No Brasil, é muito comum ouvir falar do “sonho da casa própria”. São muitos os que querem se livrar do aluguel e ter seu “cantinho”, afinal, casa é sinônimo de refúgio, tranquilidade e segurança. Deus também tem uma casa, de onde Ele controla o Universo e onde poderemos habitar um dia também.
A casa de Deus (1Rs 8:49). No Antigo Testamento, o santuário celestial geralmente é chamado de “templo” (Sl 11:4; Is 6:1; Mq 1:2; Hc 2:20). O termo hebraico para “templo”, hekal, vem da antiga palavra suméria EGAL, que significa “casa grande.” O santuário é muitas vezes chamado de a “Casa do Senhor” (Sl 23:6). Ele também é chamado “morada” ou “habitação” de Deus (Dt 26:15; Sl 68:5; Jr 25:30; Zc 2:13). Assim, o santuário ou templo celestial é, em última análise, a residência de Deus – Sua casa!
Esse templo celestial já existia quando o mundo foi criado (veja Jr 17:12, onde a linguagem reflete Gn 1:1). Embora a natureza e a existência de Deus sejam difíceis de entender e vão muito além dos limites da Física, Ele decidiu habitar no espaço e no tempo, para estar bem perto de Suas criaturas. Ele é “Deus conosco” (Mt 1:23). E Jesus está, agora mesmo, preparando “quartos” no Céu, para vivermos eternamente na “casa do Pai” (Jo 14:1-3). Imagine que privilégio será morar com Deus!
O centro de comando do Universo (Sl 47:6-9). Muitas passagens das Escrituras retratam Deus em Sua sala do trono. Essa sala é nada menos do que o santuário celestial (1Rs 22:19; Sl 93:1, 2; 97:2; 103:19, 20). Assim como Salomão, rei de Israel, construiu uma “Sala do Julgamento” junto à sua residência pessoal (1Rs 7:1, 7, 8), onde ele administrava os assuntos do reino, o Rei celestial também tem uma sala do trono ou “Sala do Julgamento” (Lugar Santíssimo) e Sua “residência pessoal” (Lugar Santo). De Seu “centro de comando” no santuário celestial, Deus resolve os “assuntos de Estado” para o Universo.
Lugar de adoração (Ap 4, 5). São muitos também os textos bíblicos que descrevem o santuário celestial como lugar de adoração. Isaías 14:12-21 e Ezequiel 28:11-19 não retratam apenas a queda de Lúcifer e a ascensão do mal, mas também indicam a existência de um santuário celeste, mesmo antes do pecado. Lúcifer era o “querubim da guarda ungido” (v. 14), o que lembra os querubins de ouro sobre a arca da aliança (Êx 37:9). O “monte santo de Deus” (Ez 28:14), lugar de Seu trono, está relacionado ao Lugar Santíssimo. Esse santuário também é chamado de o “monte da congregação” (Is 14:13). Ali, os seres criados por Deus, que não caíram em pecado, reúnem para adorar seu Criador. Mesmo após a entrada do mal no Universo, o louvor e a adoração no santuário celestial continuaram a acontecer. Em visão, Isaías pôde ver o templo celestial em um grande movimento de louvor, e os serafins cantando: “Santo, Santo, Santo é o Senhor dos Exércitos, a Terra inteira está cheia da Sua glória” (Is 6:3). Apocalipse 4 e 5 descreve uma cena de adoração semelhante no santuário celestial depois da ascensão de Jesus. As criaturas celestiais louvavam seu Criador (Ap 4) e Redentor (Ap 5).
Esse clima de adoração e louvor no santuário continuará através do grande conflito e por toda a eternidade (Ap 19:1-5; Is 66:23; Ap 21:1-3).
E ai pessoal, com que roupa vamos na igreja amanhã? Homens todos de terno e gravata e mulheres de vestido longo? Qual a roupa adequada para um "crente" usar? Descubra isso e muito mais nesse incrível vídeo feito pelo pessoal do CIC! Aproveitem!
Sempre gostei de brincar na chuva. Infelizmente, vivo num lugar
em que quase nunca chove, e quando chove, é apenas o suficiente para
umedecer as folhas nas árvores. Certa vez, durante as férias, tive a
chance de visitar outro país com meu irmão, para aprender uma nova
língua. Eu tinha oito anos de idade naquela ocasião, e aquelas férias
eram, na verdade, um período dedicado a intenso estudo. Em uma das
ligações que fazíamos para nossos pais, eles nos contaram algo que
jamais esperávamos ouvir. Tinha chovido muito forte em nossa cidade. O
rio havia transbordado e uma grande parte da região estava inundada.
“Grandes gotas de chuva caíram por um bom tempo!”, eles nos disseram.
“Havia grandes poças por todo lado!” “Como é possível que tenha chovido
justamente quando eu não estava lá para ver?”, perguntava a mim mesmo,
inconformado.
Muitos de nós crescemos na igreja e sempre ouvimos falar da “chuva
serôdia”. Mas, no fundo, parece que achamos isso impossível. No entanto,
a promessa de Deus é real e Ele a cumprirá! Precisamos apenas fazer
nossa parte.
Enquanto você lê esta lição, pessoas ao redor do mundo estão sendo
batizadas e participando de reuniões de reavivamento e campanhas de
evangelização. A igreja está sendo despertada pelo Espírito Santo. Há um
movimento mundial. Mas o que ainda está faltando? Falta você se
envolver!
Agora mesmo, onde quer que você esteja, peça ao Pai celestial que o
reavive e transforme. Quando criança, meu sonho era brincar na chuva.
Hoje, almejo o dia em que receberemos as abundantes cachoeiras do Céu,
trazendo o poder necessário para terminar a obra de Deus neste mundo.
As últimas palavras que Jesus falou aos Seus discípulos foram: “[Vocês] receberão poder” e “serão Minhas testemunhas” (At 1:8). Assim, Ele resumiu a razão para a existência de Sua igreja. Nós recebemos a promessa e os recursos estão disponíveis. A pergunta agora é: Como podemos deixar o Espírito Santo nos usar?
Isaías 60:1, 2 diz: “Levante-se, refulja! Porque chegou a sua luz, e a glória do Senhor raia sobre você. Olhe! A escuridão cobre a Terra, densas trevas envolvem os povos, mas sobre você raia o Senhor, e sobre você se vê a Sua glória”. Deus nos colocou como luzes neste mundo de escuridão para que, por meio das nossas boas ações, outros aprendam a respeito da salvação (Mt 5:14-16). Essas boas ações somente podem ser praticadas por intermédio da habitação do Espírito Santo em nós e dos dons espirituais com os quais Ele nos dotou.
Outro meio pelo qual o Espírito Santo pode nos usar para promover o reavivamento e a reforma é treinando outros para iluminar o mundo com o evangelho. O próprio Jesus treinou Seus discípulos para espalharem as boas-novas através de suas vidas transformadas, sermões e testemunhos pessoais. Posteriormente, Ele escolheu outras setenta (ou, segundo algumas versões, setenta e duas) pessoas e as enviou em duplas (Lc 10:1), com autoridade para curar doenças e pregar o evangelho.
Assim como Jesus, faça discípulos. Escolha membros de sua igreja com menos experiência na caminhada cristã, estreite sua amizade, e comece um plano de discipulado com essas pessoas. Participe de uma dupla missionária e de um pequeno grupo. Fazendo assim, você irá se expor à ação capacitadora do Espírito Santo.
Aqui está uma boa notícia: O mesmo Jesus que derrotou Satanás na cruz virá outra vez, triunfará sobre os poderes do inferno e destruirá completamente o mal (Ap 19:19-21; Ez 28:18, 19). O mal não terá a última palavra. A última palavra é de Deus. Até então, o Pai, o Filho e o Espírito Santo estão fazendo todo o possível para alcançar cada pessoa. O coração de Deus sofre por este mundo perdido. Em breve, Seu povo revelará ao mundo, no testemunho de suas palavras e obras, a maravilhosa graça e verdade de Jesus.
O investimento que você faz do seu tempo é determinante no que se refere a reavivamento e reforma. Coloque sua rotina na ponta do lápis e planeje como dedicar mais tempo à comunhão com Deus de hoje em diante. -
Pense em como você pode brilhar por Jesus em sua comunidade, em seu bairro, no trabalho ou na faculdade, e na vida das pessoas ao seu redor. Crie oportunidades de pregar o evangelho nesses lugares.
O livro de Atos poderia também ser chamado Atos do Espírito Santo, pois no capítulo 1, verso 8, Jesus fez a seguinte promessa aos Seus discípulos: “Receberão poder quando o Espírito Santo descer sobre vocês, e serão Minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judeia e Samaria, e até os confins da Terra”. A palavra dúnamis, traduzida como “poder”, refere-se ao “‘poder’ sobrenatural recebido somente por aqueles sobre os quais o Espírito Santo vem. [...] Ele dá (1) poder interior, (2) poder para proclamar o evangelho e (3) poder para conduzir outros a Cristo. [...] Esse testemunho dado pelo Espírito deveria ser uma marca distintiva da igreja cristã.”1 A palavra dinamite (um poderoso explosivo) tem a mesma origem da palavra dúnamis, usada em Atos 1:8.2 Isso nos dá uma ideia de quão poderoso é o Espírito Santo.
