Ele suplicou que a misericórdia e a graça de Deus recaíssem sobre eles.

Ao você começar a interceder pelas pessoas em sua esfera ou comunidade, use a oração de Daniel como um modelo e ore por aqueles que estão inconscientes do pecado no qual estão vivendo.

Orar como Jesus orou (Jo 17; Ef 1:15-21). Em João 17, vemos os mais profundos desejos de Jesus por Seus seguidores. Esses desejos são:

1. Que eles fossem "guardados" em nome de Jesus e permanecessem unidos.

2. Que eles fossem "guardados" do poder de Satanás.

3. Que eles experimentassem "santificação" (santidade, consagração).

4. Que eles estivessem "com Jesus" onde quer que Ele estivesse.

Há muitos cristãos que se afastam de Jesus e da igreja. Pode ser que se sintam muito sozinhos e tenham medo dos "crentes", por terem sido machucados por eles no passado. Podem ser indivíduos que lutam com vícios ou outras tentações. E pode ser que queiram voltar, mas não saibam como fazê-lo. João 17 é um modelo excelente de como orar por essas pessoas.

Orar como Paulo orou. Em Efésios 1:15-21, lemos como Paulo orou por seus amigos em Éfeso. Quando oramos pelos nossos amigos, geralmente oramos pela saúde deles, segurança, alívio da dor e solução de problemas. Mas a oração de Paulo indica que outras preocupações são mais importantes:

1. Ele orou para que os cristãos efésios tivessem sabedoria no conhecimento e na revelação de Deus.

2. Orou também para que o coração deles fosse iluminado, para que compreendessem: (a) a esperança que podiam ter no chamado de Deus; (b) a rica e gloriosa herança que o Senhor estava – e está – guardando para eles; e (c) a grandeza do poder de Deus, disponível a todos os que creem nEle.

O conteúdo de Paulo aqui é completamente espiritual. Em vez de listar como ele quer que Deus atue em relação às circunstâncias externas da vida de seus amigos, Paulo expressa seu desejo pela saúde espiritual deles.

Assim também, devemos buscar "em primeiro lugar, Seu reino e Sua justiça" (Mt 6:33), e o restante será consequência.