Amar gera amor?
CPB - Opiniao
Houve uma época em que a Grã-Bretanha governou a maior parte do mundo.
Para garantir isso, os sucessivos reis e rainhas asseguraram que os
príncipes que estavam na linha do trono fossem educados a respeito da
história e práticas dos territórios e seus governos. Os monarcas em
potencial eram educados nas melhores universidades e/ou em casa por
especialistas. Eles obtinham experiência prática por meio de longas
viagens pelos territórios britânicos além-mar.
Esse tipo de
educação ainda existe hoje. O príncipe William e a Duquesa de Cambridge,
rei e rainha potenciais do Reino Unido, completaram sua educação
universitária formal e, após terem aprendido muito sobre a ética e
diplomacia da realeza, têm viajado pela África, Índias Ocidentais,
América do Norte, Austrália, Oriente e através do Reino Unido. Isso lhes
dá credibilidade e permite que, quando tiverem autoridade, consigam
usar uma linguagem adequada ao povo em seu contexto.
Paulo foi
educado nas melhores instituições educacionais de seu tempo e aprendeu a
conversar com facilidade com os poderosos. Sua conversão na estrada de
Damasco mudou seus planos de perseguir os cristãos e pôs em seu coração a
missão de mostrar aos gentios que Jesus é o Salvador. Aquele encontro,
mais do que as escolas, também aumentou sua capacidade de falar com
poderosos.
Certa vez em que Paulo conseguiu permissão do Rei
Agripa a fim de conduzir sua própria defesa (At 26:1), o apóstolo
combinou uma mistura de sua excelência acadêmica, diplomacia, cortesia,
história e diferenças religiosas entre grupos, com sua certeza de que
Jesus é o Salvador. Leia o que ele disse ao rei Agripa em Atos 26:2-27.
A resposta do rei nos mostra que, apesar do cenário incomum, Paulo usou
suas credenciais para tornar o evangelho relevante a esse poderoso
líder. "Então Agripa disse a Paulo: 'Você acha que em tão pouco tempo
pode convencer-me a tornar-me cristão?' Paulo respondeu: 'Em pouco ou em
muito, peço a Deus que não apenas tu, mas todos os que hoje me ouvem se
tornem como eu, menos estas algemas'" (At 26:28, 29).
Mãos à obra
- Convide amigos para um culto de pôr do Sol e sugira que eles
compartilhem histórias de como alguém testemunhou naturalmente, sem ter a
intenção de fazê-lo.
- Procure em sua congregação ou em outra
congregação adventista alguém que tenha sido convertido para a nossa fé
mudando de uma mentalidade completamente oposta, tal como ateísmo,
agnosticismo ou rebelião ativa contra Deus. Em companhia de um ou dois
colegas, entreviste essa pessoa e tente descobrir as razões pelas quais
ela mudou de vida e de cosmovisão. Pergunte a ela como tem sido seu
testemunho pós-conversão e por quê.
- Faça uma lista das
pessoas mais poderosas que você conhece pessoalmente. Estude formas de
alcançá-las. Use esse projeto como uma lista de oração.
-
Estude a vida de personagens bíblicos que testemunharam para pessoas em
altas posições como José, Moisés, Samuel, Davi, Natã, Elias, Eliseu,
Pedro, Estêvão, Paulo, etc. Em sua classe da Escola Sabatina, apresente
um resumo da experiência desses personagens.
Albert A. C. Waite | Berkshire, Reino Unido
28/02/2014
27/02/2014
Alcançando os influentes
Alcançando os influentes
CPB - Aplicacao
Quando Jesus nos envia para fazer discípulos de todas as nações, a imagem que nos vem à mente é de incontáveis multidões de gente humilde. No entanto, frequentemente nos esquecemos de incluir pessoas em posições de poder e autoridade. Mas, na prática, como podemos alcançar os poderosos?
Comece com as massas. Comece seu discipulado com pessoas na rua, ônibus, trem, etc. Creia que qualquer pessoa com quem você interagir pode ter grande influência agora ou no futuro. As pessoas poderosas não nasceram poderosas. Sua interação com certas pessoas agora e seu modo de compartilhar com elas e viver o evangelho poderá produzir frutos no futuro quando elas ocuparem posições de autoridade.
Técnica da "luz natural". Uma vez que você tiver identificado as pessoas poderosas que deseja discipular, você terá várias opções para chamar a atenção delas. Você pode segui-las em redes sociais, sites e blogs. Comente as postagens delas ou poste algo também. Consiga iniciar uma conversa. Certamente, haverá outros que compartilharão seu ponto de vista e os comentários deles o ajudarão a conseguir a atenção necessária. Não deixe de mostrar seu apoio a ações positivas e posições tomadas. As pessoas poderosas precisam de palavras de afirmação como todos nós.
Se convidar alguém que ocupe uma alta posição para ir ao culto de sábado com você parece demais, então comece convidando essa pessoa para uma programação especial na igreja, previamente preparada para esse tipo de público, ou simplesmente convide para seu grupo de jovens. Deixe sua luz brilhar naturalmente, e você e sua fé serão notados.
Ataque sorrateiro. Se você se sente muito desajeitado para lidar diretamente com alguém, você pode começar orando por ele. Ore pelo dono da empresa em que você trabalha para que ele abra o coração a Deus. Ore pelo representante político que está prestes a votar uma lei que afetará a moral de sua nação. Ore para que os líderes da igreja se esforcem honestamente para conhecer a vontade de Deus. Ore, ore sempre!
Pense Nisto
- Como você pode ser uma testemunha obedecendo às leis civis?
- Em sua opinião, como é melhor investir seu tempo: discipulando pessoas comuns ou alguém que tenha poder? Explique sua resposta.
Mãos à Bíblia
5. Como podemos explicar o crescimento explosivo da igreja primitiva? Por que muitos poderosos não aceitaram Jesus? At 4:1-12; 13:5-12, 50; 23:1-6; 25:23–26:28
A semeadura precede a colheita. Cristo proclamou fielmente o evangelho. Os missionários haviam testemunhado por toda a Judeia. Os primeiros conversos, sem dúvida, ajudaram a levar a mensagem. Quando Cristo venceu a morte, confirmando Sua mensagem, milhares de indecisos entraram no reino. Então, o apóstolo Paulo entrou em cena. Seu testemunho, todavia, não foi apreciado em todos os lugares. Embora enfrentem rejeição e perseguição semelhantes, os discípulos de Cristo do século 21 também devem perseverar.
Kandace Zollman | Smithsburg, Maryland, EUA
CPB - Aplicacao
Quando Jesus nos envia para fazer discípulos de todas as nações, a imagem que nos vem à mente é de incontáveis multidões de gente humilde. No entanto, frequentemente nos esquecemos de incluir pessoas em posições de poder e autoridade. Mas, na prática, como podemos alcançar os poderosos?
Comece com as massas. Comece seu discipulado com pessoas na rua, ônibus, trem, etc. Creia que qualquer pessoa com quem você interagir pode ter grande influência agora ou no futuro. As pessoas poderosas não nasceram poderosas. Sua interação com certas pessoas agora e seu modo de compartilhar com elas e viver o evangelho poderá produzir frutos no futuro quando elas ocuparem posições de autoridade.
Técnica da "luz natural". Uma vez que você tiver identificado as pessoas poderosas que deseja discipular, você terá várias opções para chamar a atenção delas. Você pode segui-las em redes sociais, sites e blogs. Comente as postagens delas ou poste algo também. Consiga iniciar uma conversa. Certamente, haverá outros que compartilharão seu ponto de vista e os comentários deles o ajudarão a conseguir a atenção necessária. Não deixe de mostrar seu apoio a ações positivas e posições tomadas. As pessoas poderosas precisam de palavras de afirmação como todos nós.
Se convidar alguém que ocupe uma alta posição para ir ao culto de sábado com você parece demais, então comece convidando essa pessoa para uma programação especial na igreja, previamente preparada para esse tipo de público, ou simplesmente convide para seu grupo de jovens. Deixe sua luz brilhar naturalmente, e você e sua fé serão notados.
Ataque sorrateiro. Se você se sente muito desajeitado para lidar diretamente com alguém, você pode começar orando por ele. Ore pelo dono da empresa em que você trabalha para que ele abra o coração a Deus. Ore pelo representante político que está prestes a votar uma lei que afetará a moral de sua nação. Ore para que os líderes da igreja se esforcem honestamente para conhecer a vontade de Deus. Ore, ore sempre!
Pense Nisto
- Como você pode ser uma testemunha obedecendo às leis civis?
- Em sua opinião, como é melhor investir seu tempo: discipulando pessoas comuns ou alguém que tenha poder? Explique sua resposta.
Mãos à Bíblia
5. Como podemos explicar o crescimento explosivo da igreja primitiva? Por que muitos poderosos não aceitaram Jesus? At 4:1-12; 13:5-12, 50; 23:1-6; 25:23–26:28
A semeadura precede a colheita. Cristo proclamou fielmente o evangelho. Os missionários haviam testemunhado por toda a Judeia. Os primeiros conversos, sem dúvida, ajudaram a levar a mensagem. Quando Cristo venceu a morte, confirmando Sua mensagem, milhares de indecisos entraram no reino. Então, o apóstolo Paulo entrou em cena. Seu testemunho, todavia, não foi apreciado em todos os lugares. Embora enfrentem rejeição e perseguição semelhantes, os discípulos de Cristo do século 21 também devem perseverar.
Kandace Zollman | Smithsburg, Maryland, EUA
26/02/2014
Discípulos modernos
Discípulos modernos
CPB - Testemunho
No livro de Atos, os discípulos passaram a ser chamados apóstolos, e o termo discípulos foi dado a todo aquele que segue a Cristo. É significativo o fato de que muitos sacerdotes também se tornaram discípulos (At 6:7).
Já que muito do que compreendemos sobre discipulado vem do livro de Atos, é importante que as evidências arqueológicas e as pesquisas acadêmicas verifiquem a exatidão do livro. O Dr. Colin Hemer usou um Teste de Proporção e comparou 165 itens de Atos com informações arqueológicas. Ele conseguiu confirmar 162 desses itens, dando um nível de confiabilidade de 99,9%.*
A evidência, tanto bíblica quanto arqueológica, aponta para nosso trabalho não como "caçadores de pessoas", mas como discipuladores. Deus usa as mais variadas circunstâncias para nos colocar em contato com pessoas em todas as esferas da vida, incluindo os poderosos. Como no livro de Atos Deus usou discípulos, apóstolos e até ex-sacerdotes judeus, hoje também Ele quer nos usar para espalhar a mensagem entre as mais diversas classes. É plano do Senhor que continuemos em nossos dias o que os heróis da fé começaram no livro de Atos. Somos discípulos modernos, e não deve haver critérios sociais ou de qualquer outra natureza que limitem nosso trabalho como mensageiros e testemunhas do Senhor.
* http:// www.harvardhouse.com/ correlate_1.htm (acessado em 9 de janeiro de 2013).
Pense Nisto
- O que significa ser um "discípulo moderno"?
- Que lições podemos tirar do livro de Atos para nosso trabalho de discipular?
Mãos à Bíblia
4. Leia Mateus 26:57-68; 27:11-14; Lucas 23:1-12; João 18:19-23, 31-40; 19:8-12. O que podemos aprender com o testemunho de Jesus a esses homens poderosos?
Embora Cristo testemunhasse para fazer discípulos, por vezes o resultado era muito diferente do que Ele teria desejado. Como Jesus teria Se alegrado se Pilatos, Caifás, Herodes e outros entregassem o coração e se arrependessem. Teimosamente eles rejeitaram Seus apelos, insensivelmente ignorando o convite final para salvação. Mas é bom notar que, não obstante o aparente insucesso do testemunho de Cristo diante de homens poderosos, algo maravilhoso aconteceu. Confira em Atos 6:7.