Atos 1:15 nos conta que, naquela época, havia aproximadamente 120 discípulos. “Considerando que existiam cerca de quatro milhões de judeus na Palestina, isso significa que havia por volta de um cristão para cada trinta mil judeus.”3 Que grande desafio esses primeiros discípulos enfrentaram! Eles eram tão poucos e não tinham a tecnologia que temos hoje. Mas, com o poder do Espírito Santo, “dinamitaram” o mundo da época com o evangelho, e alcançaram resultados maravilhosos! (At 2:47).
Será que esse sucesso foi reservado apenas para aqueles cristãos? Com certeza não. A tecnologia continuará a melhorar nossa habilidade de espalhar o evangelho – isso é fato. No entanto, jamais conseguiremos terminar a obra de evangelizar o mundo por nossas próprias forças. Se não tivermos o dínamo do Espírito Santo em nós, se não experimentarmos reavivamento e reforma hoje, não chegaremos a lugar algum. Existem milhões de pessoas nas trevas do pecado, sedentas do amor de Deus, e nós temos uma grande missão a cumprir. Sem o poder do Céu, não há como avançar.
O fogo é um símbolo da glória, presença e poder de Deus manifestos no ministério do Espírito Santo. Ser batizado com fogo é ser imerso na glória da presença de Deus pelo Espírito Santo, para testemunhar em Seu poder. O batismo do Espírito Santo é a imersão no poder de Deus para que testemunhemos com eficácia a respeito de Sua glória. Mais uma vez, nos últimos dias da história da Terra, o povo de Deus será imerso em Sua presença, cheio de Seu poder e enviado para testemunhar de Sua glória ao mundo.
Você vive momentos em que Deus parece muito distante? A maioria de nós sente isso. O salmista fala por nós ao clamar: “Senhor, por que estás tão longe? Por que te escondes em tempos de angústia?" Sl 10:1). Pendurados na cruz, Jesus clamou: “Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste?”(Mt 27:46).
Nossos sentimentos podem dizer-nos que Deus está distante, mas as Escrituras dizem outra coisa. Quando clamamos a Deus em oração, Ele está perto, quer sintamos, que não. Ao mesmo tempo, podemos orar por algo de que precisamos sem ver uma resposta depois de semanas, meses ou até mesmo anos de intercessão fervorosa. Por que Deus tantas vezes nos faz esperar pelo que temos certeza ser necessário imediatamente?
Deus pode negar-nos certas coisas durante algum tempo porque deseja que oremos por elas. Ele quer fazer algo grande em resposta a nossas orações, algo que só pode nascer se orarmos. É possível que certas coisas não ocorram em sua vida a não ser que ore longa e fervorosamente por elas.
Se começar a desanimar e achar que a vida nunca vai mudar, saiba que o oposto é verdade. É nessas ocasiões que Deus o está preparando para o seu futuro. Ao chegar a hora certa, sabemos que Ele trabalha rapidamente. Achegue-se a Deus em oração, confiando em sua proximidade. Agradeça-Lhe por ouvir suas orações e porque vai responde-las à Sua maneira perfeita. (Escrito por Stormie Omartian)
A promessa (Jl 2:28-32). Talvez a passagem mais conhecida do livro de Joel seja o capítulo 2, versos 28 a 32. Ali o profeta contempla um tempo futuro, quando o Espírito de Deus seria derramado “sobre toda a carne”. Jovens e idosos, homens e mulheres teriam essa experiência. Embora o Espírito Santo já houvesse descido antes sobre profetas e sacerdotes, nunca havia ocorrido algo semelhante com um grupo tão grande de pessoas. Quase oitocentos anos se passaram e, no dia de Pentecostes, a profecia de Joel encontrou cumprimento num grupo de discípulos que buscava sem cessar a promessa de reavivamento feita por Jesus.
Evidências no livro de Joel e fora dele nos dão a entender que o derramamento especial de poder nos dias dos apóstolos foi apenas o cumprimento parcial da profecia. Um reavivamento maior e pleno está para acontecer nos dias finais da História. E nós fazemos parte dessa profecia.
O processo (Jl 1:1-15). O despertar espiritual conhecido como reavivamento ou “chuva serôdia” ocorrerá quando o povo de Deus colocar em prática os requisitos para que isso aconteça.
“Ouçam isto, anciãos; escutem, todos os habitantes do país [...]” (v. 2). Para que o reavivamento ocorra em nossa vida, primeiramente é necessário que escutemos. Mas o que devemos escutar num mundo tão barulhento, com milhares de “vozes” que querem nos influenciar? A resposta é simples: a Palavra de Deus. A Bíblia nos fala sobre a vontade e os planos do Senhor para nossa vida; por isso é fundamental que a estudemos e meditemos nela todos os dias.
“Contem o que aconteceu aos seus filhos, e eles aos seus netos, e os seus netos, à geração seguinte” (v. 3). Para que ocorra um reavivamento, é necessário também que os pais, avós, tias e tios ensinem as crianças de sua família a respeito de Deus. Leia Deuteronômio 6:6-9. Parte desse testemunho também inclui a maneira pela qual nos comportamos. Lembre-se de que as ações falam mais alto que as palavras. Agimos como Deus gostaria que agíssemos? Nossas ações combinam com o que falamos de Deus para os outros? Nesta semana você terá oportunidades de ensinar alguém sobre sua fé por meio de palavras e ações.
“Acordem, bêbados, e chorem!” (v. 5). A condição espiritual dos habitantes de Jerusalém estava tão degradada que Deus os comparou a bêbados que precisavam acordar do seu torpor. Hoje, muitos de nós estamos entorpecidos pela rotina do dia a dia, e não percebemos que nos falta fé e mais fervor. Olhe pra você e pense em sua vida. O que o tem deixado assim, sonolento espiritualmente. Ore para que o Senhor o ajude a acordar.
“Ponham vestes de luto, ó sacerdotes, e pranteiem; chorem alto, vocês que ministram perante o altar” (v. 13). Essa passagem pode ser melhor compreendida à luz do verso 9, onde é mencionado que “as ofertas de cereal e as ofertas derramadas foram eliminadas do templo do Senhor. Os sacerdotes, que ministram diante do Senhor, estão de luto”. Por meio das ofertas oferecidas no santuário, os israelitas podiam aprender sobre o Messias que seria sacrificado pelos pecados do mundo (Is 53:4, 7). Imagine quão doloroso era para Deus ver Seu povo esquecendo-se do plano de redenção preparado para eles com tanto amor.
Cristo morreu por nós. Pagou o preço pelos nossos pecados. Ele é nosso Salvador. Com que frequência você pensa no sacrifício que Ele fez por você?
O que Cristo fez por nós deveria nos motivar a viver uma vida de gratidão e constante serviço.
“Decretem um jejum santo; convoquem uma assembleia sagrada. Reúnam as autoridades e todos os habitantes do país no templo do Senhor, do seu Deus, e clamem ao Senhor” (v. 14). Se quisermos experimentar o poder da “chuva serôdia”, devemos fazer como os discípulos – buscar intensamente ao Senhor, com arrependimento, confissão, clamor, jejum e oração (At 1:14; 2:1-40). O derramamento do Espírito Santo nos dias dos apóstolos, também conhecido como “chuva temporã”, foi uma “amostra grátis” do maravilhoso poder que ainda está por vir em nossos dias.
Não perca hoje 20/09/2013 as 20:00h na Planta São Marcos com Alexandre da Associação. Programa Jovem:"uma nova direção: quebrando paradigmas". Te espero!
Consertar relacionamentos quebrados ou desajustados era uma das atividades favoritas de Cristo. Na Bíblia temos quase um guia passo a passo para restaurar relacionamentos.
Ação. (1) Preocupar-se com um relacionamento partido o define como um filho de Deus (Mt 5:9). (2) Identifique claramente o erro que você cometeu (Mt 18:15). (3) Busque a pessoa que lhe ofendeu, e gentilmente lhe explique sua preocupação. Jesus coloca sobre você a responsabilidade de procurar o ofensor, e dar o primeiro passo rumo à reconciliação (Mt 5:23, 24; 18:15).
Ambiente. (1) Privacidade é importante para criar um contexto respeitoso no qual discussão e cura podem ter lugar. Inicialmente, o erro deve ser discutido somente entre as duas partes envolvidas. (2) Se uma solução foi alcançada, você ganhou um amigo. Se não, (3) recorra a uma ou duas pessoas que o ajudem. Se isso também falhar, (4) envolva a igreja. (5) O próximo passo, então, é tratar a pessoa que recusa ser reconciliada como alguém carente da graça de Deus (“gentio e publicano”). Como tratamos aqueles que não conhecem a Jesus? Nós os rejeitamos? Claro que não! Pelo contrário, se têm alguma necessidade, nós ajudamos a suprir. Ao amar os que nos ofendem e tratá-los como pessoas em busca de Deus, teremos mais sucesso em conquistá-los de volta (Rm 12:17-20).
Atitude. Somos perdoados na medida em que perdoamos. A misericórdia que receberemos de Deus no dia do acerto de contas será proporcional à nossa disposição para perdoar quem nos ofende (Mt 6:12, 14).
