29/11/2013
Luz que ilumina o caminho
O que você espera conseguir? Boas notas? Um bom emprego depois da formatura? Quando meu pai faleceu de câncer, eu estava com 17 anos e a única coisa que eu esperava era que não tivesse que sair da escola para ajudar a sustentar a família. Então, alguns meses mais tarde, apaixonei-me pelo mesmo Jesus que meu pai amava. A palavra esperança de repente assumiu um significado totalmente novo para mim. Toda vez que me dava conta de que havia perdido meu pai, a única coisa que me impedia de mergulhar no desespero era a esperança de que o veria de novo algum dia.
O que me impede de ficar deprimida com o sofrimento e a dor que existem neste mundo é a esperança de que Deus um dia vai remover tudo isso. A esperança não era mais pensar: Eu queria tanto... A esperança agora tinha que ver com ser paciente e estar em paz – com o pleno conhecimento de que Deus em breve endireitará as coisas.
Como adventistas, muitas vezes nos afogamos em pontos intricados de teologia: Qual é o significado de 1844? O que representa o urso com três costelas na boca? Qual é a diferença entre o juízo pré-advento e o juízo final?
Não há nada de errado em conhecer essas respostas. Na verdade, é um maravilhoso privilégio estar numa igreja capaz de compreendê-las e explicá-las. Isso pode não criar um relacionamento com Deus, mas certamente o acentua. Foi um seminário sobre Daniel e Apocalipse que me convenceu de que era real o Deus do qual meu pai sempre falava. Compreender nossa teologia, profecias e história me levou para ainda mais perto dEle.
Contudo, também não há nada errado em não saber todas as respostas. Compreender o juízo pré-advento não tem nada que ver com tentar obter a melhor nota no "Vestibular de Entrada para os Portões de Pérola". Quando compreendermos a verdade sobre as profecias de Daniel, quando compreendermos a razão por trás do juízo pré-advento, estaremos cheios do conhecimento e certeza de que Deus vai voltar e endireitar as coisas.
Não mais ocorrerão desastres naturais. A saudade dos nossos entes queridos estará no passado.
Já não existirão perguntas como: "Onde está a justiça neste mundo?". A compreensão do juízo pré-advento tem a finalidade de fazer com que nos apeguemos à esperança de que Cristo vai voltar logo, e trará consigo Sua recompensa: a vida eterna.
Pense Nisto
- Por que é importante entender as profecias, especialmente as que se referem ao juízo pré-advento?
- Como você pode compartilhar de maneira criativa essa mensagem com alguém?
28/11/2013
A roupa certa
O juízo investigativo é ilustrado na Bíblia em diferentes episódios. Um deles é a parábola do banquete de casamento, em Mateus 22:1-14. Jesus contou a história de um rei que preparou um banquete de casamento para o filho. Naquela cultura, as famílias ricas não apenas enviavam o convite de casamento para os convidados, mas também enviavam uma roupa especial para que eles usassem na cerimônia. Em determinado momento, o rei entrou no salão para inspecionar (investigar) os convidados. Observou então um deles que não estava usando a roupa de casamento fornecida. O rei ficou irado com a afronta e mandou punir o convidado.
Para participarmos da grande festa que haverá no Céu após a volta de Jesus, é preciso que estejamos "trajados" adequadamente e preparados para aquele momento. O que podemos fazer então para participar do "banquete de casamento" (de Cristo e Sua igreja) no Céu?
Organize suas prioridades. Poderíamos pensar que ser parte de uma elite especial é suficiente para nos fazer entrar no reino do Céu. Mas na lista de convidados havia pessoas "especiais" do rei que, quando receberam o convite, estavam preocupadas com coisas como a labuta diária, ganhar dinheiro, construir grandes casas, ou criar problemas para os mensageiros do rei. A menos que ter um relacionamento pessoal com o Rei seja uma prioridade diária, podemos facilmente ser distraídos pelas coisas menos importantes.
Seja cortês em aceitar o convite. Como se o convite para estar presente à comemoração não fosse suficiente, também nos são oferecidas roupas especiais para usar. Roupas, na Bíblia, são símbolo do caráter e dos atos de justiça (Ap 19:8; Is 64:6). Nesse caso, as vestes representam a justiça de Cristo.
Essas roupas são gratuitas. Tudo o que temos a fazer é aceitá-las e escolher usá-las. Em vez de aparecermos no casamento com uma roupa que nós mesmos suamos para fazer, podemos simplesmente usar uma roupa criada para nós pelo "Supremo Estilista".
27/11/2013
O juízo de Deus na profecia
A contagem do tempo que marca o início do juízo pré-advento começa com a ordem para a reconstrução e restauração de Jerusalém, predita no livro de Daniel, e que se cumpriu em 457 a.C. com o decreto do rei Artaxerxes (Ed 7).* Esse foi o marco inicial para as 70 semanas da profecia de Daniel 9:25 e é aceito como sendo também o início dos 2.300 dias proféticos de Daniel 8:14. Isso porque as 70 semanas foram dadas como parte da explicação sobre os 2.300 dias, em Daniel 9:22. Usando o princípio de um dia por um ano para compreender o uso profético do tempo (Ez 4:5), pode-se calcular que os 2.300 dias, ou anos, que terminariam com a purificação do santuário indicam o ano 1844.