Rose Gamblin | Smithsburg, Maryland, EUA
CPB - Testemunho
No livro de Atos, os discípulos passaram a ser chamados apóstolos, e o termo discípulos foi dado a todo aquele que segue a Cristo. É significativo o fato de que muitos sacerdotes também se tornaram discípulos (At 6:7).
Já que muito do que compreendemos sobre discipulado vem do livro de Atos, é importante que as evidências arqueológicas e as pesquisas acadêmicas verifiquem a exatidão do livro. O Dr. Colin Hemer usou um Teste de Proporção e comparou 165 itens de Atos com informações arqueológicas. Ele conseguiu confirmar 162 desses itens, dando um nível de confiabilidade de 99,9%.*
A evidência, tanto bíblica quanto arqueológica, aponta para nosso trabalho não como "caçadores de pessoas", mas como discipuladores. Deus usa as mais variadas circunstâncias para nos colocar em contato com pessoas em todas as esferas da vida, incluindo os poderosos. Como no livro de Atos Deus usou discípulos, apóstolos e até ex-sacerdotes judeus, hoje também Ele quer nos usar para espalhar a mensagem entre as mais diversas classes. É plano do Senhor que continuemos em nossos dias o que os heróis da fé começaram no livro de Atos. Somos discípulos modernos, e não deve haver critérios sociais ou de qualquer outra natureza que limitem nosso trabalho como mensageiros e testemunhas do Senhor.
* http://
Pense Nisto
- O que significa ser um "discípulo moderno"?
- Que lições podemos tirar do livro de Atos para nosso trabalho de discipular?
Mãos à Bíblia
4. Leia Mateus 26:57-68; 27:11-14; Lucas 23:1-12; João 18:19-23, 31-40; 19:8-12. O que podemos aprender com o testemunho de Jesus a esses homens poderosos?
Embora Cristo testemunhasse para fazer discípulos, por vezes o resultado era muito diferente do que Ele teria desejado. Como Jesus teria Se alegrado se Pilatos, Caifás, Herodes e outros entregassem o coração e se arrependessem. Teimosamente eles rejeitaram Seus apelos, insensivelmente ignorando o convite final para salvação. Mas é bom notar que, não obstante o aparente insucesso do testemunho de Cristo diante de homens poderosos, algo maravilhoso aconteceu. Confira em Atos 6:7.
Rose Gamblin | Smithsburg, Maryland, EUA
25/02/2014
Mundo em naufragio
Mundo em naufrágio
CPB - Exposicao
Muitas pessoas poderosas geralmente dão pouca ou nenhuma atenção a Cristo, assumindo que uma vida de comprometimento com Ele precisa ser restritiva e entediante. Querem a liberdade que acreditam que seu poder e dinheiro podem lhes dar. E Satanás fica feliz em realizar os desejos delas.
Em seu livro Call to Discipleship [Chamado ao Discipulado], Juan Carlos Ortiz ilustra esse tipo de pensamento. Suponhamos que um navio esteja afundando e o capitão o saiba. Então, ele diz aos passageiros que os da segunda classe estão livres para ir para a primeira classe. Todos os que gostem de beber poderão tomar uísque, vodca ou vinho à vontade. Qualquer pessoa que desejar jogar futebol na sala de jantar poderá fazê-lo. Se quebrarem algo, não haverá problema. Os passageiros ficam encantados e pensam que são completamente livres. Mas, em pouco tempo, todos estarão afogados!1 De que vale a "liberdade" neste mundo que logo vai "afundar"?
A história de Daniel em Babilônia nos ajuda a entender como podemos testemunhar a pessoas que encaram a vida sem compromissos.
"Deus pôs Daniel e seus companheiros em contato com os grandes homens de Babilônia, para que em meio a uma nação de idólatras, eles pudessem representar Seu caráter. Como se tornaram eles capacitados para uma posição de tão grande confiança e honra? Foi a fidelidade nas pequenas coisas que lhes deu capacidade para a vida toda. Eles honraram a Deus nos mínimos deveres, bem como nas maiores responsabilidades. [...]
"As mesmas poderosas verdades reveladas por meio desses homens, Deus deseja revelar por meio de Seus jovens e de Seus filhos hoje. A vida de Daniel e seus companheiros é uma demonstração do que o Senhor fará pelos que a Ele se rendem e buscam de todo o coração realizar Seu propósito."2
1. Juan Carlos e Jamie Ortiz Buckingham, Call to Discipleship (Plainfield, NJ: Logos International, 1975).
2. Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 487, 489, 490.
Mãos à Bíblia
3. Leia Mateus 8:5-13; Lucas 7:1-10. O que podemos aprender com esses relatos sobre a obra de testemunhar a pessoas de destaque?
Quão surpreendente é que esse homem de poder e influência (e, além disso, romano) pudesse mostrar tão profunda fé, enquanto muitos que tinham muito mais vantagens espirituais menosprezavam Jesus. Nesse contexto, um honesto autoexame é proveitoso. Precisamos perguntar: Temos nos limitado apenas a defender doutrinas, em vez de experimentar uma fé viva? Será que nossas vantagens espirituais têm se tornado motivo para a autossuficiência? Qualquer pessoa pode desfrutar a experiência do centurião. Essa história deve incentivar aqueles que evangelizam pessoas em funções de destaque. Quantos centuriões existem hoje? Que a fé dessas pessoas inspire e fortaleça a nossa.
Mark A. Paterniti | Taylor, Michigan, EUA
CPB - Exposicao
Muitas pessoas poderosas geralmente dão pouca ou nenhuma atenção a Cristo, assumindo que uma vida de comprometimento com Ele precisa ser restritiva e entediante. Querem a liberdade que acreditam que seu poder e dinheiro podem lhes dar. E Satanás fica feliz em realizar os desejos delas.
Em seu livro Call to Discipleship [Chamado ao Discipulado], Juan Carlos Ortiz ilustra esse tipo de pensamento. Suponhamos que um navio esteja afundando e o capitão o saiba. Então, ele diz aos passageiros que os da segunda classe estão livres para ir para a primeira classe. Todos os que gostem de beber poderão tomar uísque, vodca ou vinho à vontade. Qualquer pessoa que desejar jogar futebol na sala de jantar poderá fazê-lo. Se quebrarem algo, não haverá problema. Os passageiros ficam encantados e pensam que são completamente livres. Mas, em pouco tempo, todos estarão afogados!1 De que vale a "liberdade" neste mundo que logo vai "afundar"?
A história de Daniel em Babilônia nos ajuda a entender como podemos testemunhar a pessoas que encaram a vida sem compromissos.
"Deus pôs Daniel e seus companheiros em contato com os grandes homens de Babilônia, para que em meio a uma nação de idólatras, eles pudessem representar Seu caráter. Como se tornaram eles capacitados para uma posição de tão grande confiança e honra? Foi a fidelidade nas pequenas coisas que lhes deu capacidade para a vida toda. Eles honraram a Deus nos mínimos deveres, bem como nas maiores responsabilidades. [...]
"As mesmas poderosas verdades reveladas por meio desses homens, Deus deseja revelar por meio de Seus jovens e de Seus filhos hoje. A vida de Daniel e seus companheiros é uma demonstração do que o Senhor fará pelos que a Ele se rendem e buscam de todo o coração realizar Seu propósito."2
1. Juan Carlos e Jamie Ortiz Buckingham, Call to Discipleship (Plainfield, NJ: Logos International, 1975).
2. Ellen G. White, Profetas e Reis, p. 487, 489, 490.
Mãos à Bíblia
3. Leia Mateus 8:5-13; Lucas 7:1-10. O que podemos aprender com esses relatos sobre a obra de testemunhar a pessoas de destaque?
Quão surpreendente é que esse homem de poder e influência (e, além disso, romano) pudesse mostrar tão profunda fé, enquanto muitos que tinham muito mais vantagens espirituais menosprezavam Jesus. Nesse contexto, um honesto autoexame é proveitoso. Precisamos perguntar: Temos nos limitado apenas a defender doutrinas, em vez de experimentar uma fé viva? Será que nossas vantagens espirituais têm se tornado motivo para a autossuficiência? Qualquer pessoa pode desfrutar a experiência do centurião. Essa história deve incentivar aqueles que evangelizam pessoas em funções de destaque. Quantos centuriões existem hoje? Que a fé dessas pessoas inspire e fortaleça a nossa.
Mark A. Paterniti | Taylor, Michigan, EUA
24/02/2014
Razoes para testemunhar
Razões para testemunhar
CPB - Evidencia
Que desafio surgiu diante da igreja primitiva! O mundo embebido em escravidão, justiça parcial e tirania se estendeu diante de um grupo formado, em parte, por pescadores sem instrução e com a enorme tarefa de proclamar uma mensagem impopular. Isso só podia ser visto como algo impossível. O poderoso mundo romano jamais poderia ser virado de cabeça para baixo por um bando de amadores. Mas foi isso o que aconteceu! O poder de Deus testemunhou ao poder romano e mudou para sempre o mundo. Assim como a Igreja do Novo Testamento testemunhou, também hoje a igreja precisa continuar testemunhando.
Realmente precisamos testemunhar aos poderosos? Podemos ser tentados a pensar: "Eles só querem poder, sucesso e dinheiro. Não querem mesmo saber de Deus!" Mas não temos desculpas para não procurar alcançar essa classe de pessoas, pelas seguintes razões:
1. O chamado de Deus é para todos: "Deus tanto amou o mundo que deu o Seu Filho Unigênito, para que todo o que nEle crer não pereça, mas tenha a vida eterna" (Jo 3:16). Não há exclusões. O poderoso, o pobre, o rico e o religioso, todos são convidados pelo amor de Deus.
2. Deus decidiu nos usar. Deus poderia forçar os seres humanos a aceitá-Lo, ou enviar os anjos para que pregassem o evangelho de maneira imponente e irresistível. Mas isso seria contrário ao Seu amor e ao livre arbítrio que Ele concedeu à humanidade. Sendo assim, Ele escolheu trabalhar por meio de agentes humanos – pecadores alcançando pecadores. Dessa forma, faz parte do plano de Deus que nós – por mais "pequenos" que sejamos – levemos Sua mensagem, até mesmo aos que são considerados "grandes".
3. Os poderosos quase sempre são os que estão em maior necessidade do amor de Deus. Enviamos médicos aos enfermos. Deus envia Suas testemunhas aos poderosos. O poder deste mundo é vago e sem força. Os que possuem poder vivem em um mundo de promessas vazias e realidades sem esperança. Precisam desesperadamente do evangelho.
Como apresentar o evangelho aos poderosos? Em Atos 25 e 26, vemos Paulo dando seu extraordinário testemunho a Agripa. Ao fim do testemunho do apóstolo, Agripa, movido por forte emoção, exclamou: "Por pouco me persuades a me fazer cristão" (At 26:28, ARA). Aqui está um homem poderoso, profundamente impressionado. Qual foi a estratégia de Paulo? Ele simplesmente contou o que Deus fez por ele, como o Senhor o feriu no caminho de Damasco, como curou sua cegueira e como lhe deu vida. Nada sofisticado! Ele deu um simples testemunho pessoal do que Deus tinha feito por ele.
Paulo não saiu procurando os poderosos. O Espírito Santo o colocou no lugar em que seu testemunho devia ser dado. Era o lugar de um prisioneiro, um lugar de fraqueza. O testemunho para os poderosos geralmente virá de um fraco – um paradoxo. Isso faz parte dos planos de Deus. Não temos desculpas para não testemunhar!
Pense Nisto
- Por que a experiência pessoal é um testemunho mais forte do que a sofisticação intelectual?
- Por que as pessoas poderosas geralmente são as que mais necessitam do evangelho?
- O movimento adventista precisa testemunhar a todo o mundo antes que o fim venha. Como a igreja do Novo Testamento nos encoraja à grande missão?