O propósito de Jesus ao dar o conselho de Mateus 18 foi que os conflitos na igreja envolvessem a menor quantidade possível de pessoas (de preferência, as duas primeiras pessoas envolvidas). Mas há momentos em que apelos pessoais para resolução de conflitos são ineficazes. Nesses casos, Jesus nos convida a levar uma ou duas pessoas conosco. Esse segundo passo no processo da reconciliação deve ser sempre seguido pelo primeiro passo, no sentido de unir as pessoas afastadas. Não devemos tomar partido. Precisamos demonstrar amor e compaixão cristãos como conselheiros e companheiros de oração, a fim de participar do processo de reconciliação de duas pessoas afastadas. E há ocasiões em que todas as tentativas de resolver o problema não funcionam. Nesse caso, Jesus nos ensina a levar a questão perante a igreja.
“Não dê ao perdido ocasião para desânimo. [...] Sinta ele o aperto de uma mão simpatizante, e ouça o sussurro: Oremos. Deus dará rica experiência a ambos. A oração une-nos um ao outro e a Deus” (Ellen G. White, Paráboas de Jesus, p. 250).
“Pessoa alguma já foi conquistada de um caminho errado por meio de censura e acusações; mas muitos têm sido afastados de Cristo, e levados a cerrar o coração contra a convicção da culpa. Um espírito brando, uma suave e cativante atitude, pode salvar o errado, e cobrir uma multidão de pecados. A revelação de Cristo em vosso caráter terá um poder transformador sobre todos com quem vocês entrarem em contato. Seja Cristo diariamente manifestado em vocês, e Ele revelará por seu intermédio a energia criadora de Sua palavra – uma delicada, persuasiva e todavia poderosa influência para regenerar outras vidas segundo a beleza do Senhor nosso Deus” (Ellen G. White, O Maior Discurso de Cristo, p. 129).
“Seus irmãos ficaram imóveis, mudos de temor e espanto. Era governador do Egito seu irmão José, aquele irmão a quem invejavam e teriam morto, e que finalmente venderam como escravo! Todos os maus-tratos que lhe impuseram passaram diante deles. Lembraram-se de como tinham desprezado seus sonhos, e agido para impedir seu cumprimento. Haviam, contudo, desempenhado seu papel no cumprimento desses sonhos; e, agora que estavam completamente em seu poder, sem dúvida ele iria se vingar do mal que tinha sofrido. Vendo o transtorno deles, disse bondosamente: ‘Cheguem mais perto. [...] Quando eles se aproximaram, disse-lhes: Eu sou José, seu irmão, aquele que vocês venderam ao Egito! Agora, não se aflijam nem se recriminem por terem me vendido para cá, pois foi para salvar vidas que Deus me enviou adiante de vocês’ (Gn 45:4, 5). Entendendo que já haviam sofrido muito pela sua crueldade para com ele, procurou nobremente banir seus temores, e diminuir a amargura da exprobração a si mesmos.[...] ‘Então ele se lançou chorando sobre o seu irmão Benjamim e o abraçou, e Benjamim também o abraçou, chorando. Em seguida beijou todos os seus irmãos e chorou com eles. E só depois os seus irmãos conseguiram conversar com ele’ (Gn 45:14, 15). Confessaram humildemente seu pecado, e rogaram perdão. Haviam muito tempo sofrido de ansiedade e remorso, e agora regozijavam-se de que ele ainda estivesse vivo” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 230, 231).
Cristo tomou a iniciativa de nos reconciliar com Ele (Rm 2:4). Não podemos receber as bênçãos do perdão até confessarmos os pecados. Isso não significa que a confissão gera o perdão no coração de Deus. O perdão sempre esteve no coração dEle. Em vez disso, a confissão nos permite receber o perdão (1Jo 1:9). O perdão também é muito importante para o bem-estar espiritual. A incapacidade de perdoar alguém que nos ofendeu, mesmo que a pessoa não mereça, pode nos prejudicar mais do que a ela. Perdão é libertar o outro da nossa condenação porque Cristo nos libertou da Sua condenação.
Jargões e expressões igrejeiras recheiam nossos cultos. Se você prestar atenção, vai perceber que temos inúmeras manias que fazem parte de praticamente todas as cerimônias religiosas. Algumas são engraçadas, e outras até mesmo absurdas, mas se tornaram tão comuns que já são vistas como um estilo “adventístico”. Deus aceita TODA adoração e TODO louvor que venham de um coração sincero, mas isso não quer dizer que não precisemos nos dedicar para fazer algo a Ele. Assim como nos empenhamos nos estudos para ter uma boa carreira profissional, devemos dar o nosso profundo esforço para a obra de Deus, que é a mais importante causa do mundo! Super dicas para vocês agora (tanto homens como mulheres!).
Curando amizades partidas (Jo 13:35; At 15:36-40; Cl 4:10, 11; 2Tm 4:11). No princípio, Deus criou o homem perfeito e o colocou num mundo perfeito. Deus passou tempo com ele. Mas, mesmo na perfeição do Éden, havia algo que “não [era] bom” (Gn 2:18). Quando entendemos o “não bom” da solidão, podemos começar a entender as necessidades do coração humano. Como crianças e adultos, experimentamos dor quando somos abandonados por pessoas que são importantes para nós. Podemos aprender como curar algumas dessas feridas apoiando uns aos outros. Relacionamentos partidos são restaurados quando trabalhamos de mãos dadas com Deus para tirar a solidão dentre nós. Fazemos isso quando compartilhamos as tristezas e alegrias da vida (Rm 12:15), quando perdoamos, confortamos e apoiamos uns aos outros em nossas lutas (Gl 6:2).
Curando relacionamentos desequilibrados (Fm 1-25). As pessoas se ferem quando criamos desequilíbrio e desigualdade nos relacionamentos. Aos olhos de Deus, somos todos iguais – homens e mulheres, escravos e senhores, jovens e idosos. Quando estamos em posições de poder e status mais elevado, frequentemente não nos damos conta ou compreendemos a dor e a aflição que causamos a outros. Os cristãos lutam por igualdade entre todas as pessoas, impulsionados pelo desejo de agir justamente; amam a misericórdia, e caminham humildemente uns com os outros e com Deus (Mq 6:8).
A solução ideal de Deus para esse problema está descrita em Romanos 12:3, 10, 16. Quando tratamos outras pessoas como se fossem mais importantes do que nós, independentemente de idade, sexo ou habilidades, um respeito saudável floresce, e os desequilíbrios potencialmente prejudiciais não têm vez.
Curando o orgulho e o ciúme (1Co 3:5-11; 12; 2Co 10:12-15). O orgulho e o ciúme causam dor e relações partidas. Foi o orgulho de Satanás e o seu ciúme de Deus que romperam relacionamentos perfeitos no Céu. O orgulho divide e isola, e o ciúme continua a destruir amizades. Em última análise, foi a humildade de Jesus que nos salvou. Sua atitude mansa, amorosa e submissa O levou a nascer em meio à pobreza, a viver e sofrer neste mundo, e finalmente morrer a pior das mortes. Tal humildade é redentora.
A metáfora de Paulo, da igreja como um corpo, é poderosa e prática. Cada parte de nossa anatomia é importante, mesmo as que não vemos e aquelas que consideramos sem muita expressão. Todas as partes do corpo são interdependentes. Devemos usar todos os nossos dons para servir, abençoar e fortalecer uns aos outros.
A soberba não tem lugar nos planos do Senhor. As únicas coisas pelas quais podemos sentir orgulho é a justiça e o amor de Deus, cuja expressão máxima é a cruz (Jr 9:23, 24; Gl 6:14).
Curando mágoas por meio do perdão (Lc 23:32-34; Rm 2:1-4; 5:8-11; 2Co 5:20, 21). O perdão é um presente do Céu. Ele nos conecta novamente com Deus e uns com os outros. Uma vez que entendemos a profundidade e o tamanho do perdão que nos foi dado, não hesitamos em perdoar “setenta vezes sete” até o pior dos nossos inimigos (Mt 18:21-34). A cruz de Cristo é o grande monumento do perdão. Ali, Deus nos reconciliou consigo e, embora fôssemos dignos da morte eterna, Ele nos concedeu oportunidade de vida e salvação. Por que não perdoa você também a seu irmão?
Relacionamentos restaurados (Mt 18:15-17; Jo 4:1-42; 8:1-11; Lc 19:1-10). Em Mateus 18:15-17, Jesus ensina uma forma respeitosa e cuidadosa de resolver desentendimentos e restaurar amizades. Mas, antes disso, precisamos avaliar nossa própria vida e detectar os erros que há em nós (Mt 7:4, 5).
Jesus teve várias conversas restauradoras com pecadores, como a mulher pega em adultério, a mulher junto ao poço, e Zaqueu. Esses encontros nos ensinam como falar com aqueles que amamos, e que estão lutando com o pecado. Tudo o que fizermos ou falarmos em tais situações precisa expressar amor, aceitação, respeito, incentivo e apoio à pessoa com quem nos preocupamos. Nossas palavras e ações devem servir para aproximar as pessoas de Deus, dando-lhes a certeza de que há perdão, salvação, paz e felicidade disponíveis em Jesus.
