Melhores do que os fariseus?
CPB - Testemunho
"O coração orgulhoso se esforça por alcançar a salvação; mas tanto
nosso título ao Céu, quanto nossa idoneidade para ele, se encontram na
justiça de Cristo. O Senhor nada pode fazer para a restauração do homem
enquanto ele, convicto de sua própria fraqueza e despido de toda
presunção, não se entregar à guia divina. Pode então receber o dom que
Deus está à espera de conceder. Coisa alguma é recusada à pessoa que
sente a própria necessidade. Ela tem ilimitado acesso Àquele em quem
habita a plenitude. 'Assim diz o Alto e Sublime, que habita na
eternidade, e cujo nome é santo: Num alto e santo lugar habito, e também
com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos
abatidos, e para vivificar o coração dos contritos' (Is 57:15)" (Ellen
G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 300).
"Aquele a
quem Cristo perdoa, Ele o torna primeiro penitente, e é função do
Espírito Santo convencer do pecado. Aquele cujo coração foi movido pela
convicção comunicada pelo Espírito de Deus vê que em si mesmo nenhum bem
existe. Vê que tudo que já fez está misturado com o próprio eu e o
pecado. Como o pobre publicano, fica a distância, não ousando erguer os
olhos ao céu, e clamam: 'Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!' (Lc
18:13). Essas pessoas são abençoadas. Há perdão para o penitente, pois
Cristo é 'o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo' (Jo 1:29). A
promessa de Deus é: 'Embora os seus pecados sejam vermelhos como
escarlate, eles se tornarão brancos como a neve; embora sejam rubros
como púrpura, como a lã se tornarão' (Is 1:18). 'Darei a vocês um
coração novo e porei um espírito novo em vocês' (Ez 36:26)" (Ellen G.
White, O Maior Discurso de Cristo, p. 7, 8).
"'Os mestres da
lei e os fariseus', disse Ele, 'se assentam na cadeira de Moisés.
Obedeçam-lhes e façam tudo o que eles lhes dizem. Mas não façam o que
eles fazem, pois não praticam o que pregam' (Mt 23:2, 3). Os escribas e
fariseus pretendiam achar-se investidos de divina autoridade idêntica à
de Moisés. Arrogavam-se seu lugar como expositores da lei e juízes do
povo. Como tais, exigiam do mesmo a mais completa deferência e
submissão. Jesus mandou que Seus ouvintes fizessem aquilo que os rabis
ensinassem de acordo com a lei, mas não lhes seguissem o exemplo. Eles
próprios não praticavam o que ensinavam" (O Desejado de Todas as Nações,
p. 612).
Emilian Grigore | Lincoln, Nebraska, EUA

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