Mãos à Bíblia
2. Leia Marcos 2:23-28; 3:1-6; Mateus 12:1-16. Como podemos ver que Jesus, apesar da hostilidade aberta contra Ele, estava tentando alcançar aqueles homens? O que Ele disse e fez que deveria ter tocado o coração deles?
É interessante que, ao lidar com essas pessoas, Jesus recorreu às Escrituras e à história sagrada, fontes que deveriam ter tocado os líderes religiosos. Jesus apelou àquilo que deveria ter sido um ponto em comum entre eles. Finalmente, os próprios milagres deveriam ter falado em voz alta a esses influentes líderes acerca do Homem extraordinário que estava entre eles.
Douglas Hosking | Williams Lake, Colúmbia Britânica, Canadá
CPB - Evidencia
Que desafio surgiu diante da igreja primitiva! O mundo embebido em escravidão, justiça parcial e tirania se estendeu diante de um grupo formado, em parte, por pescadores sem instrução e com a enorme tarefa de proclamar uma mensagem impopular. Isso só podia ser visto como algo impossível. O poderoso mundo romano jamais poderia ser virado de cabeça para baixo por um bando de amadores. Mas foi isso o que aconteceu! O poder de Deus testemunhou ao poder romano e mudou para sempre o mundo. Assim como a Igreja do Novo Testamento testemunhou, também hoje a igreja precisa continuar testemunhando.
Realmente precisamos testemunhar aos poderosos? Podemos ser tentados a pensar: "Eles só querem poder, sucesso e dinheiro. Não querem mesmo saber de Deus!" Mas não temos desculpas para não procurar alcançar essa classe de pessoas, pelas seguintes razões:
1. O chamado de Deus é para todos: "Deus tanto amou o mundo que deu o Seu Filho Unigênito, para que todo o que nEle crer não pereça, mas tenha a vida eterna" (Jo 3:16). Não há exclusões. O poderoso, o pobre, o rico e o religioso, todos são convidados pelo amor de Deus.
2. Deus decidiu nos usar. Deus poderia forçar os seres humanos a aceitá-Lo, ou enviar os anjos para que pregassem o evangelho de maneira imponente e irresistível. Mas isso seria contrário ao Seu amor e ao livre arbítrio que Ele concedeu à humanidade. Sendo assim, Ele escolheu trabalhar por meio de agentes humanos – pecadores alcançando pecadores. Dessa forma, faz parte do plano de Deus que nós – por mais "pequenos" que sejamos – levemos Sua mensagem, até mesmo aos que são considerados "grandes".
3. Os poderosos quase sempre são os que estão em maior necessidade do amor de Deus. Enviamos médicos aos enfermos. Deus envia Suas testemunhas aos poderosos. O poder deste mundo é vago e sem força. Os que possuem poder vivem em um mundo de promessas vazias e realidades sem esperança. Precisam desesperadamente do evangelho.
Como apresentar o evangelho aos poderosos? Em Atos 25 e 26, vemos Paulo dando seu extraordinário testemunho a Agripa. Ao fim do testemunho do apóstolo, Agripa, movido por forte emoção, exclamou: "Por pouco me persuades a me fazer cristão" (At 26:28, ARA). Aqui está um homem poderoso, profundamente impressionado. Qual foi a estratégia de Paulo? Ele simplesmente contou o que Deus fez por ele, como o Senhor o feriu no caminho de Damasco, como curou sua cegueira e como lhe deu vida. Nada sofisticado! Ele deu um simples testemunho pessoal do que Deus tinha feito por ele.
Paulo não saiu procurando os poderosos. O Espírito Santo o colocou no lugar em que seu testemunho devia ser dado. Era o lugar de um prisioneiro, um lugar de fraqueza. O testemunho para os poderosos geralmente virá de um fraco – um paradoxo. Isso faz parte dos planos de Deus. Não temos desculpas para não testemunhar!
Pense Nisto
- Por que a experiência pessoal é um testemunho mais forte do que a sofisticação intelectual?
- Por que as pessoas poderosas geralmente são as que mais necessitam do evangelho?
- O movimento adventista precisa testemunhar a todo o mundo antes que o fim venha. Como a igreja do Novo Testamento nos encoraja à grande missão?
Mãos à Bíblia
2. Leia Marcos 2:23-28; 3:1-6; Mateus 12:1-16. Como podemos ver que Jesus, apesar da hostilidade aberta contra Ele, estava tentando alcançar aqueles homens? O que Ele disse e fez que deveria ter tocado o coração deles?
É interessante que, ao lidar com essas pessoas, Jesus recorreu às Escrituras e à história sagrada, fontes que deveriam ter tocado os líderes religiosos. Jesus apelou àquilo que deveria ter sido um ponto em comum entre eles. Finalmente, os próprios milagres deveriam ter falado em voz alta a esses influentes líderes acerca do Homem extraordinário que estava entre eles.
Douglas Hosking | Williams Lake, Colúmbia Britânica, Canadá
23/02/2014
Aos grandes da Terra
Aos "grandes da Terra"
CPB - Introducao
Jesus deixou claro para Seus discípulos que Ele é o caminho único para o Pai (Jo 14:16), e que nossa crença e comprometimento para com Ele resultam em amor e obediência. Os seguidores comprometidos de Jesus farão o que Ele manda. Não reservaremos para nós mesmos pequenos cantinhos da nossa vida. Alcançaremos todos os tipos de pessoas ao cruzarem nosso caminho. Por isso, a lição desta semana é sobre discipular pessoas que têm poder.
Você já sentiu medo de testemunhar para pessoas importantes como seus professores, médicos, aqueles que governam sua cidade, etc.? Você alguma vez já sentiu que não era qualificado para fazer isso? Até mesmo os discípulos de Jesus devem ter se sentido assim uma vez ou outra. No entanto, das experiências deles aprendemos que "não foram revestidos da coragem e fortaleza dos mártires, senão quando essa graça se tornou necessária. Então se cumpriu a promessa do Salvador. Quando Pedro e João testificaram perante o conselho do Sinédrio, os homens 'se maravilharam; e tinham conhecimento que eles haviam estado com Jesus' (At 4:13). Acerca de Estêvão, acha-se escrito que 'todos os que estavam assentados no conselho, fixando os olhos nele, viram o seu rosto como o rosto de um anjo'. Os homens 'não podiam resistir à sabedoria, e ao espírito com que falava' (At 6:15 e 10). E Paulo, escrevendo a respeito de seu próprio julgamento na corte dos Césares, disse: 'Ninguém me assistiu na minha primeira defesa, antes todos me desampararam. [...] Mas o Senhor assistiu-me e fortaleceu-me, para que por mim fosse cumprida a pregação, e todos os gentios a ouvissem; e fiquei livre da boca do leão' (2Tm 4:16 e 17)."*
Que maravilhoso é saber que, quando estivermos na presença de alguma pessoa de influência, Deus estará ao nosso lado como sempre está, guiando nossas ações e palavras para que O vejam em nós! Por seu intermédio, a mensagem do evangelho pode ser proclamada aos "grandes da Terra" (Ap 18:23).
* Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 354, 355.
Mãos à Bíblia
1. Leia Romanos 13:1-7. Que importantes princípios encontramos ali? Que exemplos temos de abuso desses princípios? O que podemos aprender com esses erros, tanto em nossa história quanto na história da igreja cristã em geral?
A opressão e a brutalidade caracterizavam o Império Romano na época de Cristo. No entanto, é interessante que Jesus nunca defendeu qualquer tipo de rebelião contra esse governo nem a sonegação de impostos (Lc 20:25).
"O povo de Deus deve reconhecer o governo humano como algo ordenado por disposição divina, de modo que ensinará obediência a ele como sendo um sagrado dever, em sua legítima esfera. Entretanto, quando as suas pretensões entram em conflito com os reclamos de Deus, a Palavra de Deus precisa ser reconhecida como estando acima de toda e qualquer legislação humana" (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 402).
Myrna Furnish | Taylor, Michigan, EUA
CPB - Introducao
Jesus deixou claro para Seus discípulos que Ele é o caminho único para o Pai (Jo 14:16), e que nossa crença e comprometimento para com Ele resultam em amor e obediência. Os seguidores comprometidos de Jesus farão o que Ele manda. Não reservaremos para nós mesmos pequenos cantinhos da nossa vida. Alcançaremos todos os tipos de pessoas ao cruzarem nosso caminho. Por isso, a lição desta semana é sobre discipular pessoas que têm poder.
Você já sentiu medo de testemunhar para pessoas importantes como seus professores, médicos, aqueles que governam sua cidade, etc.? Você alguma vez já sentiu que não era qualificado para fazer isso? Até mesmo os discípulos de Jesus devem ter se sentido assim uma vez ou outra. No entanto, das experiências deles aprendemos que "não foram revestidos da coragem e fortaleza dos mártires, senão quando essa graça se tornou necessária. Então se cumpriu a promessa do Salvador. Quando Pedro e João testificaram perante o conselho do Sinédrio, os homens 'se maravilharam; e tinham conhecimento que eles haviam estado com Jesus' (At 4:13). Acerca de Estêvão, acha-se escrito que 'todos os que estavam assentados no conselho, fixando os olhos nele, viram o seu rosto como o rosto de um anjo'. Os homens 'não podiam resistir à sabedoria, e ao espírito com que falava' (At 6:15 e 10). E Paulo, escrevendo a respeito de seu próprio julgamento na corte dos Césares, disse: 'Ninguém me assistiu na minha primeira defesa, antes todos me desampararam. [...] Mas o Senhor assistiu-me e fortaleceu-me, para que por mim fosse cumprida a pregação, e todos os gentios a ouvissem; e fiquei livre da boca do leão' (2Tm 4:16 e 17)."*
Que maravilhoso é saber que, quando estivermos na presença de alguma pessoa de influência, Deus estará ao nosso lado como sempre está, guiando nossas ações e palavras para que O vejam em nós! Por seu intermédio, a mensagem do evangelho pode ser proclamada aos "grandes da Terra" (Ap 18:23).
* Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 354, 355.
Mãos à Bíblia
1. Leia Romanos 13:1-7. Que importantes princípios encontramos ali? Que exemplos temos de abuso desses princípios? O que podemos aprender com esses erros, tanto em nossa história quanto na história da igreja cristã em geral?
A opressão e a brutalidade caracterizavam o Império Romano na época de Cristo. No entanto, é interessante que Jesus nunca defendeu qualquer tipo de rebelião contra esse governo nem a sonegação de impostos (Lc 20:25).
"O povo de Deus deve reconhecer o governo humano como algo ordenado por disposição divina, de modo que ensinará obediência a ele como sendo um sagrado dever, em sua legítima esfera. Entretanto, quando as suas pretensões entram em conflito com os reclamos de Deus, a Palavra de Deus precisa ser reconhecida como estando acima de toda e qualquer legislação humana" (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 402).
Myrna Furnish | Taylor, Michigan, EUA
21/02/2014
Doador x dons
Você já escutou alguém dizer que "o dinheiro faz o mundo girar"?
Parece que o dinheiro pode conseguir quase tudo que quisermos – "quase" é
a palavra-chave. Quando precisamos de algo que o dinheiro não pode
comprar é que percebemos como ele realmente não tem tanto poder. Por
exemplo, converse com pessoas que tiveram experiências próximas à morte.
Eu garanto que elas lhe dirão que, naqueles momentos, se arrependeram
de não ter passado mais tempo em coisas que realmente importam, como se
relacionar com pessoas amadas ou fazer algo significativo na vida –
coisas que o dinheiro não pode comprar.
Nesta semana estudamos sobre o jovem rico que, assim como muitas pessoas hoje, tinha suas prioridades invertidas. Por que ele escolheu sua riqueza em vez de escolher o Salvador? Porque ele amava as riquezas mais do que Aquele que havia lhe dado a riqueza.