O poder medicinal do amor (1 Coríntios 13). O amor de Deus é um remédio, capaz de curar qualquer ferida. Leia 1 Coríntios 13:4-8, e substitua a palavra amor por Deus. Perceba como as qualidades do amor correspondem exatamente aos traços de caráter de Deus. Quando o Espírito de Deus habita em nós, é impossível não transbordarmos o amor. É nosso dever levar esse amor a lugares sem esperança, solitários, a doentes e feridos do pecado. Experimente o poder medicinal do amor!
Parece que no mundo de hoje, desenhamos uma linha entre nossa “vida espiritual” e nossa “vida diária”. A “vida espiritual” inclui ir à igreja, orar, ler a Bíblia, etc., enquanto a “vida diária” abrange todo o restante. No entanto, isso é estranho à visão bíblica. Na cultura hebraica antiga, na qual a Bíblia foi escrita, a religião de alguém influenciava todos os aspectos de sua vida, incluindo trabalho, estudos, relacionamentos, etc. De acordo com essa visão, até as coisas simples da vida podem ser consideradas “espirituais”, se forem feitas com o propósito de glorificar a Deus (1Co 10:31). Dos Dez Mandamentos, quatro falam sobre nosso relacionamento com Deus, enquanto seis tratam de como devemos nos relacionar uns com os outros. À luz da Bíblia, nossas crenças devem afetar nossos relacionamentos em duas direções: Na vertical (com Deus), e na horizontal (com nossos semelhantes).
O apóstolo Paulo escreveu muitas cartas a igrejas que lutavam com problemas relacionais. Ele pediu aos seus membros que fossem amorosos, humildes e não julgassem uns aos outros. Contudo, o próprio Paulo não estava imune às desavenças. Em Atos 15:36-41, lemos sobre um desentendimento entre ele e Barnabé. Em relação à palavra original para “desavença”, ou “desentendimento” no verso 39, lemos que o “termo em grego é paroxysmos, de onde tiramos ‘paroxismo’[...] que traz a conotação de emoções severamente intensificadas, faces vermelhas e distorcidas, vozes alteradas [...]”* Embora não saibamos como aconteceu exatamente, parece que a questão foi resolvida, e no fim tudo acabou bem entre Paulo e João Marcos (Cl 4:10, 11; 2Tm 4:11).
A seguir, estão alguns princípios bíblicos que podem ser úteis quando surgirem os conflitos: Ame a pessoa (Mt 22:39; Mc 12:31; Jo 13:34; Fp 2:2). Supere seu orgulho (Ef 2:8, 9; 4:2; Fp 2:3-11). Quando surgirem problemas, comunique-se (Mt 18:15-17; Ef 4:26; Tg 1:19). Perdoe (Mt 18:21-35; Ef 4:32).
* Tom Wright, Acts for Everyone, Parte 2 (Londres, Inglaterra: Westminster John Knox Press, 2008), p. 53.
Duas décadas atrás, minha mãe era uma fumante inveterada. Era viciada
em nicotina. Em um único dia, podia devorar vários maços de cigarros.
Ela não percebia que sua saúde estava se debilitando por conta desse
vício. Apesar de não frequentarmos a igreja naquela época, mesmo assim
eu odiava que minha mãe fumasse. Em meu coração, silenciosamente
desejava que ela parasse.
Então, um dia, seis pessoas vieram nos visitar, supostamente por
acaso – pelo menos é o que parecia. Eles eram membros da Igreja
Adventista do Sétimo Dia e estavam visitando as pessoas durante uma
semana de oração. Cantaram um hino, oraram e leram um verso da Bíblia
para nós. No sábado seguinte, minha mãe foi à igreja deles e decidiu ser
batizada.
Minha oração foi respondida, pois logo que ela aceitou a Cristo,
parou de fumar. Dessa experiência, aprendi que Deus deseja que mudemos
radicalmente nossa maneira de pensar e agir, assim como minha mãe mudou.
Como Seus filhos, precisamos ser fiéis a Deus com a mente e com o
corpo, ou seja, com tudo o que somos. Há uma relação muito estreita
entre ambos. Mente e corpo precisam ser saudáveis para que sejamos
reformados por completo. Jesus veio para nos dar vida plena (Jo 10:10).
Agora, minha mãe tem uma mente nova. Novos pensamentos, nova vida,
novo coração. Sua saúde melhorou, e hoje ela é um membro fiel em nossa
igreja. Também dirige um grupo de aconselhamento à comunidade para
viciados em drogas que estão em processo de reabilitação. Isso é o que
eu chamo de reforma! Tenho visto no testemunho de minha mãe como a
mudança que Jesus opera em nossa mente resulta em transformação de vida
completa. Esse é o desejo de Deus para nós. Tudo novo! A começar pelo
coração.
Sempre que ocorre um reavivamento espiritual, seguido por uma reforma de vida, há uma influência em todas as condutas e comportamentos. Tudo aquilo que se vê, ouve, lê e mesmo lugares que se frequentam passam a refletir essa mudança de vida através do Espírito Santo.
Uma reforma no comportamento e conduta são afetados sempre que uma pessoa experimenta um reavivamento espiritual. Isto pode incluir áreas tão diversas como finanças, vestuário, alimentação, adornos, vestuário e entretenimento. O princípio que passa a reger a vida do cristão é: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus.” I Coríntios 10:31.
O que é, e qual é o propósito do Documento Uma comissão de líderes adventistas de oito países sul-americanos votou, no final de 2012, documento intitulado Estilo de Vida e Conduta Cristã. O objetivo é reafirmar a crença bíblica defendida pela Igreja Adventista do Sétimo Dia quanto ao comportamento de um cristão diante de diferentes situações da sua vida cotidiana como recreação, mídia, vestuário, sexualidade, joias, ornamentos e saúde. A ideia do documento não é substituir a Bíblia e nem criar novas normas.
A intenção foi resumir, em uma linguagem simples, mas clara e objetiva, o que Deus estabeleceu em Sua Palavra sobre esses temas no contexto da misericórdia e da graça cristãs. Trata-se de um material que reúne em um só lugar várias declarações que refletem o pensamento adventista sobre o assunto. Como o próprio documento diz, “as recomendações apresentadas neste documento não devem ser usadas como elemento de crítica ou julgamento de outros, mas como apoio para a vida pessoal”.
Segue abaixo o documento na íntegra:
Introdução A Igreja Adventista do Sétimo Dia reconhece a importância do sacrifício de Cristo na cruz como o preço pago pela nossa salvação. Deus, em Seu infinito amor pelo mundo, “deu Seu Filho Unigênito para que todo aquele que nEle crê não pereça mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16). Ele “prova o Seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5:8), e nos convida a aceitar esse sacrifício de amor, a entregar-Lhe totalmente a vida e a nascermos de novo em Cristo (Jo 3:3-15).
A pessoa que passou por essa experiência com Jesus deve agora andar em “novidade de vida”, entregando-Lhe todo o seu ser e todos os aspectos de sua vida (Rm 6:1-11). “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2Co 5:17). Uma vida renovada leva o cristão a um alto padrão de comportamento através de um estilo de vida que O glorifique e que evidencie publicamente a fé e o compromisso que ele tem com Cristo Jesus. Dois ensinos bíblicos fundamentam a importância do estilo de vida para o cristão adventista: 1) a restauração da imagem de Deus no ser humano; e 2) a missão profética específica da Igreja Adventista no final dos tempos.
A restauração da imagem de Deus. Segundo as Escrituras, o ser humano foi criado à “imagem e semelhança” de Deus (Gn 1:26, 27). Essa realidade foi manchada pelo pecado (Gn 3). Desde a queda, no entanto, Deus tem trabalhado pela restauração plena dessa imagem no ser humano (Rm 8:29; 1Co 15:49; 2Co 3:18; Ef 4:22-24; Cl 3:8-10) através da redenção em Cristo Jesus e da atuação do Espírito Santo na vida e mente daqueles que respondem positivamente ao Seu convite à salvação (Jo 1:12, 13; 3:3-16). Nesse processo de restauração, Deus chama Seus filhos a um reavivamento e reforma através do compromisso com a santidade. “Sede santos porque Eu sou santo” (Lv 11:44, 45; 19:2; 20:26); “sede perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste” (Mt 5:48).
Essas exortações bíblicas são muitas vezes mal-interpretadas e usadas como base de um legalismo exigente e frio, comumente denominado de perfeccionismo. No entanto, no Sermão da Montanha (Mt 5:43-48), Cristo deixou claro que “ser santo” e “ser perfeito” como Deus, é ser um canal divino de Sua graça, amor e bondade aos seres humanos. O cristão torna-se um canal de Deus ao amar sinceramente todos os indivíduos com quem ele se relaciona, orando por eles e ajudando-os, mesmo sendo seus inimigos ou aqueles que o perseguem.
O chamado do cristão é imitar a Deus em todos os aspectos de sua vida (1Pe 1:13-16). Para que isso seja possível, Deus concede aos Seus filhos o Espírito Santo, o Consolador, que opera na mente e coração dos seres humanos, envolvendo o cultivo de atributos internos (amor, bondade, compaixão, justiça, verdade, pureza, honestidade, responsabilidade, altruísmo, etc.) e externos (modéstia, decência, temperança, boas obras, etc.). Esses atributos representam a restauração do caráter divino evidenciado pelo fruto do Espírito na vida dos filhos de Deus (Rm 12:1-13:14; Gl 5:16-26; Ef 4:17-5:21; Cl 3:1-17; 1Ts 4:1-12; 1Tm 2:8-3:13). A missão profética da Igreja Adventista.
