11/10/2013

A palavra “santuário” evoca, basicamente, suas ideias: um lugar sagrado e seguro. Sabemos que a igreja como um santuário é um lugar de adoração e, por isso, deve ser considerada com respeito e reverência.

Mas, o que dizer quanto aos membros da igreja? Como parte do corpo de Cristo (1Co 12:27), será que somos, cada um de nós, um refúgio em que pessoas feridas podem encontrar cura? Somos um “lugar seguro”? É vital que, quando pessoas feridas vêm à igreja, sejamos capazes de recebê-las de forma adequada, dando-lhes o apoio de que necessitam.

Sua igreja é um lugar seguro, um santuário de amor, graça e cura?

Ou as pessoas acabam tendo mais dor do que alívio quando visitam vocês? As angústias delas são agravadas em vez de amenizadas?
O que sua igreja faz quando um líder cai, por exemplo? Existe um plano para disciplina que inclua um processo de restauração marcado pelo amor? Ou vocês “atiram” em seus líderes feridos?

Sua igreja é um lugar a que as pessoas podem vir como estão, e ainda assim se sentirem amadas e acolhidas, independentemente de qualquer coisa? Ou é um lugar em que elas sentem que devem se adequar ou agir de certo modo antes de serem aceitas?
Nenhuma igreja deveria ser apenas um lugar em que as pessoas aprendam sobre a maneira de respeitar e reverenciar a Deus, ou sobre profundas verdades teológicas (embora tudo isso seja importante). Uma igreja também deve ser um ambiente edificante, um lugar seguro, em que possamos ser honestos com os defeitos uns dos outros e receber ajuda. Uma igreja assim é um verdadeiro santuário – um refúgio.

“Ah, mas minha igreja não é assim! Aliás, é bem pior!” Quer uma dica? Comece por você. Faça a diferença, e faça discípulos. Em vez de criticar e apontar defeitos, dê o exemplo. Com certeza, outros farão o mesmo, e logo sua igreja será um pedacinho do Céu.

Fonte: http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/licoes/jovens/2013/lj242013.html#sexta


Um santuário sagrado e seguro


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