A propósito, de onde você acha que vem seu dinheiro? "Lembrem-se do Senhor, do seu Deus, pois é Ele que lhes dá a capacidade de produzir riqueza [...]" (Dt 8:18). Não é pelos nossos próprios esforços que conseguimos riquezas, mas pelo poder de Deus. Ele deseja nosso amor assim como a devoção e o desejo de servir que acompanham naturalmente nosso amor a Ele.
É bom amarmos os dons que Deus nos dá, mas jamais deveríamos amar mais os dons do que o Doador. Deus e Seu Filho nos deram todas as coisas, e um dos maiores dons é a vida abundante em Cristo (Jo 10:10). Isso é algo que dinheiro nenhum pode comprar! Quando amamos os presentes, mas nos esquecemos dAquele que os deu, perdemos o maior presente de todos – o relacionamento com a Fonte de todo o poder (Mt 28:18).
Nesta semana estudamos sobre o jovem rico que, assim como muitas pessoas hoje, tinha suas prioridades invertidas. Por que ele escolheu sua riqueza em vez de escolher o Salvador? Porque ele amava as riquezas mais do que Aquele que havia lhe dado a riqueza.
A propósito, de onde você acha que vem seu dinheiro? "Lembrem-se do Senhor, do seu Deus, pois é Ele que lhes dá a capacidade de produzir riqueza [...]" (Dt 8:18). Não é pelos nossos próprios esforços que conseguimos riquezas, mas pelo poder de Deus. Ele deseja nosso amor assim como a devoção e o desejo de servir que acompanham naturalmente nosso amor a Ele.
É bom amarmos os dons que Deus nos dá, mas jamais deveríamos amar mais os dons do que o Doador. Deus e Seu Filho nos deram todas as coisas, e um dos maiores dons é a vida abundante em Cristo (Jo 10:10). Isso é algo que dinheiro nenhum pode comprar! Quando amamos os presentes, mas nos esquecemos dAquele que os deu, perdemos o maior presente de todos – o relacionamento com a Fonte de todo o poder (Mt 28:18).
Pense Nisto
|
- Imagine que você tenha um filho e que o amor dele por você seja fundamentado no que você lhe dá. Ao crescer e sair de casa, ele o procurará somente quando precisar de algo. Como isso faria você se sentir? Como você acha que Deus Se sente quando interagimos com Ele dessa maneira? - Quando foi a última vez em que você parou para considerar tudo o que Deus tem lhe dado e reconhecer Sua mão o abençoando com cada uma dessas coisas? |
Mãos à obra
|
- Em seu culto matinal, cante o hino "Jesus é Melhor" (Hinário Adventista do Sétimo Dia, no 91, que tem por base Filipenses 3:8). Medite no significado profundo dessa canção. - Faça uma lista de modos pelos quais você pode usar seu dinheiro ou tempo para servir a outros em necessidade. Coloque em prática os planos que você listar. - Observe os pássaros em um parque ou em seu quintal. Reflita nas palavras de Jesus: "Nenhum deles [os pardais] cai no chão sem o consentimento do Pai de vocês" (Mt 10:29). O que isso tem que ver com o tema da lição desta semana |
20/02/2014
Onde esta o resouro
Onde está seu tesouro?
CPB - Aplicacao
Existe um ditado [em inglês] que diz: "Sua maneira de gastar seu dinheiro, mostra onde repousam suas prioridades". A Bíblia também nos diz a mesma coisa, em outras palavras: "Onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração" (Mt 6:21). Se gastamos nosso dinheiro somente em coisas deste mundo, estamos colocando o foco só no presente. Nossa maneira de usar o tempo e os recursos reflete o nível de relacionamento que temos com Deus. É importante que, periodicamente, olhemos para nossa vida e averiguemos onde está nosso tesouro. Ao você olhar para si mesmo, tire algum tempo para pensar, em espírito de oração, sobre os seguintes itens:
O que tem mais valor para mim? Você valoriza sua casa, carro e outros bens materiais mais do que as pessoas? Você está investindo seu tempo em conseguir mais "coisas", ou se dedica aos outros e se esforça para conduzi-los para mais perto de Jesus? As coisas que temos hoje estão aqui somente por um tempo, mas as coisas que fazemos por Deus são eternas.
Como vão minhas finanças? Você tem sido um bom mordomo do que Deus tem lhe dado? Se você percebe que não está usando seus recursos de modo que agrade ao Senhor, então este é um bom momento para traçar um plano de gastos diferente.
Como tenho usado meu tempo? O tempo é uma riqueza. Podemos usá-lo para nos aproximar de Deus e levar outros para perto dEle. Ou, em vez disso, podemos gastá-lo de forma egoísta, pensando apenas em nós mesmos. Se você sente que a maior parte de seu tempo está direcionada para "você", talvez seja a hora de mudar o foco.
O jovem rico se afastou de Jesus quando ouviu que precisava se separar de suas possessões terrestres. Devemos orar diligentemente para que nosso coração esteja aberto ao chamado de Jesus de tal maneira que, se Ele pedir o mesmo de nós, obedeçamos imediatamente.
O que tem impedido você de aceitar o "venha e siga-Me" de Jesus (Mt 19:21)?
Pense Nisto
Por que as finanças estão tão ligadas à nossa comunhão com Deus?
Mãos à Bíblia
5. Leia Mateus 19:16-26. Que perigos espirituais são revelados nessa passagem? Como os cristãos podem beneficiar os "jovens ricos" de hoje?
"Quantos têm vindo a Cristo, prontos a unir seus interesses com o dEle e, como o jovem rico, desejam ardentemente herdar a vida eterna! Mas quando o custo lhes é apresentado; quando lhes é dito que precisam abandonar tudo, casas e terras, esposa e filhos, e não julgar sua vida preciosa para si mesmos, eles se retiram tristes. Eles querem os tesouros celestiais e a vida que se compara com a vida de Deus, mas não estão dispostos a abrir mão de seus tesouros terrenos. Não estão dispostos a renunciar a tudo para ganhar a coroa da vida" (Ellen G. White, The Advent Review and Sabbath Herald, 19 de abril de 1898).
Kandace Zollman | Smithsburg, Maryland, EUA
fonte:
Escola Sabatina online
CPB - Aplicacao
Existe um ditado [em inglês] que diz: "Sua maneira de gastar seu dinheiro, mostra onde repousam suas prioridades". A Bíblia também nos diz a mesma coisa, em outras palavras: "Onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração" (Mt 6:21). Se gastamos nosso dinheiro somente em coisas deste mundo, estamos colocando o foco só no presente. Nossa maneira de usar o tempo e os recursos reflete o nível de relacionamento que temos com Deus. É importante que, periodicamente, olhemos para nossa vida e averiguemos onde está nosso tesouro. Ao você olhar para si mesmo, tire algum tempo para pensar, em espírito de oração, sobre os seguintes itens:
O que tem mais valor para mim? Você valoriza sua casa, carro e outros bens materiais mais do que as pessoas? Você está investindo seu tempo em conseguir mais "coisas", ou se dedica aos outros e se esforça para conduzi-los para mais perto de Jesus? As coisas que temos hoje estão aqui somente por um tempo, mas as coisas que fazemos por Deus são eternas.
Como vão minhas finanças? Você tem sido um bom mordomo do que Deus tem lhe dado? Se você percebe que não está usando seus recursos de modo que agrade ao Senhor, então este é um bom momento para traçar um plano de gastos diferente.
Como tenho usado meu tempo? O tempo é uma riqueza. Podemos usá-lo para nos aproximar de Deus e levar outros para perto dEle. Ou, em vez disso, podemos gastá-lo de forma egoísta, pensando apenas em nós mesmos. Se você sente que a maior parte de seu tempo está direcionada para "você", talvez seja a hora de mudar o foco.
O jovem rico se afastou de Jesus quando ouviu que precisava se separar de suas possessões terrestres. Devemos orar diligentemente para que nosso coração esteja aberto ao chamado de Jesus de tal maneira que, se Ele pedir o mesmo de nós, obedeçamos imediatamente.
O que tem impedido você de aceitar o "venha e siga-Me" de Jesus (Mt 19:21)?
Pense Nisto
Por que as finanças estão tão ligadas à nossa comunhão com Deus?
Mãos à Bíblia
5. Leia Mateus 19:16-26. Que perigos espirituais são revelados nessa passagem? Como os cristãos podem beneficiar os "jovens ricos" de hoje?
"Quantos têm vindo a Cristo, prontos a unir seus interesses com o dEle e, como o jovem rico, desejam ardentemente herdar a vida eterna! Mas quando o custo lhes é apresentado; quando lhes é dito que precisam abandonar tudo, casas e terras, esposa e filhos, e não julgar sua vida preciosa para si mesmos, eles se retiram tristes. Eles querem os tesouros celestiais e a vida que se compara com a vida de Deus, mas não estão dispostos a abrir mão de seus tesouros terrenos. Não estão dispostos a renunciar a tudo para ganhar a coroa da vida" (Ellen G. White, The Advent Review and Sabbath Herald, 19 de abril de 1898).
Kandace Zollman | Smithsburg, Maryland, EUA
fonte:
Escola Sabatina online
19/02/2014
A maior escolha
A maior escolha
CPB - Testemunho
"[O jovem rico] foi pronto em discernir o que as palavras de Cristo envolviam, e ficou triste. Se houvesse compreendido o valor do dom oferecido, desde logo teria se alistado entre os seguidores de Cristo. Era membro do honrado conselho dos judeus, e Satanás o estava tentando com lisonjeiras perspectivas quanto ao futuro. Queria o tesouro celestial, mas desejava igualmente as vantagens temporais que as riquezas lhe trariam. Entristeceu-se de que existissem essas condições; queria a vida eterna, mas não estava disposto a fazer o sacrifício. O custo da vida eterna pareceu-lhe grande demais e retirou-se triste; 'porque possuía muitas propriedades' (Mt 19:22).
"Sua afirmação de haver observado a lei divina era um engano. Mostrou que as riquezas eram seu ídolo. Não podia guardar os mandamentos de Deus, enquanto o mundo ocupasse o primeiro lugar em suas afeições. Amava os dons divinos mais que o próprio Doador. Cristo ofereceu ao jovem a convivência com Ele. 'Segue-Me', disse. Mas o Salvador não valia para ele mais do que seu próprio nome entre os homens, ou os bens que possuía. Renunciar ao tesouro terrestre, que era visível, pelo celestial, que não podia ver, era arriscar demais. Recusou o oferecimento da vida eterna, e foi embora, e daí em diante, o mundo haveria de receber sempre seu culto. Milhares estão passando por essa prova, pesando Cristo contra o mundo; e muitos são os que escolhem o mundo. [...]
"O trato de Cristo para com o jovem é apresentado como lição objetiva. Deus nos deu a regra de conduta que cada um de Seus servos deve seguir. É obediência à Sua lei, não somente a obediência formal, mas a que penetra na vida e se demonstra no caráter. Deus estabeleceu Sua norma de caráter para todos os que quiserem se tornar súditos de Seu reino. Unicamente os que se tornarem cooperadores de Cristo, só os que disserem: 'Senhor, tudo quanto possuo e sou Te pertence' serão reconhecidos como filhos e filhas de Deus. […] Pensem no que significa dizer 'Não' a Cristo. […] O Salvador Se oferece para participar conosco na obra que Deus nos deu a fazer. Propõe servir-Se dos meios que Deus nos deu, para levar avante Sua obra no mundo" (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 520, 523).
Mãos à Bíblia
4. Analise as seguintes passagens: Marcos 4:18, 19; Lucas 1:51-53; 6:22-25; 12:16-21; 16:13. Qual é o conselho prático desses versos? Quais são as advertências neles encontradas? Como essas passagens podem ser utilizadas na missão de fazer discípulos entre os ricos?