O segundo ensino bíblico que realça a importância de um estilo de vida consagrado a Deus é a missão específica da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Desde seus primórdios, os Adventistas do Sétimo Dia se consideram um movimento profético, com a missão especial de preparar um povo para a Segunda Vinda de Jesus. Esse movimento foi profetizado em Isaías 40:1-5, como a “voz do que clama no deserto” preparando o caminho do Senhor; em Isaías 58:12, como o “reparador de brechas e restaurador de veredas” que restabeleceria verdades bíblicas esquecidas, entre as quais a santificação do sábado; em Malaquias 4:4-6, como o Elias que antecederia a vinda do Messias. Seu cumprimento foi predito em Apocalipse 14:6-12, com a tríplice mensagem angélica pregada nos últimos dias da história humana pelos “santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus”.
A missão da Igreja Adventista é a mesma de João Batista — preparar um povo para a vinda de Jesus, e ambos são objetos das profecias específicas de Isaías 40 e Malaquias 4. João Batista é, portanto, um modelo profético da Igreja Adventista, e grande ênfase é dada ao seu estilo de vida, especialmente em relação à comida, bebida e vestimenta (Mt 3:4; Mc 1:6; Lc 1:15). Isso pressupõe que um estilo de vida específico, ordenado por Deus, é um aspecto importante no cumprimento da missão do mensageiro profético que prepara a vinda do Senhor.
Recomendações Com base nessa percepção das verdades bíblicas, a Divisão Sul-Americana da Igreja Adventista do Sétimo Dia reafirma seu compromisso com um estilo de vida cristã que represente seu chamado e sua missão diante do mundo e que seja uma resposta de coração à graça e ao amor de Deus. E, com o propósito de aconselhar e incentivar seus membros a crescerem na fé, a aprofundar sua experiência com Deus e a avançar no cumprimento da missão evangélica, faz as seguintes recomendações:
1. Vida de santificação O cristão é chamado a consagrar a Deus todos os aspectos de sua vida. Como está escrito: “Por isso, cingindo o vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que vos está sendo trazida na revelação de Jesus Cristo. Como filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância; pelo contrário, segundo é santo Aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento, porque escrito está: Sede santos, porque Eu sou santo” (1Pe 1:13-16). Ao fazer a vontade do Mestre, “precisamos chegar ao ponto de reconhecer plenamente o poder e a autoridade da Palavra de Deus, quer ela concorde ou não com nossas opiniões preconcebidas. Temos um perfeito livro-guia. O Senhor nos falou a nós; e, sejam quais forem as consequências, devemos receber Sua Palavra e praticá-la na vida diária. De outro modo estaremos escolhendo nossa própria versão do dever e fazendo exatamente o oposto daquilo que nosso Pai celestial nos mandou fazer” (Ellen G. White, Manuscrito 148, 1902; ver Medicina e Salvação, p. 255, 256).
2. Crescimento espiritual A santificação implica um contínuo processo de crescimento espiritual pela graça de Deus em Jesus, através da comunhão pessoal com Ele pelo estudo da Bíblia, pela prática da oração e pelo testemunho pessoal. O alvo é chegar “ao pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo, para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado ao outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro. Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo nAquele que é a cabeça, Cristo” (Ef 4:13-15). “Muitos têm a ideia de que devem fazer sozinhos parte do trabalho. Confiaram em Cristo para o perdão dos pecados, mas agora procuram por seus próprios esforços viver retamente. Mas qualquer esforço como este terá de fracassar. Diz Jesus: ‘Sem Mim nada podereis fazer’ (Jo 15:5). Nosso crescimento na graça, nossa felicidade, nossa utilidade – tudo depende de nossa união com Cristo. É pela comunhão com Ele, todo dia, toda hora – permanecendo nEle – que devemos crescer na graça” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 69).
3. Pureza moral Todo filho e filha de Deus deve conservar puros o coração e a mente (Sl 24:3, 4; 51:10), seguindo o modelo de Cristo: “E a si mesmo se purifica todo o que nEle tem esta esperança, assim como Ele é puro.” (1Jo 3:3). O cristão deve evitar e rejeitar tudo que possa poluir sua mente e sua vida, levando-o a pecar. Duas exortações de Paulo servem para nortear suas escolhas: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co 10:31); “Finalmente, irmãos, tudo que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é puro, tudo que é amável, tudo que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isto que ocupe o vosso pensamento” (Fp 4:8).
4. Recreação e mídia Seguindo o princípio da pureza moral, o cristão deve evitar livros e revistas, programas de rádio, televisão, internet ou qualquer outro tipo de mídia, jogos ou equipamentos modernos cujo conteúdo possa poluir sua mente e coração. Deve-se evitar tudo que induza ao mal e promova violência, desonestidade, desrespeito, adultério, pornografia, vícios de toda sorte, descrença, uso de palavrões e linguagem obscena, entre outras coisas. O cristão não pode conformar-se aos valores comuns de um mundo profundamente corrompido pelo pecado, mas deve ser transformado pelo Espírito, renovando sua mente a fim de experimentar “a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12:2; ver também 1Jo 2:15-17). Certos lugares públicos de diversão tais como estádios esportivos, teatros e cinemas, em sua programação habitual, são inapropriados para o cristão adventista. Vários fatores contribuem para essa avaliação negativa por parte da Igreja, dentre eles: a falta de controle sobre o conteúdo que é apresentado ou o evento que está ocorrendo; a psicologia de massa que muitas vezes leva alguém a seguir em uma direção que de outro modo não o faria; o fato de todo o ambiente ser planejado para potencializar o impacto sobre o indivíduo e sua mente, facilitando a aceitação, geralmente imperceptível, de ideias e valores contrários à fé cristã; o tempo e os recursos financeiros gastos nessas diversões que poderiam ser utilizados para outros fins mais condizentes com a fé e os propósitos de vida de um cristão; o testemunho negativo que a frequência a esses lugares pode deixar na mente de membros e não membros da igreja. O conselho de Ellen White aos jovens acerca do teatro, no seu tempo, parece ainda mais pertinente hoje para todos os lugares de diversão: “Entre os mais perigosos lugares de diversões, acha-se o teatro. Em vez de ser uma escola de moralidade e virtude, como muitas vezes se pretende, é um verdadeiro foco de imoralidade. Hábitos viciosos e propensões pecaminosas são fortalecidos e confirmados por esses entretenimentos. Canções baixas, gestos, expressões e atitudes licenciosos depravam a imaginação e rebaixam a moralidade. Todo jovem que costuma assistir a essas exibições se corromperá em seus princípios. [...] O amor a essas cenas aumenta a cada condescendência, assim como o desejo das bebidas alcoólicas se fortalece com seu uso. O único caminho seguro é abster-nos de ir ao teatro, ao circo e a qualquer outro lugar de diversão duvidosa” (Ellen G. White, Mensagens aos Jovens, p. 380). A dança e os ambientes sociais como boates e outras casas noturnas são contrários ao princípio da pureza cristã, uma vez que excitam as paixões humanas, a luxúria e sedução. A dança é ainda comumente acompanhada do estímulo ao uso de bebidas alcoólicas, de drogas, da prática de violência e comportamento desenfreado. Sua promoção e prática não se harmonizam com os princípios cristãos adventistas, nem mesmo em um contexto particular, residencial, ou em atividades espirituais e sociais realizadas pela igreja.
A recreação através da música, seja ela religiosa ou não, também deve passar pelos critérios bíblicos da glorificação a Deus e qualidade do material em questão. Uma discussão detalhada desse assunto tão importante aparece nos documentos: “Filosofia Adventista do Sétimo Dia com Relação à Música”; e “Orientações com Relação à Música para a Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul”.
5. Vestuário. O vestuário cristão é claramente orientado nas Escrituras pelo princípio da modéstia e da beleza interior que implicam bom gosto com decoro. Os Adventistas do Sétimo Dia creem que os princípios acerca do vestuário que aparecem em 1 Timóteo 2:9 e 10 e 1 Pedro 3:3 e 4, em relação às mulheres cristãs, se aplicam tanto a homens como a mulheres. O cristão deve se vestir com modéstia, decência, bom-senso, evitando a sensualidade provocativa tão comum da moda, e sem ostentação de “ouro, pérolas ou pedras preciosas, ou vestuário dispendioso” (1Tm 2:9).
Esse princípio deve aplicar-se não apenas a roupas, mas a todas as questões que envolvem a aparência pessoal e seus enfeites. Tudo deve evidenciar a riqueza do “homem encoberto no coração; no incorruptível traje de um espírito manso e quieto, que é precioso diante de Deus” (1Pe 3:4). “O caráter de uma pessoa é julgado pelo aspecto de seu vestuário. Um gosto apurado, um espírito cultivado, revelar-se-ão na escolha de ornamentos simples e apropriados. [...] É justo amar e desejar a beleza; Deus, porém, deseja que amemos e procuremos primeiro a mais alta beleza – aquela que é imperecível. As mais seletas produções da perícia humana não possuem beleza que se possa comparar com a beleza do caráter, que à Sua vista é de grande preço” (Ellen G. White, Educação, p. 248, 249).