Os mileritas, que esperavam a vinda de Cristo nesse ano, entenderam que o "santuário" se referia a esta Terra. No entanto, um estudo mais profundo da Bíblia revelou que existe um santuário no Céu (Hb 8:1, 2), do qual o santuário terrestre era uma cópia (Hb 9:23, 24). Quando Cristo voltou ao Céu, Ele iniciou seu Seu papel como Sumo Sacerdote nesse santuário (Ef 2:18; Hb 4:14). Ao fim dos 2.300 dias, o santuário celestial começou a ser purificado em uma espécie de Dia da Expiação cósmico (Lv 16:16-20, 30-33; 2Co 5:19). O juízo contempla aqueles cujos nomes estão ou não escritos no Livro da Vida (Dn 7:9-14; Ap 13:8; 20:15).
O Dia da Expiação terrestre era observado com jejum, oração, arrependimento e conversão. Nós devemos considerar o Dia da Expiação celestial de forma idêntica (Ap 14:6, 7). Precisamos nos lembrar de que Deus não quer "que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento" (2Pe 3:9). O Dia da Expiação vindica o caráter de Deus para o Universo. O caráter de Deus é representado por Sua obra no santuário (Rm 3:21-26). O juízo, então, mostra o que Deus tem feito por nós para que possamos ser salvos (Is 1:18).
O juízo pré-advento também retrata o processo de salvação que ocorre no íntimo do coração humano. Ao olharmos para a Lei e para a cruz, reconhecemos que, em comparação com a bondade de Deus (Tg 1:17), nossa justiça é sem valor (Is 64:6). E esse reconhecimento é o primeiro passo para a salvação (Rm 10:10).
Para aqueles cuja vida está nas mãos de Deus, o juízo pré-advento não deve ser encarado como uma mensagem de condenação, mas de esperança.
25/11/2013
Graça no tribunal de Deus
Se "a graça acha beleza em tudo", como diz certa canção, então preciso ver o juízo de Deus como uma coisa positiva. Contudo, para ser honesto, o conceito de Deus me julgar me assusta. Isso me deixa com algumas possibilidades:
1. Negar que há um juízo. Fazemos isso para nos proteger do medo que sentimos desse conceito. A maneira mais fácil de lançar descrédito sobre algo é negar sua existência. Mas para fazer isso seria preciso ignorar muitos textos bíblicos (Jó 19:29; Sl 9:7; 94:15; Ez 38:22; Mt 11:24; 12:36; Rm 2:1; 2Cr 5:10; 1Pe 4:17).
2. Tentar ser perfeito para que você esteja do lado certo do juízo. Esta opção, muitos tentam (inclusive eu), e acabam levantando as mãos para o alto em total frustração por não conseguir fazê-lo. "As Escrituras não deixam dúvida quanto a isto: 'Não há ninguém vivendo certo, nem um só, ninguém que entenda as coisas, ninguém que esteja alerta para Deus. Todos eles enveredaram pelo caminho errado; todos eles estão vagueando por becos sem saída. Não há ninguém vivendo certo; não consigo achar nem um" (Rm 3:10-12, The Message).
3. Ver o juízo como uma coisa positiva. Isso é parte do processo através do qual Deus poderá finalmente Se livrar do pecado de maneira justa (veja Ap 15:1-8). Cometemos o erro de nos concentrarmos no ato de Deus nos julgar. A Bíblia ensina claramente que é Deus e a maneira como Ele lida com o problema do pecado que estão sendo examinados. Demasiadas vezes tornamos o juízo algo a respeito de nós, quando na verdade é a respeito de Deus. Nós somos testemunhas do que a graça de Deus pode fazer e faz, com relação ao problema do pecado.
Outra chave para termos uma visão positiva do juízo é vê-lo através dos olhos da graça. Davi viu o julgamento de Deus como positivo (Sl 51:1-14) por essa razão. Ele o viu como parte do processo através do qual Deus pode lidar com o pecado. Ele, na verdade, por essa razão, convida o juízo e anseia por ele. C. S. Lewis escreveu: "Pois o que nos alarma na ideia cristã é a infinita pureza do padrão de acordo com o qual nossos atos são julgados. Mas sabemos que nenhum de nós vai chegar à altura desse padrão. Estamos no mesmo barco. Todos precisamos colocar nossas esperanças na misericórdia de Deus e na obra de Cristo, não em nossa própria bondade."1 Felizmente, Jesus pagou o preço pelo nosso pecado ao morrer na cruz. Por ter sido o Seu sangue derramado, Ele passou a ter o direito de perdoar nosso pecado e purificar-nos dele.
Talvez, a melhor notícia sobre o juízo seja Quem é o juiz. João 5:22 e 27 diz que Deus deu a Jesus o direito e a capacidade de executar o processo de julgamento. Além disso, se estou com Jesus, não entro em condenação (não sou proclamado culpado) no juízo. "É urgente que vocês ouçam cuidadosamente isto: qualquer pessoa agora mesmo que creia no que Eu estou dizendo e se alie ao Pai, que na verdade Me colocou no comando, tem neste mesmo momento a vida real e duradoura e já não está condenado a ser um intruso. Essa pessoa deu um gigantesco passo do mundo dos mortos para o mundo dos vivos" (Jo 5:24, The Message). Frederick Buechner escreveu: "O juiz será Cristo. Em outras palavras, aquele que irá nos julgar de maneira final será quem nos ama de maneira completa. [...]
A pior sentença que o Amor pode pronunciar é que contemplemos o sofrimento que o amor suportou por nossa causa, e isso é também nossa absolvição. A justiça e a misericórdia do juiz são, em última análise, a mesma coisa."2
Jesus nos salvou não apenas morrendo na cruz, mas nos salva de ser achados culpados no Juízo, se permanecermos em relacionamento com Ele. A graça, na verdade, tem tudo a ver com isso.