Embora os bens não sejam proibidos, eles devem ser colocados na devida perspectiva. Os bens materiais são instrumentos de Deus designados para beneficiar a humanidade. Eles se tornam bênçãos quando compartilhados e não quando são acumulados. Quando amontoados, tornam-se maldição. Pessoas materialistas, sejam ricas ou pobres, estão em perigo de sacrificar o bem-estar eterno pelos prazeres temporais. Todos, ricos ou pobres, precisam ser lembrados das palavras de Jesus em Marcos 8:36.
CPB - Testemunho
"[O jovem rico] foi pronto em discernir o que as palavras de Cristo envolviam, e ficou triste. Se houvesse compreendido o valor do dom oferecido, desde logo teria se alistado entre os seguidores de Cristo. Era membro do honrado conselho dos judeus, e Satanás o estava tentando com lisonjeiras perspectivas quanto ao futuro. Queria o tesouro celestial, mas desejava igualmente as vantagens temporais que as riquezas lhe trariam. Entristeceu-se de que existissem essas condições; queria a vida eterna, mas não estava disposto a fazer o sacrifício. O custo da vida eterna pareceu-lhe grande demais e retirou-se triste; 'porque possuía muitas propriedades' (Mt 19:22).
"Sua afirmação de haver observado a lei divina era um engano. Mostrou que as riquezas eram seu ídolo. Não podia guardar os mandamentos de Deus, enquanto o mundo ocupasse o primeiro lugar em suas afeições. Amava os dons divinos mais que o próprio Doador. Cristo ofereceu ao jovem a convivência com Ele. 'Segue-Me', disse. Mas o Salvador não valia para ele mais do que seu próprio nome entre os homens, ou os bens que possuía. Renunciar ao tesouro terrestre, que era visível, pelo celestial, que não podia ver, era arriscar demais. Recusou o oferecimento da vida eterna, e foi embora, e daí em diante, o mundo haveria de receber sempre seu culto. Milhares estão passando por essa prova, pesando Cristo contra o mundo; e muitos são os que escolhem o mundo. [...]
"O trato de Cristo para com o jovem é apresentado como lição objetiva. Deus nos deu a regra de conduta que cada um de Seus servos deve seguir. É obediência à Sua lei, não somente a obediência formal, mas a que penetra na vida e se demonstra no caráter. Deus estabeleceu Sua norma de caráter para todos os que quiserem se tornar súditos de Seu reino. Unicamente os que se tornarem cooperadores de Cristo, só os que disserem: 'Senhor, tudo quanto possuo e sou Te pertence' serão reconhecidos como filhos e filhas de Deus. […] Pensem no que significa dizer 'Não' a Cristo. […] O Salvador Se oferece para participar conosco na obra que Deus nos deu a fazer. Propõe servir-Se dos meios que Deus nos deu, para levar avante Sua obra no mundo" (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 520, 523).
Mãos à Bíblia
4. Analise as seguintes passagens: Marcos 4:18, 19; Lucas 1:51-53; 6:22-25; 12:16-21; 16:13. Qual é o conselho prático desses versos? Quais são as advertências neles encontradas? Como essas passagens podem ser utilizadas na missão de fazer discípulos entre os ricos?
Embora os bens não sejam proibidos, eles devem ser colocados na devida perspectiva. Os bens materiais são instrumentos de Deus designados para beneficiar a humanidade. Eles se tornam bênçãos quando compartilhados e não quando são acumulados. Quando amontoados, tornam-se maldição. Pessoas materialistas, sejam ricas ou pobres, estão em perigo de sacrificar o bem-estar eterno pelos prazeres temporais. Todos, ricos ou pobres, precisam ser lembrados das palavras de Jesus em Marcos 8:36.
18/02/2014
Prefixo Jesus
Prefiro Jesus
O problema de ser rico e famoso (Dt 8:17, 18; Dn 4:28-31; Mt 6:24). Paulo previne que "o amor ao dinheiro é raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram a si mesmas com muitos sofrimentos" (1Tm 6:10). Note que não é contra a riqueza que Paulo nos adverte, mas contra a atitude em relação ao dinheiro. Essa atitude acomete não apenas pessoas que já são ricas, mas também aquelas que procuram ser. No fim das contas, a pergunta é: A quem ou a que nos apegamos nesta vida? Não podemos nos apegar a Jesus e à riqueza, ao mesmo tempo. Um finalmente ocupará o lugar do outro em nós.
O triste exemplo do jovem rico (Mt 19:16-26; 1Co 10:11, 12). Um exemplo em que a riqueza ocupou o lugar de Cristo no coração de alguém é encontrado na história do jovem rico. Ele foi a Jesus buscando encontrar a chave para a vida eterna. Apesar de guardar meticulosamente os mandamentos, sabia que algo ainda estava faltando. Jesus lhe revelou o passo seguinte:
"Vá, venda os seus bens e dê o dinheiro aos pobres, e você terá um tesouro no Céu. Depois, venha e siga-Me'" (Mt 19:21). Para que pudesse usufruir do verdadeiro tesouro de seguir Jesus, ele tinha que abrir mão de seus tesouros terrenos. A história termina com o jovem indo embora pesaroso, "porque tinha muitas riquezas" (v. 22). Não é pecado ser rico, mas para aquele jovem a riqueza era um "deus".
A feliz história do coletor de impostos (Lc 19:1-10). Zaqueu é um exemplo de alguém que escolheu Cristo em lugar da riqueza e do poder. Sua vida inteira girava em torno do dinheiro. Muito dessa riqueza ele havia conseguido por meio de extorsão e roubo. Quando Jesus foi a Jericó e parou debaixo de uma árvore, chamando Zaqueu pelo nome, ele tinha uma decisão a tomar. Permitiria que Cristo entrasse em seu lar e em seu coração ou sua riqueza venceria? Mateus registra o que aconteceu: "Ele desceu rapidamente e O recebeu com alegria" (Lc 19:6). Os pronomes nesse texto são um pouco difíceis de desembaraçar, por isso não é muito fácil determinar quem recebeu quem "com alegria". Eu acho que Jesus e Zaqueu receberam um ao outro alegremente.
No caminho para a casa de Zaqueu, a multidão se queixou de que Jesus seria visitante de um pecador (de acordo com o conceito farisaico). O que eles não compreenderam é que Zaqueu não era mais um simples pecador. Era um pecador salvo. Ele havia se arrependido, confessado seus pecados ao restaurar o que havia roubado, e escolheu apegar-se a Jesus.
O escândalo de Jesus (Mt 9:10-13; Lc 5:27-32; 19:7). Jesus geralmente era criticado por passar tempo com os ricos e desacreditados. Passar tanto tempo com esse tipo de gente poderia manchar Seu caráter. Mas Sua missão era alcançá-los, revelar suas necessidades reais e convidá-los a escolhê-Lo. Seu propósito verdadeiro é demonstrado nestas palavras, quando Ele comia com cobradores de impostos e pecadores na casa de Mateus: "Ouvindo isso, Jesus disse: 'Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes. […] Pois Eu não vim chamar justos, mas pecadores'" (Mt 9:12, 13). Hoje, Jesus continua a alcançar todo aquele que se entrega a Ele. Cristo nos convida a nos unirmos a Ele, não à riqueza e à fama. Somente seguindo-O podemos encontrar o tesouro que durará por toda a eternidade.
O pai da poetisa e compositora Rhea Miller era bêbado e não queria nada com religião. No entanto, ele foi salvo e se tornou ministro. Em 1922, ela estava refletindo no testemunho dele, de como ele preferiria ter Jesus a todo o ouro e prata no mundo, e todas as casas e terras que o dinheiro poderia comprar. Assim, essas palavras nasceram na mente dela: "Jesus é melhor, sim, que ouro e bens. Jesus é melhor do que tudo que tens; melhor que riquezas e posições; melhor muito mais do que milhões."1
Enquanto algumas versões da história dizem que Miller também escreveu a música para esta canção, existe outra versão que afirma que as palavras dela foram pegas por uma mulher chamada Bev Shea que estava preocupada com seu filho George. Ela deixou as palavras no piano, esperando que ele as encontrasse. Quando ele as achou, ficou tão impressionado com elas que se sentou ao piano e compôs uma melodia para acompanhá-las. Aquela música mudou a vida dele. Por causa de sua poderosa voz, foi oferecido a George Beverly Shea um contrato para cantar para a National Broadcasting Company [Companhia Nacional de Rádio nos Estados Unidos]. Em vez disso, tornou-se o cantor evangelista para Billy Graham e, assim, pôde cantar esse hino ao redor do mundo.2
1. "Jesus é Melhor", Hinário Adventista do Sétimo Dia, no 91.
2. TanBible.com. I'd Rather Have Jesus (1), http://www.tanbible.com/
Pense Nisto
- O que as escolhas que você tem feito revelam sobre quem ou o que é mais importante para você?
- Se, de repente, você ganhasse uma grande quantia de dinheiro, como isso mudaria seu jeito de ser?
- O que você está segurando com mais força em sua vida?
Mãos à Bíblia
3. Compare Mateus 9:10-13 com Lucas 5:27-32; 19:1-10. O que motivou a crítica dirigida a Jesus? O que Sua reação à crítica nos ensina sobre a graça?
Zelosos patriotas desprezavam até mesmo os honestos cobradores de impostos, vendo-os como instrumentos de seus opressores romanos, mas desprezavam muito mais os desonestos como Zaqueu. Mateus (Levi) ocupou função semelhante em Cafarnaum. Tendo assumido o papel de agentes do governo romano, eles eram vistos como traidores, ou pior, como traidores ladrões. No entanto, Cristo não Se intimidou com isso. Desafiando as restrições sociais, jantou com eles, atraindo intensas críticas da parte dos sacerdotes e das pessoas comuns. Pela interação de Jesus com eles, esses homens desprezados foram ganhos para o evangelho.
Franke J. Zollman | Smithsburg, Maryland, EUA
14/02/2014
Evangelismo ao estilo de Jesus
Evangelismo ao estilo de Jesus
As últimas palavras registradas de Jesus aos Seus discípulos são sobre a "grande comissão": "Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que Eu lhes ordenei. E Eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos'" (Mt 28:19, 20). A Igreja Adventista leva essa comissão a sério, como podemos ver em sua história de enviar missionários ao redor do mundo e organizar campanhas evangelísticas. No entanto, esse tipo de evangelismo nem sempre funciona em todos os contextos, particularmente com aqueles que se encontram à margem da sociedade.
A história de Jesus e a mulher junto ao poço nos mostra uma abordagem diferente. Como homem, judeu e Filho de Deus, Jesus tinha toda razão para declarar Sua autoridade sobre essa mulher, que era uma samaritana e tinha um casamento irregular. Apesar disso, Ele fez o contrário. Quando a mulher se encontrou com Jesus, Ele estava cansado, sedento e sozinho. Em vez de ordenar a ela que Lhe desse água ou simplesmente ignorá-la (como judeus e samaritanos faziam uns com os outros), Jesus pediu ajuda, afirmando assim a dignidade dela e cativando sua atenção.* Ao mostrar respeito e consideração pela mulher, Cristo construiu uma ponte que Lhe permitiu mudar a conversa naturalmente da água física para a água da vida e o poder do evangelho.
Após encontrar Jesus, a mulher se tornou uma evangelista, encorajando cada pessoa de sua cidade a ir e escutar o que Ele tinha a dizer. O motivo dela? "Venham ver um homem que me disse tudo o que tenho feito" (Jo 4:29). Evangelismo ao estilo de Jesus consiste em conversas pessoais entre pessoas a respeito de coisas importantes para elas. É uma avenida de duas mãos. Quando os discípulos retornaram e ofereceram a Jesus comida, Ele respondeu que já tinha alimento (v. 32). Algo a respeito do encontro com a mulher junto ao poço também O deixou satisfeito.
* Kenneth E. Bailey, Jesus through Middle Eastern Eyes (Downers Grove, Ill.: InterVarsity Press, 2008), p. 205.
Pense Nisto
Alguns comentaristas veem a mulher no poço como a primeira evangelista feminina. O que essa história tem a dizer sobre o papel da mulher na igreja?
