20/08/2013

Separando as coisas



Bom dia Amigo!

Somente a Bíblia revela como os homens podem quebrar as amarras dos hábitos pecaminosos e encontrar perdão de Deus. Consequentemente, a primeira obrigação do homem deveria ser compreender a Bíblia por si mesmo.”1

Muitos Me dirão naquele dia: ‘Senhor, Senhor, não profetizamos nós em Teu nome? Em Teu nome não expulsamos demônios e não realizamos muitos milagres?’ Então Eu lhes direi claramente: ‘Nunca os conheci. Afastem-se de Mim vocês, que praticam o mal!’” O fato de Jesus dizer que Ele nunca os conheceu “é evidência de que os ensinamentos e milagres deles não haviam falado em harmonia com a vontade de Deus, ou por Seu poder.”2

“É evidente pelas Escrituras que a realização de milagres não é, por si só, evidência conclusiva de que o poder divino esteve em operação. O maior milagre de todos os tempos e da eternidade é uma vida transformada de acordo com a imagem divina.”3

Existem muitos dons, as pessoas possuem dons diferentes, e alguns possuem mais de um [...]. Todos os dons espirituais vêm do Espírito Santo, e o propósito deles é edificar o corpo de Cristo, a igreja.”4

“Enquanto a vida cristã se tratar de fazer (produzir fruto), esse fazer será oco e sem sentido a menos que seja motivado pelo ser. E isso significa ser transformado pela habitação do Espírito de Deus, cujo primeiro trabalho é nos convencer do pecado. Ele então nos dá vitória contínua sobre o pecado e, finalmente, nos enche com o mais maravilhoso de todos os dons, o fruto do Espírito – o qual, em outras palavras, é a mente de Cristo.”5

A Bíblia fornece princípios para todas as áreas da vida, sobretudo nosso relacionamento com Deus. Quando estudarmos sinceramente a Palavra, buscando conhecer o Criador e Sua vontade, experimentaremos verdadeiro reavivamento espiritual.

Um dos desafios do verdadeiro reavivamento é romper a superfície gelada do formalismo e, ao mesmo tempo, evitar as chamas ardentes do fanatismo. O formalismo fica rigidamente fechado no status quo, satisfeito com a “casca” da religião, enquanto nega a realidade viva da fé. O fanatismo tende a ir aos extremos e se concentra nos aspectos secundários da religião.












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