1. C. S. Lewis, Reflections on the Psalms (London: Wyman and Sons, 1958), p. 13.
2. Frederick Buechner, Wishful Thinking: A Theological ABC (New York: Harper Collins, 1993), p. 58.
21/11/2013
Graça compartilhada
Alegre-se! Jesus é nosso Sumo Sacerdote e está intercedendo por nós com os méritos de Seu sangue diante do Pai amoroso no Céu. Ele Se tornou humano e foi tentado como nós somos. As lutas e as dores que você enfrenta, Ele já enfrentou, e está pronto para ajudá-lo quando você precisar. Cristo levou nossos pecados sobre a cruz e promete nos purificar com Seu próprio sangue.
No entanto, a salvação tem uma dimensão extremamente prática. Não adianta crer em Jesus e dizer que somos cristãos, se não amamos nosso próximo e não manifestamos isso por meio de ações. A graça de Deus, concedida por Cristo lá do santuário, não deve ser guardada de forma egoísta, mas compartilhada. Aqui vão as dicas práticas de hoje:
Ensine alguém a ler. Quantas pessoas gostariam de ler a Bíblia, mas não têm condições. Gaste parte de seu tempo ensinando essas pessoas a ler e a amar a Jesus.
Alimente o faminto. Quando você for ao supermercado, desenvolva o hábito de comprar algo a mais para doar ao banco de alimentos de sua comunidade ou igreja, ou mesmo para entregar a algum morador de rua.
Doe roupas. Se você tem boas roupas que já não usa há algum tempo, doe-as para a ADRA ou a uma instituição de caridade local que possa distribuí-las aos que necessitam.
Visite um hospital. Há milhares de pessoas enfermas esperando uma mensagem de conforto e esperança. Envolva-se no programa de capelania de algum hospital e leve isso a sério, como um ministério.
Conserte a casa de alguém. Você conhece idosos que têm dificuldade em fazer consertos na casa ou com afazeres em geral? Reúna um grupo de amigos e gaste um domingo ajudando essas pessoas.
20/11/2013
Advogado e Juiz
Ao se abrirem os livros de registro no juízo, é passada em revista perante Deus a vida de todos os que creram em Jesus. Começando pelos que primeiro viveram na Terra, nosso Advogado apresenta os casos de cada geração sucessiva, finalizando com os vivos. Todo nome é mencionado, cada caso minuciosamente investigado. Aceitam-se nomes, e rejeitam-se nomes. Quando alguém tem pecados que permanecem nos livros de registro, para os quais não houve arrependimento nem perdão, seu nome será omitido do Livro da Vida, e o relato de suas boas ações será apagado do Livro Memorial de Deus. O Senhor declarou a Moisés: 'Riscarei do Meu livro todo aquele que pecar contra Mim' (Êx 32:33). E diz o profeta Ezequiel: 'Desviando-se o justo da sua justiça e cometendo iniquidade, [...] de todos os atos de justiça que tiver praticado não se fará memória' (Ez 18:24)" (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 483).
"Todos os que verdadeiramente se tenham arrependido do pecado e que pela fé hajam reclamado o sangue de Cristo, como seu sacrifício expiatório, tiveram o perdão acrescentado ao seu nome, nos livros do Céu; tornando-se eles participantes da justiça de Cristo, e verificando-se estar seu caráter em harmonia com a lei de Deus, seus pecados serão riscados e eles próprios havidos por dignos da vida eterna. O Senhor declara pelo profeta Isaías: 'Eu, Eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de Mim e dos teus pecados não Me lembro'" (Is 43:25; Ibidem).
"O assunto do santuário e do juízo de investigação deve ser claramente compreendido pelo povo de Deus. Todos necessitam para si mesmos de conhecimento sobre a posição e obra de seu grande Sumo Sacerdote. […] Cada qual tem um caso pendente no tribunal de Deus. Cada um há de defrontar face a face o grande Juiz. Quão importante é, pois, que todos contemplem muitas vezes a cena solene em que o juízo se assentará e os livros se abrirão, e em que, juntamente com Daniel, cada pessoa deve estar na sua sorte, no fim dos dias!" (Dn 12:13; Ibidem, p. 488).
18/11/2013
Compreender o papel do sacerdote no santuário terrestre nos ajuda a compreender o sacerdócio de Cristo no santuário celestial. No santuário terrestre, os sacerdotes atuavam diariamente nos sacrifícios da manhã e da tarde. Uma vez ao ano, o sumo sacerdote oficiava durante o Dia da Expiação. Entre as várias funções do sumo sacerdote, a mais significativa era, provavelmente, a mediação entre os israelitas e Deus, como podemos notar nos seguintes versos:
"Arão levará os nomes em seus ombros como memorial diante do Senhor" (Êx 28:12). "Toda vez que Arão entrar no Lugar Santo, levará os nomes dos filhos de Israel sobre o seu coração no peitoral de decisões, como memorial permanente perante o Senhor. Ponha também o Urim e o Tumim no peitoral das decisões, para que estejam sobre o coração de Arão sempre que ele entrar na presença do Senhor. Assim, Arão levará sempre sobre o coração, na presença do Senhor, os meios para tomar decisões em Israel" (Êx 28:29, 30).
Jesus Cristo é nosso Sumo Sacerdote no santuário celestial, servindo como mediador entre nós e Deus (1Tm 2:5). Assim como Arão levava os nomes das doze tribos de Israel em sua estola*, Cristo traz consigo diante do Pai os nomes daqueles que O aceitaram como Salvador, para interceder em favor deles. Assim como Arão carregava a responsabilidade de interceder pelos pecados de Israel, Cristo levou sobre a cruz o fardo de nossos pecados, e ainda hoje o carrega por nós.