6. Joias e ornamentos Os princípios bíblicos da modéstia e da beleza interior, que aparecem em 1 Timóteo 2:9 e 1 Pedro 3:3, deixam bem claro que o cristão deve abster-se do uso de joias e de outros ornamentos, como bijuterias e piercing, e de tatuagens (Lv 19:28). Segundo a exortação bíblica, o cristão deve levar uma vida simples, sem ostentação, evitar despesas desnecessárias e estar livre do espírito de competição tão comum na sociedade. Esses princípios se aplicam às joias ornamentais. As joias funcionais, usadas segundo o contexto sociocultural, também devem seguir os mesmos princípios. Para o cristão, a autoestima e a valorização social estão fundamentadas no fato de o ser humano ter sido criado à imagem de Deus (Gn 1:26, 27); de cada individuo ser dotado de dons e talentos que lhes são únicos (Mt 25:14-29); e, sobretudo, por ele ter sido resgatado do pecado pelo mais alto preço possível no Universo, o precioso sangue de Cristo (1Co 6:20).
A busca de autoestima e valorização social por meio do uso de joias ou ornamentação externa conflita com a profunda experiência cristã que Deus deseja para Seus filhos e filhas (1Tm 2:9, 10; 1Pe 3:3, 4). Apesar de vários personagens bíblicos terem usado joias, o texto bíblico deixa claro que o seu abandono caracteriza um movimento de total reavivamento e reforma espiritual do povo de Deus (Gn 35:2-4; Êx 33:5, 6). É nesse contexto de reforma e reconsagração que os apóstolos Paulo e Pedro apontam a norma a ser seguida pelos discípulos de Cristo. Para os Adventistas do Sétimo Dia, essa norma deve ser ainda mais relevante, visto que nossa missão como o Elias profético nestes últimos tempos significa também simplicidade no vestuário (Mt 11:7-10; Mc 1:6; Lc 7:24-27). “Trajar-se com simplicidade e abster-se de ostentação de joias e ornamentos de toda espécie está em harmonia com nossa fé” (Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 3, p. 366).
7. Sexualidade humana A sexualidade humana é apresentada na Bíblia como parte da imagem de Deus na humanidade (Gn 1:27), e foi planejada por Deus para ser uma bênção ao gênero humano (Gn 1:28). Desde o princípio, Deus estabeleceu também o contexto em que ela deve ser exercida – o casamento entre um homem e uma mulher (Gn 2:18-25; Hb 13:4). A Bíblia deixa claro que a sexualidade deve ser exercida com respeito, fidelidade, amor e consideração pelas necessidades do cônjuge (Pv 5:15-23; Ef 5:22-33). O fiel adventista deve evitar também o jugo desigual, relacionando-se afetivamente e unindo-se em matrimônio somente com alguém que compartilhe sua fé (2Co 6:14, 15). As Escrituras claramente classificam como pecado as diferentes formas de sexo fora das diretrizes divinas, como: o sexo pré-marital e a violência sexual (Dt 22:13-21, 23-29); o adultério ou sexo extraconjugal (Êx 20:14; Lv 18:20; 20:10; Dt 22:22; 1Ts 4:3-7); a prostituição, feminina ou masculina (Lv 19:29; Dt 23:17); a relação com pessoas da mesma família ou crianças (Lv 18:6-17; 20:11, 12, 14, 17, 19-21); a relação entre pessoas do mesmo sexo (Lv 18:22; Lv 20:13; Rm 1:26, 27); o travestismo (Dt 22:5); e a relação sexual com animais (Lv 18:23; Lv 20:15, 16). As Escrituras também condenam: o assédio sexual (Gn 39:7-9; 2Sm 13:11-13); o exibicionismo sensual (Ez 16:16, 25; Pv 7:10, 11); manter pensamentos e desejos impuros (Mt 5:27-28; Fp 4:8); a impureza e os vícios secretos, como a pornografia e a masturbação (Ez 16:15-17; 1Co 6:18; Gl 5:19; Ef 4:19; 1Ts 4:7). O argumento comum de que muitos desses comportamentos sexuais não eram aceitos na antiguidade, quando a Bíblia foi escrita, mas que hoje são socialmente aceitos e, portanto, podem ser até mesmo praticados pelos cristãos, demonstra falta de conhecimento da realidade entre os povos vizinhos do antigo Israel. O próprio texto bíblico é bem claro nessa questão. Levítico 18 diz que essas práticas eram comuns e aceitas no Egito e, mais ainda, na terra de Canaã (Lv 18:3, 24, 25, 27).
Deus condenou essas práticas, apesar de serem aceitas na antiguidade. Os israelitas deveriam viver segundo outro modelo de comportamento sexual, ou seja, o que está explícito nos mandamentos de Deus (Lv 18:4, 5, 26, 30). No entanto, para aqueles que sofrem tentações ou que têm sucumbido em qualquer área do comportamento sexual, a promessa de vitória em Deus é animadora: “Tudo posso nAquele que me fortalece” (Fp 4:13); “não por força nem por poder, mas pelo Meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos” (Zc 4:6). “Os que põem em Cristo a confiança não devem ficar escravizados por nenhuma tendência ou hábito hereditário, ou cultivado. Em lugar de ficar subjugados em servidão à natureza inferior, devem reger todo apetite e paixão. Deus não nos deixou lutar contra o mal em nossa própria, limitada força. Sejam quais forem nossas tendências herdadas ou cultivadas para o erro, podemos vencer mediante o poder que Ele está disposto a nos comunicar” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 175, 176).
8. Saúde O corpo humano é o templo do Espírito Santo e o cristão deve glorificar a Deus em seu corpo (1Co 3:16, 17; 6:19, 20; 10:31). O cuidado do corpo e da saúde faz parte da restauração da imagem de Deus no homem: “Deus deseja que alcancemos a norma de perfeição que o dom de Cristo nos tornou possível. Ele nos convida a fazer nossa escolha do direito, para nos ligarmos com os instrumentos celestes, adotarmos princípios que hão de restaurar em nós a imagem divina. Na Sua palavra escrita e no grande livro da natureza, Ele revelou os princípios da vida. É nossa obra obter conhecimento desses princípios e, pela obediência, cooperar com Ele na restauração da saúde do corpo bem como da alma” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 114, 115).
Em Sua Palavra, Deus deu orientações claras acerca de comida (Gn 1:29; 3:18; 7:2; 9:3, 4; Lv 11:1-47; 17:10-15; Dt 14:3-21) e bebida (Lv 10:9; Nm 6:3; Pv 20:1; 21:17; 23:20, 29-35; Ef 5:18). A dieta vegetariana é o ideal de Deus para o ser humano (Gn 1-3) e também a abstinência de qualquer tipo de bebida alcoólica e de tudo que seja prejudicial à saúde humana, como bebidas cafeinadas e drogas (Êx 20:13; 1Co 3:17; 6:19; 10:31). As boas coisas que Deus criou para o ser humano devem ser usadas com equilíbrio e sabedoria (Pv 25:16, 27). As coisas más devem ser totalmente evitadas.
Alimentação adequada e abstinência de tudo que é prejudicial à saúde são dois dos oito remédios naturais que Deus prescreveu para a manutenção de uma vida saudável e equilibrada e para a cura de muitas doenças e sofrimento: “Ar puro, luz solar, abstinência, repouso, exercício, regime conveniente, uso de água e confiança no poder divino – eis os verdadeiros remédios. Toda pessoa deve possuir conhecimentos dos meios terapêuticos naturais e da maneira de aplicá-los. [...] Aqueles que perseveram na obediência à suas leis ceifarão galardão em saúde de corpo e de alma” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 127).
Conclusão As recomendações apresentadas neste documento são conselhos e orientações a serem seguidos com oração, como resultado de profundo relacionamento pessoal com Deus, na busca de Suas verdades e de Sua presença na primeira hora de cada dia. Elas não devem ser usadas como um elemento de crítica ou julgamento de outros, mas como apoio para a vida pessoal. A Palavra de Deus e os conselhos divinos que nos foram transmitidos pelo ministério profético de Ellen G. White nos exortam, como Adventistas do Sétimo Dia, a viver um estilo de vida que seja uma resposta de amor à bondade, à graça e ao infinito amor de Deus por nós. O fruto do Espírito deve permear todas as dimensões do nosso viver, proporcionando equilíbrio entre os aspectos interiores do ser e os exteriores do fazer. O resultado disso será nossa própria felicidade e bem-estar, e o desenvolvimento da nossa salvação em todos os aspectos desejados por Deus. E, por fim, estaremos lançando uma das bases fundamentais para o cumprimento de nossa missão profética, esperando em breve ouvir dos lábios do próprio Jesus: “Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu Senhor” (Mt 25:21).
Primeiro dia de aula, o professor de 'Introdução ao Direito' entrou na sala e a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:
- Qual é o seu nome? - Chamo-me Nelson, Senhor. - Saia de minha aula e não volte nunca mais! - gritou o desagradável professor.
Nelson estava desconcertado. Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala. Todos estavam assustados e indignados, porém ninguém falou nada.
