“As paredes eram feitas de tábuas em sentido vertical, ricamente chapeadas de ouro e colocadas em encaixes de prata, enquanto o teto se compunha de uma série de cortinas, ou coberturas, sendo as de fora de peles, e as do interior, de linho fino, belamente trabalhado com figuras de querubins. Além do pátio exterior, onde estava o altar das ofertas queimadas, consistia o tabernáculo, propriamente dito, em dois compartimentos, chamados o Lugar Santo e o Lugar Santíssimo, separados por uma rica e bela cortina, ou véu; um véu idêntico cerrava a entrada ao primeiro compartimento.
“No lugar santo estava o castiçal, do lado do sul, com sete lâmpadas a iluminar o santuário, tanto de dia como de noite; e, diante do véu que separava o Lugar Santo do Santíssimo, o altar de ouro para o incenso, do qual a fragrante nuvem, com as orações de Israel, ascendia diariamente à presença de Deus.
“No Lugar Santíssimo achava-se a arca, receptáculo de preciosa madeira, coberta de ouro, e depositária das duas tábuas de pedra sobre as quais Deus inscrevera a lei dos Dez Mandamentos. Acima da arca e formando a cobertura desse receptáculo sagrado, estava o propiciatório, magnificente obra de artífice, encimada por dois querubins, um de cada lado, e tudo trabalhado em ouro maciço. Nesse compartimento a presença divina se manifestava na nuvem de glória entre os querubins” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 412).
Assim como Deus tinha um plano específico para o santuário, Ele também tem planos bem particulares para você. Como Ele projetou o santuário, Ele quer projetar seu destino também. Você vai permitir?
O templo era um lugar para buscar perdão (v. 30); para fazer juramentos (v. 31, 32); para fazer súplicas em situações de derrota (v. 33, 34); para fazer petições em períodos de seca (v. 35, 36) ou em outros desastres (v. 37-40). Ele era também um lugar de oração para o estrangeiro (v. 41-43), bem como lugar de petição pela vitória (v. 44, 45). Que o templo foi concebido para ser uma “Casa de Oração para todos os povos” (Is 56:7) torna-se evidente a partir do fato de que Salomão imaginou o israelita, o estrangeiro e todo o povo como suplicantes.
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