Como é maravilhoso saber que o Salvador é nosso Intercessor, nosso Sumo Sacerdote, que não apresenta diante do Pai o sangue de bois e carneiros, mas Seu próprio sangue precioso! Que bom é quando entendemos que Ele conhece nossa dor, pois Cristo sofreu na pele nossas aflições enquanto viveu aqui na Terra. Sim! Jesus é, sem dúvida, o melhor Sumo Sacerdote!
* A estola sacerdotal ou éfode era uma peça muito bonita e bem decorada parecida com um avental, sobre a qual o sumo sacerdote trazia um peitoral com pedras preciosas representando as doze tribos de Israel. (Veja Êx 28, 29; Lv 8:7.)
15/11/2013
De patrão e escravo a pai e filho
Em certas partes do mundo, o relacionamento amo-escravo era marcado por serviço e obediência rigorosos da parte do escravo. Punições rígidas eram normalmente aplicadas para quaisquer deslizes. Um conto africano bem conhecido narra a história de um escravo que matou um búfalo durante uma caçada. Feliz por seu feito, ele escondeu o animal atrás de uma moita e foi discutir com seu amo sobre a recompensa para alguém que matasse um búfalo. Surpreso pela ignorância do escravo a respeito de seu nível social, o mestre respondeu: "Os escravos sempre comem a calda dos búfalos, independentemente se eles o mataram ou não." Ao escutar isso, o escravo deixou o búfalo apodrecer atrás do arbusto.
Em nenhum outro cenário na história humana vemos algo parecido ao que nosso Deus e Seu Filho fizeram por nós. Não podemos nem mesmo imaginar como um senhor abriria mão de seu único filho para salvar um escravo. Não se conhece um dono que ame tanto seu escravo a ponto de torná-lo um filho. Nada, a não ser o amor, pode explicar como um senhor lava os pés de seus escravos.
Quando nós, como cristãos, contemplamos a extensão do amor de Deus por nós, não podemos deixar de ficar boquiabertos. Não precisamos esconder búfalos porque temos medo de nosso mestre. Em vez disso, Ele deseja que nos alegremos no prazer que vem de honrar Seu sacrifício. Ele deseja que desfrutemos de todos os benefícios de servi-Lo, um Senhor que trata escravos como filhos. Em 1 Pedro 2:24 está uma prova de que nosso Mestre nos ama acima de tudo, e nos oferece uma salvação que está disponível a todos.
Fonte:http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/jovens/2013/lj742013.html
Mãos à obra
MãosMãos à obra à obra
Mãos à obra
11/11/2013
Definidos os novos líderes de departamentos da igreja na região sul do PR
OS NOMES FORAM VOTADOS PELA 7ª ASSEMBLEIA QUADRIENAL DA ASSOCIAÇÃO SUL-PARANAENSE (ASP)
ASP -Curitiba - Foi definido no final da tarde de hoje, 10, pela 7ª Assembleia Quadrienal da Associação Sul-Paranaense os novos líderes de departamentos na região para os próximos 4 anos.
Segue abaixo a lista dos nomes e seus respectivos departamentos:
Evangelismo - Pastor Marcos Tosta (Reeleito)
Ministério Jovem- Música -Comunicação- Pastor Rafael Santos (Atualmente departamental do Ministério Jovem na Associação Catarinense - Florianópolis)
Escola Sabatina- Ministério Pessoal (Mipes) - Ação Solidária Adventista (ASA) - Edilson Cardoso (Reeleito)
Educação- Pastor Anderson Voos (Atualmente departamental de Educação na Associação Sul Riograndense - Porto Alegre)
Ministério da Mulher- Keila Marques (Reeleita)
Ministério da Criança e Adolescente - Júlia Cardoso (Reeleita)
AFAM - Sidéria Fernandes (Esposa - pastor Osni Fernandes)
Expansão Patrimonial - Pastor João Adilson (Reeleito)
Publicações - Pastor Rinaldo de Paula (Reeleito)
Mordomia e Saúde - Pastor Josué de Castro (Atualmente departamental em São Paulo).
Na minha opinião, a maior surpresa fica por conta da escolha do líder da mordomia e saúde, o Pr. Josué de Castro, pra quem gosta de boa música, esse é um ex-integrante do Quarteto Arautos do Rei. Que Deus lhe abençoe no seu ministério, e a nós também!
Pequei, e agora?
O problema do pecado (Gn 2:17; Rm 6:23). Eles pecaram! Então, Adão, Eva e seus descendentes seriam pecadores esperando algo inevitável – a morte. Deus havia sido claro ao primeiro casal sobre as consequências da desobediência. Eles estavam sem esperança como resultado de seu fracasso em acatar a ordem de Deus de não comer da árvore do conhecimento do bem e do mal (Gn 2:17).
A solução de Deus (Gn 3:7, 21). Adão e Eva não morreram imediatamente quando comeram da árvore do conhecimento do bem e do mal. Mas experimentaram os efeitos do pecado como manifestado no sentimento de vergonha. Por causa de sua vergonha, tentaram cobrir sua culpa. "Então juntaram folhas de figueira para cobrir-se" (Gn 3:7).
Ainda hoje os humanos querem achar suas próprias soluções para seus problemas espirituais. Mas as soluções de hoje são tão fúteis quanto a de Adão e Eva.
Nada surpreende a Deus. Por causa de Sua sabedoria e presciência, o que aconteceu naquele dia no Jardim do Éden não O tomou de surpresa. Ele e Seu Filho estavam prontos. Cristo, o Cordeiro sacrifical, "que foi morto desde a criação do mundo" (Ap 13:8), faria expiação pelo pecado de todos.
