Curando relacionamentos desequilibrados (Fm 1-25). As pessoas se ferem quando criamos desequilíbrio e desigualdade nos relacionamentos. Aos olhos de Deus, somos todos iguais – homens e mulheres, escravos e senhores, jovens e idosos. Quando estamos em posições de poder e status mais elevado, frequentemente não nos damos conta ou compreendemos a dor e a aflição que causamos a outros. Os cristãos lutam por igualdade entre todas as pessoas, impulsionados pelo desejo de agir justamente; amam a misericórdia, e caminham humildemente uns com os outros e com Deus (Mq 6:8).
A solução ideal de Deus para esse problema está descrita em Romanos 12:3, 10, 16. Quando tratamos outras pessoas como se fossem mais importantes do que nós, independentemente de idade, sexo ou habilidades, um respeito saudável floresce, e os desequilíbrios potencialmente prejudiciais não têm vez.
Curando o orgulho e o ciúme (1Co 3:5-11; 12; 2Co 10:12-15). O orgulho e o ciúme causam dor e relações partidas. Foi o orgulho de Satanás e o seu ciúme de Deus que romperam relacionamentos perfeitos no Céu. O orgulho divide e isola, e o ciúme continua a destruir amizades. Em última análise, foi a humildade de Jesus que nos salvou. Sua atitude mansa, amorosa e submissa O levou a nascer em meio à pobreza, a viver e sofrer neste mundo, e finalmente morrer a pior das mortes. Tal humildade é redentora.
A metáfora de Paulo, da igreja como um corpo, é poderosa e prática. Cada parte de nossa anatomia é importante, mesmo as que não vemos e aquelas que consideramos sem muita expressão. Todas as partes do corpo são interdependentes. Devemos usar todos os nossos dons para servir, abençoar e fortalecer uns aos outros.
A soberba não tem lugar nos planos do Senhor. As únicas coisas pelas quais podemos sentir orgulho é a justiça e o amor de Deus, cuja expressão máxima é a cruz (Jr 9:23, 24; Gl 6:14).
Curando mágoas por meio do perdão (Lc 23:32-34; Rm 2:1-4; 5:8-11; 2Co 5:20, 21). O perdão é um presente do Céu. Ele nos conecta novamente com Deus e uns com os outros. Uma vez que entendemos a profundidade e o tamanho do perdão que nos foi dado, não hesitamos em perdoar “setenta vezes sete” até o pior dos nossos inimigos (Mt 18:21-34). A cruz de Cristo é o grande monumento do perdão. Ali, Deus nos reconciliou consigo e, embora fôssemos dignos da morte eterna, Ele nos concedeu oportunidade de vida e salvação. Por que não perdoa você também a seu irmão?
Relacionamentos restaurados (Mt 18:15-17; Jo 4:1-42; 8:1-11; Lc 19:1-10). Em Mateus 18:15-17, Jesus ensina uma forma respeitosa e cuidadosa de resolver desentendimentos e restaurar amizades. Mas, antes disso, precisamos avaliar nossa própria vida e detectar os erros que há em nós (Mt 7:4, 5).
Jesus teve várias conversas restauradoras com pecadores, como a mulher pega em adultério, a mulher junto ao poço, e Zaqueu. Esses encontros nos ensinam como falar com aqueles que amamos, e que estão lutando com o pecado. Tudo o que fizermos ou falarmos em tais situações precisa expressar amor, aceitação, respeito, incentivo e apoio à pessoa com quem nos preocupamos. Nossas palavras e ações devem servir para aproximar as pessoas de Deus, dando-lhes a certeza de que há perdão, salvação, paz e felicidade disponíveis em Jesus.
O poder medicinal do amor (1 Coríntios 13). O amor de Deus é um remédio, capaz de curar qualquer ferida. Leia 1 Coríntios 13:4-8, e substitua a palavra amor por Deus. Perceba como as qualidades do amor correspondem exatamente aos traços de caráter de Deus. Quando o Espírito de Deus habita em nós, é impossível não transbordarmos o amor. É nosso dever levar esse amor a lugares sem esperança, solitários, a doentes e feridos do pecado. Experimente o poder medicinal do amor!
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