18/04/2014

A culinária da salvação

A culinária da salvação

CPB - Opiniao

Uma das minhas matérias favoritas no ensino médio era economia doméstica. Quem não gostaria de uma aula em que se pode comer o dever de casa? Alguns anos se passaram desde aqueles dias, mas ainda trago comigo esta lição: ter os ingredientes certos é essencial. Não adianta mudar!
Pergunte a qualquer bom cozinheiro e você entenderá que uma receita não se transforma em refeição até que seja executada corretamente, passo a passo. Os fariseus alegavam ser os melhores chefs que existiam – em sentido religioso. Mas, infelizmente, havia dois grandes problemas com eles: 1) Modificaram a receita (a lei), excluindo os ingredientes principais – o amor, a graça e o Messias – , e 2) utilizaram ingredientes inferiores para fazer seu pão. Assim, o "gosto" do produto final deixou muito a desejar. Na verdade, era um tipo diferente de pão – o pão da justiça própria.
Em Mateus 5:20, Jesus destacou a abordagem ineficaz usada pelos fariseus. Segundo ele, qualquer substituição, adição ou mudança da receita original é inaceitável (Rm 10:3, 4). Os fariseus ofereciam a Deus uma oferta mais parecida com a de Caim do que com a de Abel (Gn 4:1-16), uma oferta com base nos próprios méritos.
Os fariseus se recusaram a pedir ajuda ao grande Chef. Cristo deseja suprir de forma plena nossas necessidades e nos ensinar a receita da felicidade (2Co 9:8-10). Só nEle encontramos a verdadeira justiça. Os fariseus conheciam todas as profecias e toda a lei (sabiam muito bem a receita), mas deixaram de fora o mais importante – Jesus. Espiritualmente falando, ao preparar sua "refeição" não deixe de fora o principal: a comunhão com Deus.

Vá a uma igreja adventista e ouça sobre o que Cristo fez para nos salvar.

Mãos à obra

Combine com os membros de sua classe da Escola Sabatina para terminar mais cedo a recapitulação da Lição. Aproveitem os minutos restantes para combinar maneiras práticas de alcançar a comunidade com a mensagem lei-­graça-evangelho. Mandem seu projeto para ljovens@cpb.com.br.

Pense Nisto

Por que nós, como os fariseus, frequentemente somos pegos na armadilha da justificação própria? Como podemos escapar dessa armadilha? Explique.

Randall E. Flash | Takoma Park, Maryland, EUA

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