Essa expiação foi simbolizada pelas "roupas de pele" com as quais Deus vestiu Adão e Eva, após a queda (Gn 3:21). Animais inocentes tiveram que morrer para providenciar as peles com as quais a nudez do primeiro casal foi coberta. Isso mostra quão doloroso o pecado pode ser – ele custa a vida! A vida desses animais e as primeiras roupas representam a morte de Cristo e Sua justiça que se torna nossa quando O aceitamos como Salvador.
O sacrifício perfeito (Êx 12:5; Hb 9; 10:1-22; 12:22-24; 13:11, 12). A morte de Cristo para a redenção da humanidade era representada no serviço diário da adoração dos israelitas durante a jornada deles pelo deserto. Eles deviam oferecer continuamente sacrifícios de animais para a expiação dos seus pecados (Êx 12:5).
"A vida da carne está no sangue, e Eu o dei a vocês para fazerem propiciação por si mesmos no altar; é o sangue que faz propiciação pela vida" (Lv 17:11). Quando Cristo Se tornou nosso perfeito sacrifício, Ele bradou: "Está consumado!" (Jo 19:30), e o véu que separava o Lugar Santo do Lugar Santíssimo se rasgou pela metade (Mt 27:51). Isso significa que Cristo, por Seu sacrifício, cumpriu aquilo para o que os sacrifícios de animais apontavam. Dali em diante, todos os sacrifícios deveriam cessar, pois o tipo (Cristo e Seu sangue) tinha encontrado o antítipo (o sangue dos animais).
Cristo, nosso Sumo Sacerdote (Hb 2:14-18; 4:15, 16; 7:25, 26). Hoje, por causa do sacrifício de Cristo em nosso favor, podemos reivindicar a salvação por meio dEle. Porque Ele viveu na Terra como um ser humano, e porque Ele é Deus, temos um Sumo Sacerdote que pode simpatizar com nossas fraquezas, e que foi tentado como nós somos, mas sem pecado (Hb 4:15, 16).
Nossa redenção foi completada na cruz, quando Ele tomou nosso lugar e morreu pelos nossos pecados. Ele virá novamente para levar aqueles que aceitaram Sua salvação para viverem com Ele pela eternidade. É nosso privilégio reivindicar os méritos do sacrifício de Cristo em nosso favor. E quando o fazemos, somos justificados diante do trono de Deus, como se nunca tivéssemos pecado.
"Visto que os filhos são pessoas de carne e sangue, Ele também participou dessa condição humana, para que, por Sua morte, derrotasse aquele que tem o poder da morte, isto é, o diabo, e libertasse aqueles que durante toda a vida estiveram escravizados pelo medo da morte. Pois é claro que não é a anjos que Ele ajuda, mas aos descendentes de Abraão. Por essa razão era necessário que Ele Se tornasse semelhante a Seus irmãos em todos os aspectos, para Se tornar sumo sacerdote misericordioso e fiel com relação a Deus e fazer propiciação pelos pecados do povo. Porque, tendo em vista o que Ele mesmo sofreu quando tentado, Ele é capaz de socorrer aqueles que também estão sendo tentados" (Hb 2:14-18).
Cristo morreu em seu favor. Se você pecou e está triste por isso, Deus não vai amenizar sua culpa, dizendo: "Calma, filhinho, não tem problema. A vida é assim mesmo." Não! O pecado é coisa séria. Mas, se você estiver arrependido e disposto a mudar, lembre-se de que, "se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça" (1Jo 1:9)
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08/11/2013
Perdão e Missão
Perdão e missão
CPB - Opiniao
A aviação tem presenciado grandes mudanças no design de aeronaves e nos materiais utilizados na fabricação. Essas mudanças têm contribuído para melhorar a velocidade, altura, peso, potência do motor e os sistemas computadorizados. Antigamente, os pilotos usavam quadros e tabelas para calcular manualmente qualquer informação importante para o voo. Agora, eles contam com telas de LCD que calculam eletronicamente essas informações, como distâncias e a localização de pistas para pouso. Poucas coisas, no entanto, ainda permanecem as mesmas. Instrumentos de voo e suas funções ainda são determinadas pela leitura dos tubos de Pitot – um pequeno, mas indispensável tubo em formato de L, localizado no exterior da fuselagem do avião. Ele lê a temperatura, a velocidade, a umidade, o fluxo e a pressão do ar.1
Fazendo uma aplicação bíblica, nosso tubo de Pitot são as histórias de como Deus salva e protege Seus filhos desde o começo do mundo. A história bíblica mostra o imutável plano de Deus para salvar a humanidade. Ela também nos ensina que sempre podemos contar com o amor, proteção, perdão e justiça de Deus.
Isaías experimentou seu próprio Dia da Expiação particular (Is 6:1-8). Para estar na presença de Deus, ele precisava ser purificado de seus pecados. Depois de ser tocado pelo anjo e receber o perdão, ele foi motivado a dizer: "Eis-me aqui. Envia-me!" (v. . Para Isaías, o perdão veio antes da missão.
Hoje, também temos a oportunidade de ser limpos de todos os nossos pecados. Deus permitiu a morte de Seu Filho porque nos ama (Jr 31:3). Agora é tempo para servi-Lo. Agora é tempo de agir. No entanto, "antes de dedicar nossos recursos, devemos dedicar nossa vida. [...] A dedicação da vida sem a dedicação dos recursos não está prevista no plano de Deus.
A dedicação dos recursos sem a dedicação da vida não é aceitável."2
Apesar de nosso mundo estar em constante mudança tecnológica, podemos estar certos de que o amor de Deus, Seu perdão e proteção permanecerão imutáveis para sempre.
E quando entendermos a profundidade desse amor, então, exclamaremos como Isaías: "Eis-me aqui. Envia-me!"