As últimas palavras registradas de Jesus aos Seus discípulos são sobre a "grande comissão": "Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que Eu lhes ordenei. E Eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos'" (Mt 28:19, 20). A Igreja Adventista leva essa comissão a sério, como podemos ver em sua história de enviar missionários ao redor do mundo e organizar campanhas evangelísticas. No entanto, esse tipo de evangelismo nem sempre funciona em todos os contextos, particularmente com aqueles que se encontram à margem da sociedade.
A história de Jesus e a mulher junto ao poço nos mostra uma abordagem diferente. Como homem, judeu e Filho de Deus, Jesus tinha toda razão para declarar Sua autoridade sobre essa mulher, que era uma samaritana e tinha um casamento irregular. Apesar disso, Ele fez o contrário. Quando a mulher se encontrou com Jesus, Ele estava cansado, sedento e sozinho. Em vez de ordenar a ela que Lhe desse água ou simplesmente ignorá-la (como judeus e samaritanos faziam uns com os outros), Jesus pediu ajuda, afirmando assim a dignidade dela e cativando sua atenção.* Ao mostrar respeito e consideração pela mulher, Cristo construiu uma ponte que Lhe permitiu mudar a conversa naturalmente da água física para a água da vida e o poder do evangelho.
Após encontrar Jesus, a mulher se tornou uma evangelista, encorajando cada pessoa de sua cidade a ir e escutar o que Ele tinha a dizer. O motivo dela? "Venham ver um homem que me disse tudo o que tenho feito" (Jo 4:29). Evangelismo ao estilo de Jesus consiste em conversas pessoais entre pessoas a respeito de coisas importantes para elas. É uma avenida de duas mãos. Quando os discípulos retornaram e ofereceram a Jesus comida, Ele respondeu que já tinha alimento (v. 32). Algo a respeito do encontro com a mulher junto ao poço também O deixou satisfeito.
* Kenneth E. Bailey, Jesus through Middle Eastern Eyes (Downers Grove, Ill.: InterVarsity Press, 2008), p. 205.
Pense Nisto
Alguns comentaristas veem a mulher no poço como a primeira evangelista feminina. O que essa história tem a dizer sobre o papel da mulher na igreja?
11/02/2014
Amor aos rejeitados
Amor aos rejeitados
"Eram os rejeitados, os publicanos e pecadores, os desprezados pelos povos, que Cristo chamava, e por Sua amorável bondade os compelia a aproximar-se dEle. A classe que Ele nunca favorecia era a daqueles que ficavam à parte na própria estima, e olhavam os outros de alto para baixo" (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 164).
Quando Cristo comia com os publicanos e pecadores, "os fariseus e os mestres da Lei O criticavam: 'Este homem recebe pecadores e come com eles'" (Lc 15:2). "Por essa acusação insinuaram que Cristo tinha prazer em Se associar com os pecadores e vis, e era insensível à sua impiedade. Os rabinos ficaram desapontados com Jesus. Por que Aquele que pretendia ter tão elevado caráter não Se relacionava com eles, e não seguia seus métodos de ensino? Por que andava tão despretensiosamente, atuando entre todas as classes? Se fosse profeta verdadeiro, diziam, estaria em harmonia com eles e trataria os publicanos e pecadores com a indiferença que mereciam. Irritava a esses guardiões da sociedade, que Aquele com quem tinham constantes disputas, cuja pureza de vida os aterrorizava e condenava, Se relacionasse em aparente simpatia com os párias da sociedade. Não Lhe aprovavam os métodos. Consideravam-se muito ilustrados, cultos e preeminentemente religiosos; mas o exemplo de Cristo lhes desmascarou o egoísmo" (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 185).
"Os judeus ensinavam que o pecador devia se arrepender antes de lhe ser oferecido o amor de Deus. A seu parecer, o arrependimento é obra pela qual os homens ganham o favor do Céu. Foi esse pensamento que induziu os fariseus atônitos e irados a exclamar: 'Este recebe pecadores' (Lc 15:2). Conforme sua suposição, Jesus não devia permitir que pessoa alguma a Ele se achegasse sem se ter arrependido. Mas na parábola da ovelha perdida, Cristo ensina que a salvação não é alcançada por procurarmos a Deus, mas porque Deus nos procura. […] Não nos arrependemos para que Deus nos ame, porém Ele nos revela Seu amor para que nos arrependamos" (Ibidem, p. 189).
Pense Nisto
Reflita na última frase do texto. O que isso significa para você?
Mãos à Bíblia
3. Leia Marcos 5:1-20. Compare a situação desse homem com a dos modernos moradores de rua e dos doentes mentais. Note eventuais semelhanças e diferenças. Como a sociedade moderna trata as pessoas que sofrem de doenças mentais? Por que Jesus ordenou que essa cura fosse divulgada, embora Ele sempre tenha aconselhado outros a manter segredo?
De nossa perspectiva, é difícil imaginar alguém numa situação tão terrível, a ponto de viver num cemitério. Embora alguns argumentem que esse homem era simplesmente um louco, o texto ensina o contrário. Além disso, como essa ideia se encaixa com o que aconteceu com os porcos? Um ponto crucial nessa história é que ninguém, não importa quão insano esteja – quer por possessão demoníaca, doença mental ou uso de drogas – deve ser ignorado. Em alguns casos, é necessária ajuda profissional, que deve ser providenciada quando possível. Como cristãos, devemos lembrar-nos de que Cristo morreu por todos e mesmo aqueles a quem consideramos fora de nosso alcance merecem toda compaixão, respeito e bondade possíveis.
Fonte: Escola Sabatina
"Eram os rejeitados, os publicanos e pecadores, os desprezados pelos povos, que Cristo chamava, e por Sua amorável bondade os compelia a aproximar-se dEle. A classe que Ele nunca favorecia era a daqueles que ficavam à parte na própria estima, e olhavam os outros de alto para baixo" (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 164).
Quando Cristo comia com os publicanos e pecadores, "os fariseus e os mestres da Lei O criticavam: 'Este homem recebe pecadores e come com eles'" (Lc 15:2). "Por essa acusação insinuaram que Cristo tinha prazer em Se associar com os pecadores e vis, e era insensível à sua impiedade. Os rabinos ficaram desapontados com Jesus. Por que Aquele que pretendia ter tão elevado caráter não Se relacionava com eles, e não seguia seus métodos de ensino? Por que andava tão despretensiosamente, atuando entre todas as classes? Se fosse profeta verdadeiro, diziam, estaria em harmonia com eles e trataria os publicanos e pecadores com a indiferença que mereciam. Irritava a esses guardiões da sociedade, que Aquele com quem tinham constantes disputas, cuja pureza de vida os aterrorizava e condenava, Se relacionasse em aparente simpatia com os párias da sociedade. Não Lhe aprovavam os métodos. Consideravam-se muito ilustrados, cultos e preeminentemente religiosos; mas o exemplo de Cristo lhes desmascarou o egoísmo" (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 185).
"Os judeus ensinavam que o pecador devia se arrepender antes de lhe ser oferecido o amor de Deus. A seu parecer, o arrependimento é obra pela qual os homens ganham o favor do Céu. Foi esse pensamento que induziu os fariseus atônitos e irados a exclamar: 'Este recebe pecadores' (Lc 15:2). Conforme sua suposição, Jesus não devia permitir que pessoa alguma a Ele se achegasse sem se ter arrependido. Mas na parábola da ovelha perdida, Cristo ensina que a salvação não é alcançada por procurarmos a Deus, mas porque Deus nos procura. […] Não nos arrependemos para que Deus nos ame, porém Ele nos revela Seu amor para que nos arrependamos" (Ibidem, p. 189).
Pense Nisto
Reflita na última frase do texto. O que isso significa para você?
Mãos à Bíblia
3. Leia Marcos 5:1-20. Compare a situação desse homem com a dos modernos moradores de rua e dos doentes mentais. Note eventuais semelhanças e diferenças. Como a sociedade moderna trata as pessoas que sofrem de doenças mentais? Por que Jesus ordenou que essa cura fosse divulgada, embora Ele sempre tenha aconselhado outros a manter segredo?
De nossa perspectiva, é difícil imaginar alguém numa situação tão terrível, a ponto de viver num cemitério. Embora alguns argumentem que esse homem era simplesmente um louco, o texto ensina o contrário. Além disso, como essa ideia se encaixa com o que aconteceu com os porcos? Um ponto crucial nessa história é que ninguém, não importa quão insano esteja – quer por possessão demoníaca, doença mental ou uso de drogas – deve ser ignorado. Em alguns casos, é necessária ajuda profissional, que deve ser providenciada quando possível. Como cristãos, devemos lembrar-nos de que Cristo morreu por todos e mesmo aqueles a quem consideramos fora de nosso alcance merecem toda compaixão, respeito e bondade possíveis.
Fonte: Escola Sabatina
10/02/2014
Para Todos
Boas-novas (Is 61:1, 2; Lc 4:17-21; 7:18-27). A profecia de Isaías que Jesus escolheu citar no início de Seu ministério prometia boas-novas ao pobre e liberdade ao oprimido. Quando os discípulos de João Batista perguntaram se Ele era mesmo o Messias, Jesus respondeu: "Voltem e anunciem a João o que vocês viram e ouviram: os cegos veem, os aleijados andam [...] e as boas-novas são pregadas aos pobres'" (Lc 7:22).
A missão de Jesus para o rejeitado, o marginalizado e o pobre é muito mais que uma evidência de um Deus amoroso e misericordioso. É um sinal profético cumprido e uma revelação de Seu caráter messiânico.
Felizes são os pobres (Mt 5:1-12; Lc 6:20-26). Dois escritores dos evangelhos nos dão versões alternativas das bem-aventuranças. A versão de Mateus é frequentemente a mais citada, talvez por causa das bênçãos prometidas nela. Mas a versão de Lucas torna a leitura desconfortável para todos aqueles que passam a vida desejando conforto e segurança materiais. Cristo contrasta as bênçãos da pobreza e o fardo da riqueza (lembrando que ser rico não é necessariamente um pecado, o problema é o amor ao dinheiro – 1Tm 6:10). Jesus promete bênçãos aos que são pobres (que, por sua condição, geralmente não têm muito a que se apegar, senão Deus), que têm fome, que choram e que são odiados. Essas bênçãos são, então, comparadas à situação do rico, do bem alimentado, daqueles "que agora riem", e daqueles de quem todos falam bem.
Não justos, mas pecadores (Mc 2:17). Quem são os pecadores que Jesus veio chamar? Em Seu tempo, o termo "pecador" se referia a uma classe de pessoas que não viviam de acordo com as leis religiosas e civis. Os fariseus definiram as práticas legais tão estreitamente que, aos olhos deles, muitas pessoas caíam na categoria de pecador. Além disso, os gentios, por não serem parte do povo da aliança, não estavam sujeitos às leis de Israel e, por isso, também eram chamados pecadores. Isso explica por que os cobradores de impostos eram chamados pecadores. Eles estavam colaborando com os ocupantes romanos, além de eles mesmos serem desonestos.
Essa classe era vista com maus olhos pelos que se consideravam "religiosos perfeitos". Curiosamente, os "pecadores", segundo os padrões farisaicos, deram mais atenção aos ensinamentos de Cristo do que os que se consideravam puros e obedientes. Muitos "pecadores" se converteram, enquanto a maioria dos líderes religiosos continuou em sua incredulidade.
Vivendo a essência da Lei (Mc 10:17-22; Lc 6:1-11). O jovem rico havia guardado os mandamentos a vida inteira. Mas Jesus o desafiou a ir além e doar todas as suas posses. Pense em Jesus curando o homem com a mão ressequida ou colhendo grãos no sábado, em desacordo com a tradição dos fariseus. Pense nEle estendendo a mão para a mulher samaritana no poço. Em cada um desses casos, Cristo estava demonstrando que quaisquer que sejam as regras que seguirmos, todas as nossas ações precisam estar fundamentadas no princípio número um da Lei – o amor.