- Agora sim! - vamos começar . - Para que servem as leis? Perguntou o professor - Seguiam assustados ainda os alunos, porém pouco a pouco começaram a responder à sua pergunta: - Para que haja uma ordem em nossa sociedade. - Não! - respondia o professor. - Para cumpri-las. - Não! - Para que as pessoas erradas paguem por seus atos. - Não! - Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?! - Para que haja justiça - falou timidamente uma garota. - Até que enfim! É isso, para que haja justiça.
E agora, para que serve a justiça? Todos começaram a ficar incomodados pela atitude tão grosseira. Porém, seguíamos respondendo: - Para salvaguardar os direitos humanos... - Bem, que mais? - perguntava o professor . - Para diferençar o certo do errado, para premiar a quem faz o bem... - Ok, não está mal porém respondam a esta pergunta: "Agi corretamente ao expulsar Nelson da sala de aula?"
Todos ficaram calados, ninguém respondia.
- Quero uma resposta decidida e unânime! - Não! - responderam todos a uma só voz. - Poderia dizer-se que cometi uma injustiça? - Sim! - E por que ninguém fez nada a respeito? Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para praticá-las? Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça. Todos. Não voltem a ficar calados, nunca mais!
Vá buscar o Nelson - Disse. Afinal, ele é o professor, eu sou aluno de outro período.
Aprenda: Quando não defendemos nossos direitos, perdemos a dignidade e a dignidade não se negocia.
Uma razão pela qual as pessoas buscam diplomas universitários é para adquirir conhecimento em áreas específicas ou se tornar peritas num campo em particular. Como cristãos, recebemos de Cristo o conhecimento necessário para ser Seus discípulos. Após O aceitarmos como nosso Salvador e Senhor, Seu Santo Espírito nos ajuda a viver de acordo com a vontade de Deus, e a desenvolver um caráter semelhante ao Seu. Apesar de vivermos em um mundo pecaminoso, Deus quer mudar nossa mente e nossa maneira de agir. Ele quer que nosso foco seja Seu reino.
Cresça constantemente em Cristo. Antes de nos converter a Jesus, alimentamos pensamentos impuros que frequentemente nos levam a ações igualmente pecaminosas. Mas, uma vez que nos entregamos a Cristo, nossos pensamentos mudam de direção e, consequentemente, nossas ações se transformam também. Em vez de tratar as pessoas com desdém, aprendemos a nos importar com elas. Trocamos a impaciência pela paciência, um coração frio por um coração bondoso, e o orgulho pela humildade.
Perdoe e esqueça. Quando perdoamos por completo, estamos começando de novo. O perdão nos ajuda a deixar de lado nossas mágoas passadas em relação a alguém. Ajuda-nos a nos unir como irmãos e irmãs em Cristo, conectados por Seu grande amor.
Coloque o amor divino acima de tudo. Tal amor deveria motivar todos os nossos pensamentos e ações. Esse amor é tão profundo e amplo que nos atrai para perto uns dos outros.
Finalmente, devemos nos lembrar de que os pensamentos, por si só, não são suficientes para gerar mudança. É preciso disposição e esforço de nossa parte, além, é claro, de fé sincera e oração fervorosa. (Veja Jo 15:5 e Fp 4:13.)
O objetivo de todo reavivamento e reforma é permitir que a luz do amor, da graça e da verdade de Cristo brilhe através de nossa vida. A luz brilha em contraste com a escuridão. Jesus chamou Seu povo a ter um estilo de vida bem diferente do que se vive no mundo, a fim de demonstrar a superioridade do Seu caminho. Leia Isaías 55:8, 9.
Hesitamos ao tomar a iniciativa de aplicar a regra áurea. Sentimo-nos inseguros, acreditando que precisamos esperar até que o mundo inteiro esteja pronto para aplica-la no relacionamento conosco. Mas é exatamente por isso que o mundo inteiro não está pronto para utilizá-la: todos esperam que os outros comecem. É claro que não é seguro fazer aos outros o que queremos que eles nos façam. Perderemos muito, à vista do mundo, se passarmos a amar o próximo como a nós mesmos. É até possível que venhamos a perder a própria vida. Mas, na verdade, foi essa a ordem que recebemos.
Cristo nunca nos ofereceu uma vida em segurança, deixou isso para os políticos. É provável que Caifás prometesse segurança à sociedade. Jesus nos disse que podíamos esperar pobreza, humilhação, perseguição e dor. Disse, ainda, que devíamos considerar-nos abençoados se passássemos por tudo isso. As boas-novas vindas de Nazaré jamais foram notícias tranquilizadoras, de acordo com os padrões do mundo. Notícias tranquilizadoras costumam vir do diabo. O ser humano vem, há muito tempo, tentando extrair o melhor dos dois mundos, adotando o cristianismo como ideal e o materialismo como prática A consequência é que chegamos a uma falência espiritual… (Escrito por Joy Davidman)
Você ja deve ter se perguntado, Deus existe mesmo? Ou o que seria uma experiência transcendental? Venha nessa sexta máxima 13/09 e descubra mais sobre isso, te aguardamos as 20h na Planta São Marcos.
George Whitefield (1714-1770), conhecido como “o príncipe dos pregadores ao ar livre”, foi um pastor anglicano itinerante que espalhou a mensagem de reavivamento, pregando nas colônias britânicas que, futuramente, se tornaram os Estados Unidos. Ele defendeu a renovação do cristianismo, conhecida como o Grande Despertar. Whitefield pregava com poder e persuasão. Ficou famoso em sua geração e em gerações posteriores. Seus sermões tornaram-se clássicos até os dias de hoje.
Em contraste com outro movimento do século 18, conhecido como Iluminismo – que afirmava a inexistência de Deus e defendia a razão como único meio de entender o Universo –, o Grande Despertar enfatizava que Jesus é a luz do mundo e que a Palavra de Deus explica a realidade.
Ainda hoje, existem milhares de crenças que polarizam o mundo. A menos que permaneçamos ligados a Jesus, estaremos fadados a nos perder. A base de nossa fé como cristãos está na Bíblia. A Palavra de Deus nos mostra a verdadeira fonte de luz espiritual. “Ali estava a luz verdadeira, que [ilumina] a todo o homem que vem ao mundo. [...] E o Verbo Se fez carne e habitou entre nós, e vimos a Sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade” (Jo 1:9, 14, ARC).
Quando experimentamos a reforma, tornamo-nos os raios dessa fonte divina de luz. Então somos capazes de compartilhar a mesma luz com o mundo. Cristo, a Fonte, pode nos dar poder por intermédio do Espírito Santo, para que reflitamos essa luz em nossos pensamentos e ações. A presença da luz divina em nossa vida deveria ser evidente, em nossos pensamentos e na maneira pela qual nos relacionamos com as outras pessoas. Cristo diz: “Eu sou a luz do mundo; quem Me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida” (Jo 8:12).
Assim como a pregação de George Whitefield no século 18, nossa nova maneira de pensar e viver deveria revolucionar o mundo. Essa é a essência da nossa reforma no século 21.
Os antigos gregos ensinavam uma forma de dualismo, isto é, acreditavam que havia distinção entre o corpo e a alma. Em contrapartida, as Escrituras ensinam que os seres humanos são uma unidade integrada com as dimensões física, mental, emocional e espiritual. O que afeta uma parte do ser humano, afeta todas as demais partes. Os discípulos ensinaram que a saúde física, mental, emocional e espiritual estão interligadas e não podem ser separadas,
Alguns pais ficam tão preocupados com o que seus filhos costumam ver na internet que instalam filtros para bloquear determinados sites. Outros fazem algo semelhante com a televisão. O objetivo desses “filtros eletrônicos” é deixar que algumas coisas entrem e impedir a entrada de outras coisas. Deus providenciou um “filtro espiritual” para nossa mente. Ele foi cuidadosamente elaborado para permitir que nela entrem apenas as coisas que edificarão nossa experiência espiritual com Jesus.
Que filtro foi projetado para proteger nossa mente das influências intoxicantes do mal? Esse conselho se aplica ao que vemos e ouvimos na televisão, internet e DVDs? Fp 4:7, 8; Rm 12:2
Aqui está uma realidade simples. Não é possível desenvolver pensamentos espirituais profundos se alimentamos a mente com violência, imoralidade, ganância e materialismo. Os sentidos são a porta de entrada para a mente. Se nossa mente for bombardeada com cenas estimulantes do entretenimento de Hollywood, ela será moldada por essas experiências sensuais e não pelos princípios da Palavra de Deus. Muitos milhões de dólares são gastos por produtores de mídia para manipular nossas emoções, condicionar nosso pensamento e moldar nossos valores. Podemos ter certeza de que a pergunta básica desses gurus do entretenimento não é: “Como estas produções podem preparar as pessoas para a breve volta de Jesus?” No fim das contas, sua maior motivação é o dinheiro. Cristãos adventistas do sétimo dia que se preparam para a segunda vinda de Cristo devem refletir cuidadosamente antes de sacrificar sua vida no altar do entretenimento do mundo.