1. Marshall Brian, Robert Lamb e Brian Adkins, "How Airplanes Work", http:// science.howstuffworks.com/ transport/flight/modern/ airplanes.htm (acessado em 19 de julho de 2012).
2. M. L. Andreason, The Sanctuary Service, 2a (Hagerstown, MD: Review and Herald, 1947), p.109.
Mãos à obra
- Faça um estudo bíblico sobre o Dia da Expiação, sozinho ou em um pequeno grupo. Estude o tema até que você consiga explicá-lo com facilidade a alguém que não saiba nada sobre o assunto.
- Assista a um documentário que fale sobre as partes mais profundas do oceano já exploradas. Imagine Deus lançando seus pecados em partes ainda mais inacessíveis do mar, para que eles não mais sejam lembrados (Mq 7:18, 19). Reflita também sobre a necessidade de lançar "no fundo do mar" as mágoas que alguém tenha causado a você.
Pense Nisto
Seja sincero: Você serve a Deus porque O ama, ou porque, no fundo, está interessado em Suas bênçãos? Que mudanças você precisa fazer em sua vida a fim de mudar sua real motivação?
Patricia Barboza | Toronto, Ontário, Canadá
fonte: Escola Sabatina online
CPB - Opiniao
A aviação tem presenciado grandes mudanças no design de aeronaves e nos materiais utilizados na fabricação. Essas mudanças têm contribuído para melhorar a velocidade, altura, peso, potência do motor e os sistemas computadorizados. Antigamente, os pilotos usavam quadros e tabelas para calcular manualmente qualquer informação importante para o voo. Agora, eles contam com telas de LCD que calculam eletronicamente essas informações, como distâncias e a localização de pistas para pouso. Poucas coisas, no entanto, ainda permanecem as mesmas. Instrumentos de voo e suas funções ainda são determinadas pela leitura dos tubos de Pitot – um pequeno, mas indispensável tubo em formato de L, localizado no exterior da fuselagem do avião. Ele lê a temperatura, a velocidade, a umidade, o fluxo e a pressão do ar.1
Fazendo uma aplicação bíblica, nosso tubo de Pitot são as histórias de como Deus salva e protege Seus filhos desde o começo do mundo. A história bíblica mostra o imutável plano de Deus para salvar a humanidade. Ela também nos ensina que sempre podemos contar com o amor, proteção, perdão e justiça de Deus.
Isaías experimentou seu próprio Dia da Expiação particular (Is 6:1-8). Para estar na presença de Deus, ele precisava ser purificado de seus pecados. Depois de ser tocado pelo anjo e receber o perdão, ele foi motivado a dizer: "Eis-me aqui. Envia-me!" (v. . Para Isaías, o perdão veio antes da missão.
Hoje, também temos a oportunidade de ser limpos de todos os nossos pecados. Deus permitiu a morte de Seu Filho porque nos ama (Jr 31:3). Agora é tempo para servi-Lo. Agora é tempo de agir. No entanto, "antes de dedicar nossos recursos, devemos dedicar nossa vida. [...] A dedicação da vida sem a dedicação dos recursos não está prevista no plano de Deus.
A dedicação dos recursos sem a dedicação da vida não é aceitável."2
Apesar de nosso mundo estar em constante mudança tecnológica, podemos estar certos de que o amor de Deus, Seu perdão e proteção permanecerão imutáveis para sempre.
E quando entendermos a profundidade desse amor, então, exclamaremos como Isaías: "Eis-me aqui. Envia-me!"
1. Marshall Brian, Robert Lamb e Brian Adkins, "How Airplanes Work", http://
2. M. L. Andreason, The Sanctuary Service, 2a (Hagerstown, MD: Review and Herald, 1947), p.109.
Mãos à obra
- Faça um estudo bíblico sobre o Dia da Expiação, sozinho ou em um pequeno grupo. Estude o tema até que você consiga explicá-lo com facilidade a alguém que não saiba nada sobre o assunto.
- Assista a um documentário que fale sobre as partes mais profundas do oceano já exploradas. Imagine Deus lançando seus pecados em partes ainda mais inacessíveis do mar, para que eles não mais sejam lembrados (Mq 7:18, 19). Reflita também sobre a necessidade de lançar "no fundo do mar" as mágoas que alguém tenha causado a você.
Pense Nisto
Seja sincero: Você serve a Deus porque O ama, ou porque, no fundo, está interessado em Suas bênçãos? Que mudanças você precisa fazer em sua vida a fim de mudar sua real motivação?
Patricia Barboza | Toronto, Ontário, Canadá
fonte: Escola Sabatina online
07/11/2013
Poder para perdoar
Tudo no Dia da Expiação estava relacionado ao perdão. Quando nos tornamos filhos de Deus, devemos aprender a amar os outros como Ele nos ama. Então, por que será que temos tanta dificuldade em perdoar? Como podemos amar alguém que nos causou ou está causando mal?
Ore com fervor. Quantas vezes você terá que ouvir isso antes de começar a praticar? Como subestimamos o poder da oração! Ela é o telefone do Rei do Universo. Ele é o único que pode nos dar o poder de que precisamos para perdoar nossos inimigos. Então ore! E creia que Deus colocará em seu coração o amor de que você tanto necessita (Jo 14:13, 14).
Perdoe e esqueça. Se você não consegue esquecer, será que o perdão aconteceu de verdade? A memória está ligada às emoções, e más lembranças podem afetar de maneira significativa nosso estado emocional. O único jeito de perdoar e esquecer realmente é perdoando como Deus perdoa. Quando Ele perdoa, é como se jamais tivéssemos pecado (Sl 103:11, 12; Mq 7:19; Ef 4:32).