Assim como Cristo dava atenção especial àqueles que eram postos à margem da sociedade, é parte da nossa missão estender a mensagem do Evangelho aos que, por qualquer motivo, são vítimas de preconceito e exclusão. Afinal, a cruz do Calvário foi levantada em favor de todos nós.
1. James D. G. Dunn, Jesus' Call to Discipleship (United Kingdom: Cambridge University Press, 1992), p. 91.
2. Ibidem.
Pense Nisto
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- Quando buscamos guardar os mandamentos, qual é o perigo de colocarmos o foco na letra da Lei e esquecermos seu princípio fundamental – o amor? - Seja sincero: Você se importa com as pessoas ao seu redor? O que precisa mudar em sua vida para que você se preocupe mais com o próximo? - Você somente fala às pessoas a respeito de Cristo ou também mostra quem Ele é pelo modo de tratar os outros? |
Mãos à Bíblia
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2. Leia João 8:1-11. Que lições esse relato oferece sobre a maneira de tratar pecadores rejeitados? "Aquele que dentre vós estiver sem pecado [...]" (Jo 8:7). Essas palavras nivelaram as coisas. Pessoas sem pecado poderiam ser autorizadas a executar a punição sem piedade. Entretanto, em certo sentido, as pessoas pecadoras eram obrigadas a ser misericordiosas. Mas, com exceção de Jesus, não havia ali pessoas sem pecado. Gradualmente, os líderes religiosos se dispersaram, e aquela mulher socialmente excluída, embora fosse culpada, recebeu a graça. fonte:http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/jovens/2014/lj712014.html#segunda |
07/02/2014
Solte a Linha
Solte a linha!
Um amigo meu escreveu: "Como empinar uma pipa, a maioria das coisas consistem em saber quando dar um puxãozinho e quando soltar. Pasme, mas soltar a linha é o jeito de endireitar uma pipa descontrolada. Parece ilógico, mas é assim!" O mesmo acontece com o discipulado. Ser discípulo implica colocar Jesus em primeiro lugar. Depois de fazermos isso, é preciso então soltar as linhas que nos prendem no emaranhado do pecado e na zona de conforto e nos lançar na imensidão do amor e da graça de Deus. Ralph Waldo Emerson escreveu: "Quem você é fala tão alto que não consigo escutar o que você está dizendo."* Devemos nos soltar do egocentrismo e voar para os braços de Cristo.
Os verdadeiros discípulos mostram o fruto do Espírito Santo em seus pensamentos, palavras e ações. Os verdadeiros discípulos colocam os outros antes de si mesmos em suas prioridades. Os verdadeiros discípulos contam aos outros sobre Cristo, compartilhando seu conhecimento e experiência.
Somos responsáveis pelas pessoas com quem interagimos. Devemos refletir para elas um retrato fiel de Jesus com o melhor de nossas habilidades. Contudo, não somos responsáveis pela maneira com que elas respondem. Sempre haverá os que resistem, não por nossa culpa. O importante é que você "solte a linha" e faça sua parte.
* http://thinkexist.com/ quotation/ who_you_are_speaks_so_loudl y_i_can-t_hear_what/ 14497.html (acessado em 6 de dezembro de 2012).
Pense Nisto
Que "linhas" você precisa soltar em sua vida, para que os ventos do amor de Deus endireitem você?
Mãos à obra
- Entreviste um membro idoso de sua igreja que não tenha nascido em lar adventista. Pergunte sobre sua decisão de seguir Jesus e se unir à igreja. Do que ele, ou ela, abriu mão para seguir Jesus e por que fez essa escolha. Também pergunte sobre as bênçãos que tem experimentado ao longo de sua vida. Grave ou filme a entrevista, edite e compartilhe.
- Pense em pessoas em sua igreja ou na comunidade que servem fielmente, mas são pouco reconhecidas ou recebem pouco agradecimento. Escreva-lhes um cartão de gratidão.
- Pesquise a vida de um líder que tenha vindo de um começo humilde – talvez Abraham Lincoln, Nelson Mandela, Aung San Suu Kyi, Martin Luther King Jr., ou um líder na história de sua nação. Que momento os trouxe à proeminência? Quais aspectos do caráter ou crenças deles os prepararam para aquela oportunidade ou chamado?
- Prepare uma refeição saudável utilizando basicamente arroz, grãos ou legumes. Explore como você pode tornar especiais esses ingredientes comuns adicionando as melhores ervas e temperos que você tiver. Faça uma aplicação disso à vida espiritual.
- Assista às cenas do chamado dos discípulos em algum filme sobre os Evangelhos (você pode achar no YouTube). Imagine como deve ter sido para esses homens ser chamados para seguir esse "estranho" Rabi. Como você teria respondido no lugar deles?
fonte: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/jovens/2014/lj612014.html#sexta
Um amigo meu escreveu: "Como empinar uma pipa, a maioria das coisas consistem em saber quando dar um puxãozinho e quando soltar. Pasme, mas soltar a linha é o jeito de endireitar uma pipa descontrolada. Parece ilógico, mas é assim!" O mesmo acontece com o discipulado. Ser discípulo implica colocar Jesus em primeiro lugar. Depois de fazermos isso, é preciso então soltar as linhas que nos prendem no emaranhado do pecado e na zona de conforto e nos lançar na imensidão do amor e da graça de Deus. Ralph Waldo Emerson escreveu: "Quem você é fala tão alto que não consigo escutar o que você está dizendo."* Devemos nos soltar do egocentrismo e voar para os braços de Cristo.
Os verdadeiros discípulos mostram o fruto do Espírito Santo em seus pensamentos, palavras e ações. Os verdadeiros discípulos colocam os outros antes de si mesmos em suas prioridades. Os verdadeiros discípulos contam aos outros sobre Cristo, compartilhando seu conhecimento e experiência.
Somos responsáveis pelas pessoas com quem interagimos. Devemos refletir para elas um retrato fiel de Jesus com o melhor de nossas habilidades. Contudo, não somos responsáveis pela maneira com que elas respondem. Sempre haverá os que resistem, não por nossa culpa. O importante é que você "solte a linha" e faça sua parte.
* http://thinkexist.com/
Pense Nisto
Que "linhas" você precisa soltar em sua vida, para que os ventos do amor de Deus endireitem você?
Mãos à obra
- Entreviste um membro idoso de sua igreja que não tenha nascido em lar adventista. Pergunte sobre sua decisão de seguir Jesus e se unir à igreja. Do que ele, ou ela, abriu mão para seguir Jesus e por que fez essa escolha. Também pergunte sobre as bênçãos que tem experimentado ao longo de sua vida. Grave ou filme a entrevista, edite e compartilhe.
- Pense em pessoas em sua igreja ou na comunidade que servem fielmente, mas são pouco reconhecidas ou recebem pouco agradecimento. Escreva-lhes um cartão de gratidão.
- Pesquise a vida de um líder que tenha vindo de um começo humilde – talvez Abraham Lincoln, Nelson Mandela, Aung San Suu Kyi, Martin Luther King Jr., ou um líder na história de sua nação. Que momento os trouxe à proeminência? Quais aspectos do caráter ou crenças deles os prepararam para aquela oportunidade ou chamado?
- Prepare uma refeição saudável utilizando basicamente arroz, grãos ou legumes. Explore como você pode tornar especiais esses ingredientes comuns adicionando as melhores ervas e temperos que você tiver. Faça uma aplicação disso à vida espiritual.
- Assista às cenas do chamado dos discípulos em algum filme sobre os Evangelhos (você pode achar no YouTube). Imagine como deve ter sido para esses homens ser chamados para seguir esse "estranho" Rabi. Como você teria respondido no lugar deles?
fonte: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/jovens/2014/lj612014.html#sexta
06/02/2014
Características do verdadeiro discipulado
Características do verdadeiro discipulado
Se um discípulo é um seguidor e alguém que ajuda a espalhar as doutrinas de outra pessoa, então um discípulo cristão é uma pessoa que segue Jesus Cristo e ajuda a espalhar Suas boas-novas. Discipulado cristão é um processo de toda a vida e, de acordo com as Escrituras, ser um discípulo cristão envolve crescimento pessoal com as seguintes características:
1. Jesus em primeiro lugar em todos os aspectos da vida (Mc 8:34-38; Fp 1:20). Nossa prioridade deve ser exaltar a Cristo em tudo o que fazemos. Precisamos colocar nosso foco em agradá-Lo e não a nós mesmos nem aos outros. Devemos nos despir de nós mesmos e nos vestir de Cristo.
2. Fidelidade aos ensinos de Jesus (1Sm 15:22; Jo 8:31, 32). Deus deseja que Lhe obedeçamos, não importa quais sejam as consequências ou circunstâncias. A obediência é um teste de fé, e Jesus é o exemplo perfeito da obediência completa para com o Pai: obediência até à morte (Fp 3:6-8).
3. Frutos (Jo 15:5-8). Devemos permanecer em Cristo e permitir que Seu Santo Espírito influencie nossos pensamentos, palavras e ações. A mudança autêntica vem de dentro para fora, por meio do poder do Espírito Santo.
4. Amor aos outros discípulos (Jo 13:34, 35). 1 Coríntios 13:1-13 e 1 João 3:10 nos ensinam que o amor não é apenas uma emoção. É também ação, comportamento. O amor não aparece de maneira mágica em nosso coração. Precisamos estar envolvidos no processo. Filipenses 2:3, 4 nos aconselha a considerar mais os outros do que nós mesmos e a observar as necessidades das pessoas.
Mãos à Bíblia
5. O que os seguintes textos ensinam sobre a igualdade humana? Considerando o contexto cultural da época, e dos escritores da Bíblia, por que não deve ter sido fácil para eles entender esse conceito crucial? Gl 3:28, 29; Tg 2:1-9;
1Pe 1:17; 2:9; 1Jo 3:16-19
Leia Atos 2:43-47; 4:32-37. De que forma os primeiros cristãos praticaram o princípio da aceitação universal? Como a ideia de que Deus ama as pessoas comuns permitiu a expansão explosiva do cristianismo primitivo? Ao mesmo tempo, precisamos perguntar a nós mesmos: Temos aplicado esses princípios à nossa maneira de ministrar ao mundo? O que nos impede de fazer o melhor nessa área importante?
Se um discípulo é um seguidor e alguém que ajuda a espalhar as doutrinas de outra pessoa, então um discípulo cristão é uma pessoa que segue Jesus Cristo e ajuda a espalhar Suas boas-novas. Discipulado cristão é um processo de toda a vida e, de acordo com as Escrituras, ser um discípulo cristão envolve crescimento pessoal com as seguintes características:
1. Jesus em primeiro lugar em todos os aspectos da vida (Mc 8:34-38; Fp 1:20). Nossa prioridade deve ser exaltar a Cristo em tudo o que fazemos. Precisamos colocar nosso foco em agradá-Lo e não a nós mesmos nem aos outros. Devemos nos despir de nós mesmos e nos vestir de Cristo.
2. Fidelidade aos ensinos de Jesus (1Sm 15:22; Jo 8:31, 32). Deus deseja que Lhe obedeçamos, não importa quais sejam as consequências ou circunstâncias. A obediência é um teste de fé, e Jesus é o exemplo perfeito da obediência completa para com o Pai: obediência até à morte (Fp 3:6-8).
3. Frutos (Jo 15:5-8). Devemos permanecer em Cristo e permitir que Seu Santo Espírito influencie nossos pensamentos, palavras e ações. A mudança autêntica vem de dentro para fora, por meio do poder do Espírito Santo.
4. Amor aos outros discípulos (Jo 13:34, 35). 1 Coríntios 13:1-13 e 1 João 3:10 nos ensinam que o amor não é apenas uma emoção. É também ação, comportamento. O amor não aparece de maneira mágica em nosso coração. Precisamos estar envolvidos no processo. Filipenses 2:3, 4 nos aconselha a considerar mais os outros do que nós mesmos e a observar as necessidades das pessoas.