Há uma grande catedral em Milão, Itália, com três grandes portas de madeira na entrada. Gravadas em cima da porta do lado esquerdo estão as seguintes palavras: “Tudo que agrada dura um momento”. Sobre a porta do lado direito, estas palavras se destacam em relevo: “Tudo que aborrece dura apenas um momento”. Sobre a porta central estão destacadas, em letras garrafais, esta frase comovente: “Somente o que é eterno permanece”. Com que frequência você pensa no que é eterno? Como suas escolhas refletem esses pensamentos?
06/09/2013
O reavivamento é um despertar de uma dormência espiritual, uma
revitalização feita pelo Espírito Santo e uma compreensão de nossa
extrema necessidade de Deus. Ele sempre envolve arrependimento por
nossos pecados e um desejo de renovar nossa experiência cristã.
A reforma implica movimento e mudança. Nem o reavivamento, nem a
reforma são autogerados. Ambos provêm de um desejo de cooperar com Deus
e render nossa vontade a Ele.
O filho pródigo era ingrato, teimoso e seguia sempre na direção
errada. Ele estava intoxicado com seus próprios desejos. Imaginava que
felicidade e liberdade viriam como resultado de fazer o que “desse na
telha”. Ele não via a hora de se livrar de todas as responsabilidades e
cobranças. “Na maioria dos casos, o filho recebia a herança após a morte
do pai, embora os pais algumas vezes preferissem dividir a herança
deles mais cedo, deixando aos filhos o trabalho de gerenciar seus bens. O
incomum nessa história é que o filho mais novo foi quem iniciou a
divisão dos bens. Isso mostrou uma arrogante indiferença pela autoridade
de seu pai como cabeça da família.”* Só depois de ter desperdiçado toda a sua herança e se encontrar
sozinho, foi que o filho pródigo voltou à razão. Então, compreendeu a
generosidade de seu pai. Ele se deu conta não só do que tinha feito e em
que tipo de pessoa tinha se tornado, mas também quão impotente ele era
para salvar a si mesmo. Admitiu que havia pecado contra seu pai e que
não merecia ser chamado de seu filho. Esse foi, para ele, o começo da
mudança e do reavivamento.
O rapaz desejava retornar à casa paterna, em
busca de ajuda e o pai estava mais que disposto a recebê-lo. Quando viu
seu filho vindo estrada abaixo, correu até ele, envolveu-o nos braços e o
beijou. O filho chorou junto ao pai – um símbolo da oração fervorosa.
Então, o velho homem cobriu os trapos vergonhosos do moço com seu
próprio manto; restaurou sua posição na família ao colocar sapatos em
seus pés descalços e renovou a confiança dando-lhe o anel de sinete,
suprindo suas necessidades e saciando sua fome com um banquete.
O reavivamento e a reforma mostram um quadro completo do
verdadeiro arrependimento. Arrependimento é mais do que simplesmente
arrepender-se. É também um retorno. Quando percebemos nossa grande
necessidade e estamos dispostos a humildemente retornar ao nosso Pai
celestial, Ele corre para nós com os braços abertos. Deus quer abraçar
você e lhe chamar de filho.
* WORD search 9 (site), Life Application Concise New Testament Commentary, Lucas 15:11-12.
Todos os dias nos deparamos com inúmeras escolhas que precisamos fazer. Algumas delas são mais importantes que outras; certas decisões influenciam nossa vida para sempre. Em que vou me graduar? Que profissão vou escolher? Com quem vou me casar?
“Podem existir mil pequenas escolhas em um dia. Todas elas contam. [...] O resultado final de sua vida aqui na Terra será sempre a soma total das escolhas que você fez enquanto esteve aqui. [...] Se você quer saber quais têm sido suas escolhas, olhe para si mesmo e para a vida que você tem vivido. O que você vê são as escolhas que você tem feito.”*
Nossas escolhas definem quem nós somos e quem nos tornaremos. Elas afetam não somente nossa vida aqui, neste mundo, mas também determinam nosso destino na eternidade. Em Siquém, Deus instruiu Josué a confrontar o povo com uma decisão – servir ao verdadeiro Deus ou aos falsos deuses que seus antepassados adoravam na Mesopotâmia (Js 24:15).
Se você quer uma reforma em sua vida, você precisa fazer as escolhas certas e decidir estar ao lado de Deus. Aqui estão alguns passos que podem ajudá-lo nesse processo:
Repare em você. Pense cuidadosamente sobre a vida que você tem vivido. Ela não é perfeita, é? Encontre o espaço vazio que somente Deus pode preencher. Reconheça sua fome e a necessidade da presença dEle (Lc 15:17, 18).
Ore. Se você não consegue buscar a Deus como deveria, peça a Ele que o ajude. Permita-Lhe trabalhar em você e Ele o ajudará a querer e fazer o que precisa ser feito (Fp 2:13).
Separe tempo para Deus. Todos os dias, por três ou quatro semanas, tire tempo para orar e estudar a Bíblia. Assim, o hábito de fazer essas duas atividades será formado. Passar tempo com Deus lhe dará a força necessária para mudar.
“A promessa do Espírito Santo não é limitada a algum século ou raça. Cristo declarou que a divina influência de Seu Espírito estaria com Seus seguidores até o fim. Desde o dia do Pentecoste até ao presente, o Confortador tem sido enviado a todos os que se rendem inteiramente ao Senhor e a Seu serviço. A todos os que aceitam a Cristo como um Salvador pessoal, o Espírito Santo vem como consolador, santificador, guia e testemunha. Quanto mais intimamente os crentes andam com Deus, tanto mais clara e poderosamente testificam do amor do Redentor e de Sua graça salvadora. Os homens e mulheres que através dos longos séculos de perseguição e prova desfrutaram, em larga escala, a presença do Espírito em sua vida permaneceram como sinais e maravilhas no mundo. Revelaram, diante dos anjos e dos homens, o transformador poder do amor que redime” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 49).
“Os que no Pentecoste foram dotados com poder do alto não ficaram por isso livres de tentações e provas. Enquanto testemunhavam da verdade e da justiça, eram repetidamente assediados pelo inimigo de toda a verdade, o qual procurava roubá-los de sua experiência cristã. Eram compelidos a lutar com todas as faculdades dadas por Deus, a fim de alcançarem a estatura de homens e mulheres em Cristo Jesus. Diariamente, oravam por novos suprimentos de graça, para que pudessem subir mais e mais na escala da perfeição. Sob a operação do Espírito Santo, mesmo os mais fracos, pelo exercitar fé em Deus, aprendiam a melhorar as faculdades conseguidas e a se tornarem santificados, refinados e enobrecidos. Ao se submeterem em humildade à modeladora influência do Espírito Santo, recebiam a plenitude da Divindade e eram modelados à semelhança do divino.[...]
“Se o cumprimento da promessa não é visto como poderia ser, é porque a promessa não é apreciada como deveria. Se todos estivessem dispostos, todos seriam cheios do Espírito. Onde quer que a necessidade do Espírito Santo seja um assunto em que pouco se pense, ali se verá sequidão espiritual, escuridão espiritual e declínio e morte espirituais (Ibidem, p. 49 e 50).
Os samaritanos eram um “grupo cismático dos judeus. Eles residiam ao norte de Judá e ao sul da Galileia e viviam em constante tensão com seus vizinhos judeus. A atitude de Jesus para com esse grupo desprezado contrasta radicalmente com o sentimento predominante naquele tempo.”1 Um templo samaritano havia sido construído no Monte Gerizim (provavelmente durante o quinto século a.C.), e tornou-se o centro da adoração samaritana, um rival do templo de Jerusalém. A hostilidade entre os samaritanos e os judeus continuou no período do Novo Testamento. Como acontece em modernas tensões étnicas, religiosas ou políticas, cada lado tinha certeza de que seu ressentimento era justificável. Sua raiva os impedia de buscar compreender a perspectiva de Deus e Sua vontade a respeito deles. O nível de desprezo que tinham uns pelos outros ficou evidente quando alguns judeus furiosamente confrontaram a Jesus, chamando-O de samaritano possuído pelo demônio (Jo 8:48). Apesar disso, Jesus não permitiu que a controvérsia O distraísse.
Em certa ocasião, Ele até tentou sensibilizar o coração de um intérprete da Lei, ao contar uma parábola na qual um samaritano demonstrava o verdadeiro espírito da Lei, em contraste com autoridades religiosas (Lc 10:25-37). Para ter uma ideia de quão incisiva foi essa ilustração contada por Jesus, imagine alguém nos dias de hoje contando uma história de fundo moral para um líder religioso em Israel, na qual o herói – o “mocinho” – fosse um palestino!
Mas, apesar de toda a desavença entre judeus e samaritanos, a Bíblia nos diz, em João, capítulo 4, que Jesus cruzou limites territoriais, religiosos e culturais para alcançar o coração de uma samaritana – e não somente dela, mas de muitos outros ali. Cristo, embora fosse judeu, rompeu as barreiras do ódio e do preconceito. Para Ele todos são objetos de Seu supremo amor, inclusive os que O odeiam.
Se queremos experimentar o poder de Deus, mediante o reavivamento, é preciso que nossa reforma inclua um espírito de perdão e de aceitação – inclusive dos que nos odeiam e daqueles de quem não “vamos com a cara”.
1. Walter A. Elwell,Tyndale Bible Dictionary (Carol Stream, IL: Tyndale House, 2001), p. 1154.