Tempo. Sim. Vai levar tempo. Pode ser que a ferida em seu coração não cicatrize hoje, amanhã, nem daqui a alguns meses. O tempo é um dos grandes instrumentos pelos quais Deus opera. Ele também é agente de cura e de transformação. Há tempo para todas as coisas (Ec 3:1-8). Mas, independentemente do tempo de cura, você deve perdoar desde já.
Se você está tendo dificuldades para perdoar, confie em Deus, busque-O, e peça que Ele lhe dê o poder do perdão.
Atuando como sacerdote, um serafim (que literalmente significa "aquele que arde") tomou uma brasa viva do altar, o que pressupõe algum tipo de oferta, para remover o pecado do profeta. Essa é uma imagem apropriada para a purificação do pecado, que é possível mediante o sacrifício de Jesus e Seu ministério de mediação sacerdotal. A divina obra de purificação nos leva do "ai de mim!" para o "eis-me aqui, envia-me a mim". Gratidão motiva a missão.
06/11/2013
O grande dia

Até hoje, o Dia da Expiação, também conhecido como Yom Kippur, é um dos dias mais importantes do judaísmo. Por tradição, os judeus observam esse dia com um longo jejum de 25 horas e intensa oração. De acordo com a Bíblia, essa festividade apontava para a grande obra de Cristo no santuário celestial. E essa obra jamais seria possível se não fosse o gesto de amor demonstrado por Jesus no plano da salvação.
O Filho de Deus, o glorioso Comandante do Céu, ficou tocado de piedade pela humanidade decaída. Seu coração se moveu de infinita compaixão ao se erguerem diante dEle os ais do mundo perdido. Entretanto, o amor divino havia concebido um plano pelo qual o homem poderia ser remido. A lei de Deus, quebrantada, exigia a vida do pecador. Em todo o Universo não havia senão um Ser que, em favor do homem, poderia satisfazer suas reivindicações. Visto que a lei divina é tão sagrada como o próprio Deus, unicamente um Ser igual a Deus poderia fazer expiação por sua transgressão. Ninguém, a não ser Cristo, poderia redimir da maldição da Lei o homem decaído, e levá-lo novamente à harmonia com o Céu. Cristo tomaria sobre Si a culpa e a ignomínia do pecado – pecado tão ofensivo para um Deus santo que deveria separar entre Si o Pai e o Filho. Cristo atingiria as profundidades da miséria para libertar a raça que fora arruinada" (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 63).
"Que mistério da redenção! O amor de Deus por um mundo que O não amou! Quem pode conhecer as profundidades daquele amor que 'excede todo o entendimento'? Durante séculos eternos, mentes imortais, procurando entender o mistério daquele amor incompreensível, irão se maravilhar e adorar" (Ibidem, p. 64).
"O plano da salvação fora estabelecido antes da criação da Terra; pois Cristo é 'o Cordeiro morto desde a fundação do mundo'" (Ap 13:8; Ibidem, p. 63).
Jesus é nosso Sumo Sacerdote (Hb 3:1) e Mediador (Hb 12:24). Ele intercede hoje por nós diante do Pai (Rm 8:34), e em breve voltará para nos levar ao lar eterno.
04/11/2013
Os bodes e o dia do perdão
Azazel era o nome dado ao bode emissário. Era um dos dois bodes escolhidos no Dia da Expiação, uma vez por ano.1 Naquele dia, o sumo sacerdote sacrificava o p
rimeiro bode e aspergia o sangue na cobertura da arca da aliança no Lugar Santíssimo do santuário. O segundo bode, Azazel, recebia simbolicamente os pecados acumulados no santuário e, depois disso, era levado ao deserto para morrer de forma solitária (Lv 16:21, 22).
O bode sacrificado simboliza Cristo, que deu a vida pelos nossos pecados. O bode emissário representa Satanás que, em última análise, é o grande responsável pelo pecado.2 O envio desse bode para o deserto representa a condenação de Satanás que, no fim, assumirá a responsabilidade por todos os pecados e pelo mal que ele instigou.
Muitas pessoas hoje lutam com um passado escuro, cheio de erros, dor e sofrimento. Mas Deus é capaz de perdoar nossas faltas, se nos arrependermos e estivermos sinceramente dispostos a mudar. Ele entregou Seu Filho para que todos tenham oportunidade de vida eterna (Jo 3:16, 17).
Deus tomou as devidas providências para a sua salvação. Sua parte agora é se entregar a Ele, assim como Cristo Se entregou por você.
1. Samuele Bacchiocchi, God's Festivals in Scripture and History, v. 2 (Berrien Springs, Mich.:Biblical Perspectives, 2001), p. 43.
2. Ibidem.
01/11/2013
Pecados no fundo do mar
Pecados no fundo do mar
CPB - Opiniao
"Maria tinha um cordeirinho, sua lã era branca como a neve; e aonde quer que Maria fosse, o cordeirinho ia também."1 Essa canção de ninar pareceu real pra mim enquanto eu caminhava de volta ao campo missionário com um grupo de garotas. Uma das meninas pegou um lindo cordeirinho e o acariciou antes de colocá-lo de volta ao chão para continuarmos nosso caminho. O bichinho, ansioso por mais atenção, nos seguiu por um longo caminho, balindo alto, até que já estávamos bem longe de sua mãe. A garota que o pegou decidiu levá-lo de volta para que ele não se perdesse. Felizmente, dessa vez, ele ficou com o restante do rebanho.