Mãos à Bíblia
5. O que os seguintes textos ensinam sobre a igualdade humana? Considerando o contexto cultural da época, e dos escritores da Bíblia, por que não deve ter sido fácil para eles entender esse conceito crucial? Gl 3:28, 29; Tg 2:1-9;
1Pe 1:17; 2:9; 1Jo 3:16-19
Leia Atos 2:43-47; 4:32-37. De que forma os primeiros cristãos praticaram o princípio da aceitação universal? Como a ideia de que Deus ama as pessoas comuns permitiu a expansão explosiva do cristianismo primitivo? Ao mesmo tempo, precisamos perguntar a nós mesmos: Temos aplicado esses princípios à nossa maneira de ministrar ao mundo? O que nos impede de fazer o melhor nessa área importante?
05/02/2014
Jovens comuns, obras incomuns
Jovens comuns, obras incomuns
Ellen White escreveu para os jovens as palavras abaixo. Mas, elas se aplicam muito bem também a pessoas de qualquer idade. "João diz: 'Filhinhos, eu lhes escrevi porque vocês conhecem o Pai. Pais, eu lhes escrevi porque vocês conhecem Aquele que é desde o princípio. Jovens, eu lhes escrevi, porque vocês são fortes, e em vocês a Palavra de Deus permanece e vocês venceram o Maligno. Não amem o mundo nem o que nele há. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele. Pois tudo o que há no mundo – a cobiça da carne, a cobiça dos olhos e a ostentação dos bens – não provêm do Pai, mas do mundo. O mundo e sua cobiça passam, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre' (1Jo 2:14-17).
"Oh! Pudessem os jovens apreciar o alto destino a que são chamados! Ponderem bem as veredas de seus pés. Comecem sua obra com elevado e santo propósito e estejam decididos, mediante o poder da graça divina, a não se desviarem do caminho da retidão. Se vocês começarem a ir em direção errada, cada passo será cheio de perigo e desastre, e continuarão a se afastar da verdade, da segurança e do êxito. Vocês precisam de que seu intelecto seja fortalecido, suas energias morais vivificadas pelo poder divino. A causa de Deus requer as mais elevadas faculdades do ser e, em muitos campos, há urgente necessidade de jovens com habilidades literárias. Há necessidade de homens a quem se possa confiar o trabalho em extensos campos que hoje se acham brancos para a ceifa. Jovens de aptidões comuns, que se entreguem completamente a Deus e não sejam corrompidos por vícios e impurezas, hão de ter êxito e ser habilitados a fazer uma grande obra para Deus" (Ellen G. White, Mensagens aos Jovens, p. 22).
"É de disciplina de espírito, pureza de coração e pensamento que se necessita. Isso é mais valioso do que brilhante talento, tato ou conhecimento. A mente comum, educada a obedecer a um 'Assim diz o Senhor', está mais bem habilitada para a obra de Deus do que os que possuem aptidões, mas não as empregam corretamente" (Ellen G. White, Maranata – o Senhor Vem!, p. 61).
Mãos à Bíblia
Com Cristo, não existiam distinções de classe. Ninguém era "comum", cada um era uma exceção. Não é de admirar que Jesus tenha alcançado as multidões com ilustrações comuns e Seu discurso direto. Nada em Suas ações sugeria que alguém estivesse excluído da Sua preocupação. Em Sua ação evangelística, os modernos formadores de discípulos também devem ter muito cuidado para não dar a impressão de que têm mais consideração por alguns do que por outros.
4. Leia Lucas 12:6, 7; 13:1-5; Mateus 6:25-30. O que esses textos ensinam sobre o valor de cada pessoa? Embora a cruz tenha erradicado para sempre a discriminação entre pessoas, será que estamos cometendo esse mesmo erro?
04/02/2014
Transformação Completa
Ele é um conosco (Lv 12:8; Mc 6:2-4; Lc 2:21-32). Vemos isto acontecendo o tempo todo numa quadra esportiva: crianças se juntam e elegem dois líderes para escolher os membros do time. As crianças mais fortes, maiores, mais rápidas são escolhidas primeiro. Uma por uma, as outras crianças são escolhidas até que a última criança sobra – a menor, mais fraca e mais lenta. Ninguém quer aquela pessoa no seu time porque ninguém quer perder.
Se Jesus vivesse em nossos dias, Ele seria aquela criança que ninguém quer em seu time. Do que sabemos dos costumes da época de Jesus, os pais provavelmente nem mesmo permitiriam que suas crianças brincassem com Ele.
Jesus cresceu pobre. O fato de Seus pais poderem oferecer somente um par de rolinhas para Sua cerimônia de dedicação confirma essa informação (Lv 12:8; Lc 2:22-24). Além disso, as pessoas estavam espalhando rumores sobre Ele por causa de Seu nascimento de uma gravidez duvidosa. Mesmo quando Ele realizou milagres e mostrou grande sabedoria em Seus ensinos, o povo de Sua cidade se recusou a Lhe dar crédito (Mc 6:2-4). Portanto, se existe alguém que compreende o que é ser rejeitado, mal compreendido e discriminado, é Jesus.
O Mestre que transforma (Mt 15:32-39; Jo 2:1-11). Você já viu em ação um artista trabalhando com vidros de sopro? (Se não, procure no YouTube.) Sempre fico fascinado ao ver como um artesão pode usar uma peça aparentemente comum, de vidro, e transformá-la em uma obra de arte maravilhosa por meio do processo de esquentar, derreter, assoprar, rolar, balançar e girar. O produto finalizado parece tão diferente da matéria-prima da qual veio que, se eu não visse o processo com meus próprios olhos, suspeitaria que o artista estivesse tentando me enrolar. Na verdade, porém, o artista é um transformador. Ele transforma uma peça comum de vidro em uma obra-prima artística.
Jesus foi um Mestre transformador. Certa vez, enquanto fazia uma caravana pregando por três dias para mais de 4 mil seguidores, Ele notou que eles não tinham nada para comer. Tudo o que Jesus tinha para repartir eram sete pães e alguns peixes (Mt 15:29-39). No entanto, o resultado não tinha que ver com o material, mas com o Artista. Não se trata dos ingredientes, mas do Chef Jesus que multiplicou um lanche comum em um banquete que alimentou mais de 4 mil pessoas!
Em outra ocasião, Jesus estava em um casamento. Sua mãe também estava lá. Na metade da festa, algo inimaginável aconteceu: O vinho acabou! Maria sabia que eles não precisavam se preocupar porque o Mestre transformador estava entre eles. Ela foi até Jesus e contou-Lhe o problema (Jo 2:1-11). Ele não tinha nada mais com que trabalhar além de seis potes de pedra e água. Ele nem sequer tinha uvas! Mas não se trata dos recursos. Trata-se do Transformador. Com apenas o que tinha ao Seu alcance, Jesus transformou a água no melhor vinho de todo o evento.
Mas eu não sou perfeito! (Mt 16:13-17; Lc 5:1-11). Imagine que alguém lhe convidasse para fazer parte da Orquestra Filarmônica Real Britânica, e para tocar com eles na Ópera do Estado de Viena, apesar de você jamais ter tocado qualquer instrumento musical em toda a sua vida! Acho que a maioria de nós não precisaria pensar duas vezes antes de rejeitar a oferta. Mas, e se essa pessoa lhe dissesse que você teria três anos e meio para se preparar? Que você viveria com um dos melhores violinistas do mundo – Joshua Bell, Sarah Chang ou Itzhak Perlman – e que ele ou ela trabalharia com você todos os dias? Além disso, sua única audiência para aquele concerto seria seu treinador.
Pouco tempo após Jesus ter começado Seu ministério público, multidões O pressionavam. Sem dúvida, essas multidões incluíam gente de todas as esferas da vida – ricos, pobres, influentes, camponeses, velhos, jovens, estudados, ignorantes, homens e mulheres. Imagine os olhares surpresos quando Ele escolheu quatro pescadores comuns (Mc 5:1-11). Eles não eram perfeitos. Eram rudes, teimosos e orgulhosos. Brigavam entre si. Eram sem amor e preconceituosos, tinham pequena fé em seu Mestre, e fugiam ao primeiro sinal de perigo. Mesmo sabendo como eles eram, Jesus os escolheu a dedo entre a multidão.
Sentando lado a lado (At 2:43-47; 4:32-37; Gl 3:28, 29; Tg 2:1-9; 1Pe 1:17; 2:9; 1Jo 3:16-20). Percorrendo a Bíblia, vemos continuamente o ideal de Deus para Seu povo: compartilhar o que possuíam. Em Jesus, ninguém mais é discriminado nem existe favoritismo. Esforcemo-nos, com Sua ajuda, em direção a esse ideal. Se Deus não nos discrimina em Seu reino, por que deveríamos nós discriminar? Não somos dignos de ser discípulos de Cristo se baseamos nossa dignidade em nossos próprios méritos. Ao contrário, somos chamados para ser Seus discípulos com base em Seus méritos, que tornam todos nós merecedores.
Pense Nisto
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- Que coisas estão impedindo que você se torne discípulo de Jesus? - Você se sente indigno de se tornar discípulo de dEle? Por quê? - Quais são os passos que você precisa tomar para se colocar nas mãos do Discipulador Mestre? fonte:http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/jovens/2014/lj612014.html |
03/02/2014
Triste Noticia
Em dezembro 2013 depois da doação de sangue para o Ronildo Dobke fizemos o vídeo "não há o que temer", sabíamos da sua luta e vontade de viver do Ronildo e queríamos muito incentiva-lo. Sábado 01/02/14 as 14h quando estávamos indo visita-lo no HC o Sérgio recebeu o triste telefonema que ele acabará de falecer, a noticia calou todos que estavam no carro, deu um frio na barriga e uma grande tristeza e a pergunta que não cala mesmo no silencio, Porque? Um jovem de 17 anos morre, porque?
A morte lança um véu sombrio sobre os nossos sonhos mais dourados, nunca conseguimos nos acostumar com ela, queremos viver!
No sábado a noite viajei com o Sérgio e a Nilzia para Jaguariaiva onde seria o velório do Ronildo. O Enterro aconteceu 14h de domingo, fiquei muito triste vendo o sofrimento da família do Ronildo, chorei ao ver e ouvir sua namorada e sua mãe chorando e implorando para que não fosse enterrado. Como foi triste.
Logo depois comecei a refletir o quão próximo está a volta de Jesus, fiquei imaginando aquelas sepulturas se abrindo e os mortos em Cristo ressuscitando para vida eterna. “Que manhã gloriosa será a da ressurreição! Que cena maravilhosa se abrirá quando Cristo vier, para Se fazer admirado em todos os que creem! Todos os que passaram pela humilhação e pelos sofrimentos de Cristo serão participantes de Sua glória. Pela ressurreição de Cristo, todo santo crente que adormece em Jesus sairá, triunfante, de seu cárcere. Os santos ressurgidos proclamarão: ‘Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?’ (1Co 15:55, RC). [...] Jesus Cristo triunfou sobre a morte e rompeu os grilhões do túmulo, e todos os que no túmulo dormem participarão da vitória; sairão das sepulturas, como fez o Vencedor” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 2, p. 271, 272)". Creio e tenho esperança que o Ronildo fará parte desse grupo, estou orando para que Deus console a família, conforme ele prometeu em Mateus 5:4.
Sabemos que o Ronildo está dormindo, descansando (cf Ec 9:5) (cf Jo 11:11-14) (cf Jó 7:9, 10), e que em breve, quando Jesus voltar, o veremos transformado para a vida com Jesus (cf 1Ts 4:14, 16) (cf 2Tm 4:7, 8; Ap 22:12).
Estou ansioso para esse dia, #eu creio que Jesus está voltando!
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