"Sua lã era branca como a neve [...]." O cordeiro se destacou em nítido contraste com a paisagem suja à sua volta. No ano em que fui estudante missionária, houve uma seca severa no Quênia. O pó cobria a paisagem que, nessa época do ano, deveria estar verde e cheia de vida. Aquele filhote não tinha sido ainda deformado pela vida, e era "sem mancha e sem defeito" (1Pe 1:19).
Assim como aquele cordeiro, Cristo era perfeito e sem mácula. Mesmo assim, Ele morreu para que pudéssemos ser perdoados. "Ele foi transpassado por causa das nossas transgressões, foi esmagado por causa de nossas iniquidades; o castigo que nos trouxe paz estava sobre Ele, e pelas Suas feridas fomos curados" (Is 53:5).
Por causa do sacrifício de Jesus, somos perdoados e podemos viver em paz, pois Deus "[atirará] todos os nossos pecados nas profundezas do mar" (Mq 7:19). Como cientista, sei que a região mais funda do oceano são as Fossas das Marianas, com uma profundidade de 11.034 metros – 2 quilômetros a mais, comparada à altura do Monte Everest, a montanha mais alta do mundo.2 É nas profundezas que Deus lança nossa culpas, quando vivemos com Jesus.
1. Poetryfoundation.org, "Mary had a little lamb", http:// www.poetryfoundation.org/ poem/%20176330 (acessado em 19 de julho de 2012).
2. http:// mundoestranho.abril.com.br/ materia/ como-e-a-vida-nas-maiores-a ltitudes-e-profundidades-d a-terra (acessado em 24 de maio de 2013).
Mãos à obra
- Visite uma fazenda em que haja ovelhas e fotografe um cordeiro interagindo com sua mãe. Observe o comportamento inocente do carneirinho, e então imagine-se encravando uma faca em seu pescoço. Percebeu o quanto o pecado é mau? Agora, pare para pensar no que Jesus sofreu, ao ser sacrificado por seus pecados. Que reações isso causa em você?
- Faça uma pesquisa, em livros ou na internet, sobre submarinos. Perceba a dificuldade em se criar mecanismos que alcancem as profundezas do mar. Agora, pense na analogia de Miqueias 7:19. Assim como Deus, procure lançar nas profundezas o que outras pessoas fizeram contra você. Procure perdoar completamente, assim como Deus o perdoa!
Pense Nisto
- Por que a Bíblia usa tantas analogias, como o cordeiro e as profundezas do mar, para explicar a salvação?
- Existem pecados em sua vida que você precisa que Deus lance nas profundezas? Faça-o agora, e receba a paz que somente Deus pode lhe dar!
Valerie Lee | Collegedale, Tennessee, EUA
CPB - Opiniao
"Maria tinha um cordeirinho, sua lã era branca como a neve; e aonde quer que Maria fosse, o cordeirinho ia também."1 Essa canção de ninar pareceu real pra mim enquanto eu caminhava de volta ao campo missionário com um grupo de garotas. Uma das meninas pegou um lindo cordeirinho e o acariciou antes de colocá-lo de volta ao chão para continuarmos nosso caminho. O bichinho, ansioso por mais atenção, nos seguiu por um longo caminho, balindo alto, até que já estávamos bem longe de sua mãe. A garota que o pegou decidiu levá-lo de volta para que ele não se perdesse. Felizmente, dessa vez, ele ficou com o restante do rebanho.
"Sua lã era branca como a neve [...]." O cordeiro se destacou em nítido contraste com a paisagem suja à sua volta. No ano em que fui estudante missionária, houve uma seca severa no Quênia. O pó cobria a paisagem que, nessa época do ano, deveria estar verde e cheia de vida. Aquele filhote não tinha sido ainda deformado pela vida, e era "sem mancha e sem defeito" (1Pe 1:19).
Assim como aquele cordeiro, Cristo era perfeito e sem mácula. Mesmo assim, Ele morreu para que pudéssemos ser perdoados. "Ele foi transpassado por causa das nossas transgressões, foi esmagado por causa de nossas iniquidades; o castigo que nos trouxe paz estava sobre Ele, e pelas Suas feridas fomos curados" (Is 53:5).
Por causa do sacrifício de Jesus, somos perdoados e podemos viver em paz, pois Deus "[atirará] todos os nossos pecados nas profundezas do mar" (Mq 7:19). Como cientista, sei que a região mais funda do oceano são as Fossas das Marianas, com uma profundidade de 11.034 metros – 2 quilômetros a mais, comparada à altura do Monte Everest, a montanha mais alta do mundo.2 É nas profundezas que Deus lança nossa culpas, quando vivemos com Jesus.
1. Poetryfoundation.org, "Mary had a little lamb", http://
2. http://
Mãos à obra
- Visite uma fazenda em que haja ovelhas e fotografe um cordeiro interagindo com sua mãe. Observe o comportamento inocente do carneirinho, e então imagine-se encravando uma faca em seu pescoço. Percebeu o quanto o pecado é mau? Agora, pare para pensar no que Jesus sofreu, ao ser sacrificado por seus pecados. Que reações isso causa em você?
- Faça uma pesquisa, em livros ou na internet, sobre submarinos. Perceba a dificuldade em se criar mecanismos que alcancem as profundezas do mar. Agora, pense na analogia de Miqueias 7:19. Assim como Deus, procure lançar nas profundezas o que outras pessoas fizeram contra você. Procure perdoar completamente, assim como Deus o perdoa!
Pense Nisto
- Por que a Bíblia usa tantas analogias, como o cordeiro e as profundezas do mar, para explicar a salvação?
- Existem pecados em sua vida que você precisa que Deus lance nas profundezas? Faça-o agora, e receba a paz que somente Deus pode lhe dar!
Valerie Lee | Collegedale, Tennessee, EUA
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